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Foram encontradas 970 questões.

Durante o último semestre no departamento de matemática de determinada universidade, 20 professores deram aula para o curso de graduação em matemática e 12 professores deram aula para outros cursos de graduação. De acordo com o exposto, é necessariamente correto afirmar que:
 

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Em determinado concurso de dança participaram 4 duplas distintas (D1, D2, D3 e D4). Cada dupla foi avaliada por 5 jurados com respeito aos critérios musicalidade, sincronia, ritmo e técnica, representados, respectivamente, por C1, C2, C3 e C4. A matriz N a seguir apresenta as notas atribuídas por um jurado para cada dupla de acordo com os critérios estipulados. Nessa matriz, o elemento Nij representa a nota do jurado (de 0 a 10) para a dupla Di no critério Cj, com i,j = 1, 2, 3 e 4.

\( N= \begin{pmatrix}9 & 6 & 8 & 10 \\10 & 7 & 8 & 9 \\ 7 & 8 & 10 & 7 \\10 & 7 & 7 & 9 \end{pmatrix} \)

Considere que a dupla com melhor desempenho, segundo esse jurado, corresponde àquela que obteve a maior soma das notas em todos os critérios avaliados. Desse modo, qual dupla obteve o melhor desempenho segundo o jurado?

 

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Roberta utiliza um livro de 360 páginas para estudar álgebra linear. Sabe-se que o número de páginas desse livro com pelo menos uma fórmula matemática é 60 páginas maior que o número de páginas desse livro sem fórmulas matemáticas. Dessa forma, a razão entre o número de páginas com pelo menos uma fórmula matemática e o número de páginas sem fórmulas matemáticas é, nessa ordem:

 

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Após meses guardando dinheiro, Karina conseguiu comprar uma smart TV para colocar em sua sala. Com respeito à tela dessa TV, a razão entre o seu comprimento e a sua largura é, nessa ordem, 1,6 e o seu perímetro é 5,2 metros. De acordo com o exposto, qual é, em metros quadrados, a área da tela dessa TV?
 

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Adriana, Beatriz, Carla e Sueli estão em uma fila no banco com exatamente quatro pessoas e, por coincidência, a ordem de atendimento delas seguirá a ordem crescente de suas alturas distintas. Considere que Sueli é mais baixa que Carla, que não é a mais alta. Além disso, Adriana não é a mais baixa de todas, mas é mais baixa que Beatriz. Por fim, a altura de Adriana não está entre as alturas de Beatriz e Carla. Com base nessas informações, é correto afirmar que:
 

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3130678 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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O retratista fiel
Folhear álbuns de fotografias antigas, sejam elas em papel ou digitais vem me causando um certo estranhamento, uma sensação de que os ambientes, as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.
Pela foto do aniversário de 15 anos o vestido que, à época, me fez sentir uma princesa, mais parecia aquele tule de cobrir bolo – difícil acreditar que eu tinha escolhido essa roupa, que em nada me valorizava.
Na varanda da casa onde morei com os filhos pequenos que, aos meus olhos, conseguia abrigar a família inteira, pela foto mal cabia quatro cadeiras... e elas não tinham nada a ver com os móveis charmosos de jardim que tinha comprado.
Meu bolo de aniversário com cobertura de chocolate, que brilhava à luz das velas acesas no parabéns, pareceu seco, simples demais para a importância que aquela comemoração teve para mim.
Minha maneira de lidar com isso, inicialmente, foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, elas ficaram distorcidas porque foram tiradas a pouca ou muita distância, ou mesmo que o dia estava nublado por isso as cores ficaram mais mortas.
Aos poucos fui percebendo que não eram as fotos que me traiam e sim minha memória, minha lente afetiva que guardou lembranças que vão muito além dos flagrantes retratados por uma máquina, seja ela qual for.
Minha memória afetiva registrou aquilo que foi captado pelos sentidos, e pode ter sido o olhar de admiração que percebi em quem eu gostava e me fez feliz naquele vestido, o som das risadas gostosas na varanda que ficaram nos meus ouvidos e ampliaram o espaço, o gosto de chocolate do beijo depois do bolo que inundou minha boa e a fez brilhar.
Como cantou Roberto Carlos...
Antes de dormir você procura o meu retrato
Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso mesmo assim
Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos retratistas.
(Ana Helena Reis. Pincel de Crônicas, 2019.)
Em […], as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.” (1º§), o termo em destaque exprime ideia de:
 

