Foram encontradas 50 questões.
2979982
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Primavera Leste-MT
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Primavera Leste-MT
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Para medições de níveis de pressão sonora em ambientes
internos a edificações, os pontos de medição devem se situar,
pelo menos, a:
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2979981
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Primavera Leste-MT
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Primavera Leste-MT
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Na construção de uma escada, deseja-se que os degraus
sejam compatíveis com o critério de acessibilidade proposto na
NBR 9050. Sabendo que, por questões construtivas, o espelho
de cada degrau é de 18 cm, um possível valor para o piso desses
degraus é:
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2979980
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Primavera Leste-MT
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Primavera Leste-MT
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A figura a seguir apresenta a representação esquemática,

em corte, de uma calçada.
A largura mínima da faixa livre para atender aos critérios de acessibilidade apresentados na NBR 9050 é de:
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De um grupo formado por oito profissionais, quatro deles
formarão uma equipe para realizar uma determinada tarefa. Dos
quatro escolhidos, um será o coordenador e outro será o seu
assistente.
Considerando que todos os profissionais podem ocupar qualquer um desses dois cargos, o número máximo de equipes distintas corresponde a:
Considerando que todos os profissionais podem ocupar qualquer um desses dois cargos, o número máximo de equipes distintas corresponde a:
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Em uma loja, o preço de uma camisa é 20% maior que o
preço de uma bermuda, cujo preço é 25% menor do que o preço
de um tênis.
Portanto, o preço dessa camisa é M % menor do que o preço desse tênis. O valor de M é igual a:
Portanto, o preço dessa camisa é M % menor do que o preço desse tênis. O valor de M é igual a:
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Alessandro devia realizar duas etapas de uma determinada
tarefa em no máximo x horas. Para realizar a etapa 1, ele gastou
1/5 do tempo disponível. Para realizar a etapa 2, ele gastou 5/6
do tempo restante, finalizando, assim, a tarefa 26 minutos antes
do prazo máximo.
Desse modo, o valor de x corresponde a:
Desse modo, o valor de x corresponde a:
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Leia o texto a seguir:
Para onde vai o mercado da música?
Gilberto Menezes Côrtes
As mudanças culturais causadas pela internet e a difusão do
“streaming” via celular abalaram o mundo musical, aborda
estudo da Goldman Sachs, que prevê transformações ainda
mais estruturais na indústria da música. Caro leitor, não sei se
você já parou para pensar há quantos anos não compra um CD?
Rememorando com os meus botões, acho que há uns 20 anos.
Parece evidente que o “streaming” mudou radicalmente o modo
de consumo da música. A aferição do sucesso está no interesse
do público pelos shows ao vivo.
Dois fatos desta semana chamam a atenção para comprovar
como se faz sucesso nesse mercado: as vendas de ingressos
para as apresentações de Paul McCartney, aos 81 anos, no
Brasil em dezembro, se esgotaram em várias cidades. Em
sentido oposto, a cantora Simone Bittencourt, grande sucesso
no país nos anos 80 e 90, teve um show cancelado em São José
dos Campos (SP), por falta de público. A cantora baiana, de 74
anos, pôs à venda 1.400 ingressos. Sem retorno de público,
amargou prejuízo de R$ 100 mil.
Para onde vai o som
Segundo a Goldman Sachs Research, a indústria da música está
à beira de outra grande mudança estrutural. Apesar da indústria
ainda não conseguir monetizar totalmente seu conteúdo, com
os serviços de streaming de música obtendo menos receita para
cada música transmitida, os analistas do banco de investimentos
esperam que o setor cresça e capture novas oportunidades de
negócios. A projeção é de que a receita global de música gravada
cresça 7,5% em 2023 (contra 7,3% na previsão anterior), com
taxa de crescimento anual composta de 8,6% entre 2023 e 2030
(a curva quase não mudou).
À medida que as barreiras à criação e distribuição de música
diminuíram, o número de músicas lançadas em plataformas
de “streaming” disparou. O consumo de “streams” de música
aumentou 2,5 vezes desde 2017. Isso seria uma ótima
notícia para as gravadoras, não fosse o fato de que a receita
por “stream” caiu 20% neste período. E a receita da música,
derivada da despesa das pessoas em entretenimento, está hoje
bem abaixo do nível de 1998.
A receita média por usuário em serviços pagos de “streaming”
de música encolheu 40% desde 2016. O declínio veio quando
serviços de “streaming” como Apple Music e Spotify introduziram
planos familiares, diminuindo preços para usuários agrupados.
O X da questão, segundo a Goldman Sachs, é saber como essa
tensão entre consumo e preço provavelmente se desenrolará
daqui para frente. As primeiras evidências sugerem que as
plataformas de “streaming” podem ter mais poder de precificação
do que demonstraram nos anos anteriores. Recentemente,
várias das principais plataformas de “streaming” de música
promoveram aumentos de preços em seus serviços padrão
pela 1ª vez em uma década. Por ora esses aumentos de preços
tiveram impacto insignificante ou nenhum impacto na receita das
plataformas.
Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-da-moeda/2023/08/1045467-
para-onde-vai-o-mercado-da-musica.html. Acesso em 30/08/2023
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Leia o texto a seguir:
Para onde vai o mercado da música?
