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A partir da segunda metade do século XX, o termo Pré-história passou a ser cada vez mais questionado por historiadores que, em seu lugar, têm utilizado História dos povos sem escrita.
Sobre o referido debate entre historiadores, é correto afirmar que o termo Pré-história é rejeitado porque:
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Leia atentamente o texto a seguir.
"A Revolta Camponesa de Tyler (1381) aconteceu na Inglaterra, no decorrer da Guerra dos 100 Anos (1337 e 1453), envolvendo os reinos da França e Inglaterra. Ela não foi nem a primeira, nem a última revolta dos camponeses, mas foi uma das mais famosas. É também conhecida como Rebelião de Tyler, devido ao fato de WatTyler ser um de seus líderes.
As comunidades rurais estavam descontentes com o sistema de servidão existente e com os tribunais senhoriais locais. Em 1377 surge o Grande Rumor, o que levou aos trabalhadores rurais a fazerem greve contra os senhores feudais que ditavam as leis locais e o rei Ricardo II.
Os revoltosos caminharam sobre Londres. Alguns dias depois, Wat Tyler é assassinado, o que amplia a revolta.
Aos poucos, o governo britânico conseguiu estabelecer a unidade regimental e a revolta foi tida como 'um momento passageiro"'.
Fonte: (Adaptado) http://historcuriosa.blogspot.com.br/2013/07/ a-revolta-camponesa-de-1381.html, consultado em 2018.
Sobre as revoltas camponesas da Baixa Idade Média, pode-se afirmar que:
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Noite de Natal, litoral do Haiti, 1492. Em meio a uma forte tempestade típica da região do Caribe naquela época do ano, a esquadra de três navios do navegador Cristóvão Colombo luta contra as ondas para cruzar o que hoje é conhecido como Cabo Haitiano. Uma das ondulações, no entanto, joga a nau capitânia Santa Maria, onde viajava o próprio genovês, contra os rochedos próximos à costa. Em questão de minutos, o principal navio da expedição vai a pique.
História, Em busca de Santa Maria, O Globo, 25/10/2014, p. 34.
O navio Santa Maria, construído no século XV e que fez parte da primeira expedição de Cristóvão Colombo, saiu da Espanha com o objetivo principal de:
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Luis XIV ordenou a construção de um imenso palácio próximo à Paris, em Versalhes, para acolher a corte. Essa imensa construção foi projetada pelo arquiteto Le Vau para abrigar até 20.000 pessoas, entre nobres e serviçais. Para erguê-lo numa área pantanosa foram necessários mais de 35.000 trabalhadores (...).
BURKE, P. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luis XIV. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
O Palácio de Versalhes, na França de Luis XIV, simboliza o apogeu do Estado Absolutista, caracterizado pela:
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Os escravizados jamais abriram mão de serem agentes e senhores de suas vidas. Em primeiro Lugar, criaram entre si laços de afeição, associações religiosas e sociais, e redes. Viajantes anotaram que os cativos estabeleciam relações ternas com esposas e filhos dos senhores, e mantinham solidariedade com os “malungos, nome dado aos companheiros de viagem pelo Atlântico.
SCHWARCZ, Lilia M. e STARLING, Heloisa, M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Além dos laços afetivos e formação de associações, os escravizados negros no Brasil colonial reagiram ao cotidiano violento através de(da):
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África negra: os reinos sudaneses e o sistema de linhagens.
Os povos que viviam no Sael (território de savanas ao sul do Saara) eram conhecidos como sudaneses, pois essa área também era denominada Sudão (Bilad al-Sudan, que em árabe significa terra dos negros). Eram bons agricultores, plantavam mílhete (espécie de milho de grão miúdo), sorgo (cereal semelhante ao milho), arroz e cereais. Também caçavam, pescavam e criavam gado. Conheciam a m etalurgia, confeccionando pontas de lanças, enxadas e flechas com o ferro. Habitavam vilas com casas de taipa ou palha, próximas às terras cultivadas. Organizavamse em torno de linhagens e dos conselhos dos anciãos, sendo estes os responsáveis pela resolução das disputas nas aldeias.
Fonte: editoracontexto.com. br/blog/as-sociedades-africanasda-africa-ocidental-historia-e-cultura-afro-brasileira/, consultado em 25/07/2018.
Na África, diversamente das formas de organização social e política do Ocidente, criou-se um sistema de linhagens, caracterizado por:
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150 Anos da Passagem de Humaitá marca a abertura do Ano Cultural da Marinha.
Durante a Semana Nacional de Museus, será inaugurada a exposição em memória aos 150 anos do acontecimento que entrou para a história como “Passagem de Humaitá”, na qual o público poderá refletir sobre alguns aspectos do maior conflito entre nações ocorrido no continente americano por meio da obra do pintor italiano Eduardo de Martino, convidado pelo Imperador Dom Pedro II para registrar cenas do teatro de operações.
Fonte: www.marinha.mil.br/noticias/150-anos-da-passagem-dehumaita-, consultado em 25/07/2018.
A Guerra do Paraguai (1864-1870), o mais longo conflito bélico ocorrido no sul da América do Sul, no século XIX, deixou marcas profundas na história dos países que dela participaram.
Entre as consequências da Guerra do Paraguai para o Brasil destaca-se a (o):
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Como se pode encontrar uma expressão quantitativa para o fato, que hoje em dia poucos poderiam negar de que a Revolução Industrial criou o mundo mais feio no qual o homem jamais vivera, como testemunhavam as lúgubres, fétidas e enevoadas vielas dos bairros baixos de Manchester? (...) Ninguém podia negar que havia uma pobreza espantosa. Muitos sustentavam que estava mesmo aumentando e se aprofundando. E ainda assim, pelos eternos critérios que medem os triunfos da indústria e da ciência, poderia até mesmo o mais lúgubre dos observadores racionalistas sustentar que, em termos materiais, o mundo estava em condições piores do que em qualquer outra época anterior (...)? HOBSBAWN, Eric J. A era das revoluções (1789-1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
As palavras do historiador Eric Hobsbawn, relativas à Revolução industrial Inglesa, demonstram que a(o):
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Que diabo é esse regime que gera essencialmente uma série de males e, ao mesmo tempo, tem facetas de progresso?
FAUSTO, Boris. In: PANDOLFI, Dulce (org.). repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Editora da FGV.
O espanto do historiador Boris Fausto referindo-se ao Estado Novo, deve-se:
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