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3130677 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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O retratista fiel
Folhear álbuns de fotografias antigas, sejam elas em papel ou digitais vem me causando um certo estranhamento, uma sensação de que os ambientes, as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.
Pela foto do aniversário de 15 anos o vestido que, à época, me fez sentir uma princesa, mais parecia aquele tule de cobrir bolo – difícil acreditar que eu tinha escolhido essa roupa, que em nada me valorizava.
Na varanda da casa onde morei com os filhos pequenos que, aos meus olhos, conseguia abrigar a família inteira, pela foto mal cabia quatro cadeiras... e elas não tinham nada a ver com os móveis charmosos de jardim que tinha comprado.
Meu bolo de aniversário com cobertura de chocolate, que brilhava à luz das velas acesas no parabéns, pareceu seco, simples demais para a importância que aquela comemoração teve para mim.
Minha maneira de lidar com isso, inicialmente, foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, elas ficaram distorcidas porque foram tiradas a pouca ou muita distância, ou mesmo que o dia estava nublado por isso as cores ficaram mais mortas.
Aos poucos fui percebendo que não eram as fotos que me traiam e sim minha memória, minha lente afetiva que guardou lembranças que vão muito além dos flagrantes retratados por uma máquina, seja ela qual for.
Minha memória afetiva registrou aquilo que foi captado pelos sentidos, e pode ter sido o olhar de admiração que percebi em quem eu gostava e me fez feliz naquele vestido, o som das risadas gostosas na varanda que ficaram nos meus ouvidos e ampliaram o espaço, o gosto de chocolate do beijo depois do bolo que inundou minha boa e a fez brilhar.
Como cantou Roberto Carlos...
Antes de dormir você procura o meu retrato
Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso mesmo assim
Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos retratistas.
(Ana Helena Reis. Pincel de Crônicas, 2019.)
No trecho “Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos retratistas.” (12º§), o vocábulo “pois” exprime ideia de:
 

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3130676 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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O retratista fiel
Folhear álbuns de fotografias antigas, sejam elas em papel ou digitais vem me causando um certo estranhamento, uma sensação de que os ambientes, as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.
Pela foto do aniversário de 15 anos o vestido que, à época, me fez sentir uma princesa, mais parecia aquele tule de cobrir bolo – difícil acreditar que eu tinha escolhido essa roupa, que em nada me valorizava.
Na varanda da casa onde morei com os filhos pequenos que, aos meus olhos, conseguia abrigar a família inteira, pela foto mal cabia quatro cadeiras... e elas não tinham nada a ver com os móveis charmosos de jardim que tinha comprado.
Meu bolo de aniversário com cobertura de chocolate, que brilhava à luz das velas acesas no parabéns, pareceu seco, simples demais para a importância que aquela comemoração teve para mim.
Minha maneira de lidar com isso, inicialmente, foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, elas ficaram distorcidas porque foram tiradas a pouca ou muita distância, ou mesmo que o dia estava nublado por isso as cores ficaram mais mortas.
Aos poucos fui percebendo que não eram as fotos que me traiam e sim minha memória, minha lente afetiva que guardou lembranças que vão muito além dos flagrantes retratados por uma máquina, seja ela qual for.
Minha memória afetiva registrou aquilo que foi captado pelos sentidos, e pode ter sido o olhar de admiração que percebi em quem eu gostava e me fez feliz naquele vestido, o som das risadas gostosas na varanda que ficaram nos meus ouvidos e ampliaram o espaço, o gosto de chocolate do beijo depois do bolo que inundou minha boa e a fez brilhar.
Como cantou Roberto Carlos...
Antes de dormir você procura o meu retrato
Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso mesmo assim
Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos retratistas.
(Ana Helena Reis. Pincel de Crônicas, 2019.)

