Foram encontradas 970 questões.
3356197
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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Em uma caixa havia 100 canetas de cores azuis e vermelhas. Após a retirada de 30 canetas vermelhas, o número de canetas azuis passou a ser quatro vezes o número de canetas vermelhas. Qual a razão entre a quantidade inicial de canetas vermelhas e canetas azuis?
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3356196
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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Os funcionários de uma empresa decidiram se juntar para realizar uma confraternização de final de ano. Os custos para a realização
da festa ficaram em R$ 1.500,00; o valor foi inicialmente dividido igualmente entre todos os funcionários. Por discordarem com o
valor, quatro funcionários decidiram não participar mais da festa, acarretando um acréscimo de R$ 100,00 para cada um dos funcionários, que mantiveram sua posição de participação da confraternização. O número de funcionários que participaram da festa é igual a:
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Procurando ver a satisfação de seus clientes, um restaurante fez uma pesquisa sobre os sabores de suco disponíveis em seu
cardápio-caju, laranja e uva. Selecionando 100 pessoas para a pesquisa, os dados obtidos foram:
• 5 clientes gostam dos três sabores de suco;
• 46 clientes gostam do suco de caju;
• 55 clientes gostam do suco de laranja;
• 39 clientes gostam do suco de uva.
Qual a probabilidade de selecionar um cliente que goste de pelo menos dois sabores de suco?
• 5 clientes gostam dos três sabores de suco;
• 46 clientes gostam do suco de caju;
• 55 clientes gostam do suco de laranja;
• 39 clientes gostam do suco de uva.
Qual a probabilidade de selecionar um cliente que goste de pelo menos dois sabores de suco?
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3356194
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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Dois conjuntos A e B são não disjuntos. Sabe-se que o número de elementos de (A ∪ B) –A = 23, A ∩ B = 10e A –B = 17. Podemos
dizer que o número de elementos de A∪ B é:
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3356193
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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Um trapézio tem 50 cm² de área. Sabendo-se que a altura desse trapézio mede 5 cm e que a diferença entre a base maior e
a base menor desse trapézio é igual a 6 cm. A medida da base maior desse trapézio é igual a:
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3356192
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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Bruna, Maia e Raiane são filhas de Abel e Mara. Maia é a filha mais velha e Raiane a filha mais nova. Para escolher o nome de suas
filhas, o casal decidiu seguir um determinado padrão. Caso eles tivessem mais uma filha e continuassem a seguir, o padrão definido
para nomear as três primeiras filhas, qual das opções relacionadas seria o nome escolhido para a quarta filha?
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As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos,
cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza
das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam
um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor,
marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava.
Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais
duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma
de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia,
traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou.
Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama?
Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria
dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de
guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir.
Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína
mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra
Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
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As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos,
cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza
das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam
um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor,
marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava.
Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais
duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma
de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia,
traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou.
Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama?
Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria
dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de
guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir.
Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína
mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra
Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
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Questão presente nas seguintes provas
As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos,
cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza
das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam
um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor,
marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava.
Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais
duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma
de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia,
traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou.
Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama?
Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria
dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de
guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir.
Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína
mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra
Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos,
cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza
das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam
um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor,
marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava.
Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais
duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma
de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia,
traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou.
Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama?
Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria
dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de
guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir.
Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína
mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra
Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
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