Assinale a alternativa em que o termo em destaque se DIFERENCIA dos demais.


 

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3130675 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
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O retratista fiel
Folhear álbuns de fotografias antigas, sejam elas em papel ou digitais vem me causando um certo estranhamento, uma sensação de que os ambientes, as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.
Pela foto do aniversário de 15 anos o vestido que, à época, me fez sentir uma princesa, mais parecia aquele tule de cobrir bolo – difícil acreditar que eu tinha escolhido essa roupa, que em nada me valorizava.
Na varanda da casa onde morei com os filhos pequenos que, aos meus olhos, conseguia abrigar a família inteira, pela foto mal cabia quatro cadeiras... e elas não tinham nada a ver com os móveis charmosos de jardim que tinha comprado.
Meu bolo de aniversário com cobertura de chocolate, que brilhava à luz das velas acesas no parabéns, pareceu seco, simples demais para a importância que aquela comemoração teve para mim.
Minha maneira de lidar com isso, inicialmente, foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, elas ficaram distorcidas porque foram tiradas a pouca ou muita distância, ou mesmo que o dia estava nublado por isso as cores ficaram mais mortas.
Aos poucos fui percebendo que não eram as fotos que me traiam e sim minha memória, minha lente afetiva que guardou lembranças que vão muito além dos flagrantes retratados por uma máquina, seja ela qual for.
Minha memória afetiva registrou aquilo que foi captado pelos sentidos, e pode ter sido o olhar de admiração que percebi em quem eu gostava e me fez feliz naquele vestido, o som das risadas gostosas na varanda que ficaram nos meus ouvidos e ampliaram o espaço, o gosto de chocolate do beijo depois do bolo que inundou minha boa e a fez brilhar.
Como cantou Roberto Carlos...
Antes de dormir você procura o meu retrato
Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso mesmo assim
Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos retratistas.
(Ana Helena Reis. Pincel de Crônicas, 2019.)
Em “[...] foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, [...]” (5º§) foi utilizado o sinal gráfico conhecido como dois-pontos. Sobre os dois-pontos empregados anteriormente, é possível afirmar que, EXCETO:
 

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3130674 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Provas:
O retratista fiel
Folhear álbuns de fotografias antigas, sejam elas em papel ou digitais vem me causando um certo estranhamento, uma sensação de que os ambientes, as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.
Pela foto do aniversário de 15 anos o vestido que, à época, me fez sentir uma princesa, mais parecia aquele tule de cobrir bolo – difícil acreditar que eu tinha escolhido essa roupa, que em nada me valorizava.
Na varanda da casa onde morei com os filhos pequenos que, aos meus olhos, conseguia abrigar a família inteira, pela foto mal cabia quatro cadeiras... e elas não tinham nada a ver com os móveis charmosos de jardim que tinha comprado.
Meu bolo de aniversário com cobertura de chocolate, que brilhava à luz das velas acesas no parabéns, pareceu seco, simples demais para a importância que aquela comemoração teve para mim.
Minha maneira de lidar com isso, inicialmente, foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, elas ficaram distorcidas porque foram tiradas a pouca ou muita distância, ou mesmo que o dia estava nublado por isso as cores ficaram mais mortas.
Aos poucos fui percebendo que não eram as fotos que me traiam e sim minha memória, minha lente afetiva que guardou lembranças que vão muito além dos flagrantes retratados por uma máquina, seja ela qual for.
Minha memória afetiva registrou aquilo que foi captado pelos sentidos, e pode ter sido o olhar de admiração que percebi em quem eu gostava e me fez feliz naquele vestido, o som das risadas gostosas na varanda que ficaram nos meus ouvidos e ampliaram o espaço, o gosto de chocolate do beijo depois do bolo que inundou minha boa e a fez brilhar.
Como cantou Roberto Carlos...
Antes de dormir você procura o meu retrato
Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso mesmo assim
Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos retratistas.
(Ana Helena Reis. Pincel de Crônicas, 2019.)
O termo “época”, presente no segundo parágrafo do texto, foi acentuado pelo mesmo motivo que o vocábulo:
 

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