Gilberto Menezes Côrtes
As mudanças culturais causadas pela internet e a difusão do
“streaming” via celular abalaram o mundo musical, aborda
estudo da Goldman Sachs, que prevê transformações ainda
mais estruturais na indústria da música. Caro leitor, não sei se
você já parou para pensar há quantos anos não compra um CD?
Rememorando com os meus botões, acho que há uns 20 anos.
Parece evidente que o “streaming” mudou radicalmente o modo
de consumo da música. A aferição do sucesso está no interesse
do público pelos shows ao vivo.
Dois fatos desta semana chamam a atenção para comprovar
como se faz sucesso nesse mercado: as vendas de ingressos
para as apresentações de Paul McCartney, aos 81 anos, no
Brasil em dezembro, se esgotaram em várias cidades. Em
sentido oposto, a cantora Simone Bittencourt, grande sucesso
no país nos anos 80 e 90, teve um show cancelado em São José
dos Campos (SP), por falta de público. A cantora baiana, de 74
anos, pôs à venda 1.400 ingressos. Sem retorno de público,
amargou prejuízo de R$ 100 mil.
Para onde vai o som
Segundo a Goldman Sachs Research, a indústria da música está
à beira de outra grande mudança estrutural. Apesar da indústria
ainda não conseguir monetizar totalmente seu conteúdo, com
os serviços de streaming de música obtendo menos receita para
cada música transmitida, os analistas do banco de investimentos
esperam que o setor cresça e capture novas oportunidades de
negócios. A projeção é de que a receita global de música gravada
cresça 7,5% em 2023 (contra 7,3% na previsão anterior), com
taxa de crescimento anual composta de 8,6% entre 2023 e 2030
(a curva quase não mudou).
À medida que as barreiras à criação e distribuição de música
diminuíram, o número de músicas lançadas em plataformas
de “streaming” disparou. O consumo de “streams” de música
aumentou 2,5 vezes desde 2017. Isso seria uma ótima
notícia para as gravadoras, não fosse o fato de que a receita
por “stream” caiu 20% neste período. E a receita da música,
derivada da despesa das pessoas em entretenimento, está hoje
bem abaixo do nível de 1998.
A receita média por usuário em serviços pagos de “streaming”
de música encolheu 40% desde 2016. O declínio veio quando
serviços de “streaming” como Apple Music e Spotify introduziram
planos familiares, diminuindo preços para usuários agrupados.
O X da questão, segundo a Goldman Sachs, é saber como essa
tensão entre consumo e preço provavelmente se desenrolará
daqui para frente. As primeiras evidências sugerem que as
plataformas de “streaming” podem ter mais poder de precificação
do que demonstraram nos anos anteriores. Recentemente,
várias das principais plataformas de “streaming” de música
promoveram aumentos de preços em seus serviços padrão
pela 1ª vez em uma década. Por ora esses aumentos de preços
tiveram impacto insignificante ou nenhum impacto na receita das
plataformas.
Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-da-moeda/2023/08/1045467-
para-onde-vai-o-mercado-da-musica.html. Acesso em 30/08/2023
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Para onde vai o mercado da música?
Gilberto Menezes Côrtes
As mudanças culturais causadas pela internet e a difusão do
“streaming” via celular abalaram o mundo musical, aborda
estudo da Goldman Sachs, que prevê transformações ainda
mais estruturais na indústria da música. Caro leitor, não sei se
você já parou para pensar há quantos anos não compra um CD?
Rememorando com os meus botões, acho que há uns 20 anos.
Parece evidente que o “streaming” mudou radicalmente o modo
de consumo da música. A aferição do sucesso está no interesse
do público pelos shows ao vivo.
Dois fatos desta semana chamam a atenção para comprovar
como se faz sucesso nesse mercado: as vendas de ingressos
para as apresentações de Paul McCartney, aos 81 anos, no
Brasil em dezembro, se esgotaram em várias cidades. Em
sentido oposto, a cantora Simone Bittencourt, grande sucesso
no país nos anos 80 e 90, teve um show cancelado em São José
dos Campos (SP), por falta de público. A cantora baiana, de 74
anos, pôs à venda 1.400 ingressos. Sem retorno de público,
amargou prejuízo de R$ 100 mil.
Para onde vai o som
Segundo a Goldman Sachs Research, a indústria da música está
à beira de outra grande mudança estrutural. Apesar da indústria
ainda não conseguir monetizar totalmente seu conteúdo, com
os serviços de streaming de música obtendo menos receita para
cada música transmitida, os analistas do banco de investimentos
esperam que o setor cresça e capture novas oportunidades de
negócios. A projeção é de que a receita global de música gravada
cresça 7,5% em 2023 (contra 7,3% na previsão anterior), com
taxa de crescimento anual composta de 8,6% entre 2023 e 2030
(a curva quase não mudou).
À medida que as barreiras à criação e distribuição de música
diminuíram, o número de músicas lançadas em plataformas
de “streaming” disparou. O consumo de “streams” de música
aumentou 2,5 vezes desde 2017. Isso seria uma ótima
notícia para as gravadoras, não fosse o fato de que a receita
por “stream” caiu 20% neste período. E a receita da música,
derivada da despesa das pessoas em entretenimento, está hoje
bem abaixo do nível de 1998.
A receita média por usuário em serviços pagos de “streaming”
de música encolheu 40% desde 2016. O declínio veio quando
serviços de “streaming” como Apple Music e Spotify introduziram
planos familiares, diminuindo preços para usuários agrupados.
O X da questão, segundo a Goldman Sachs, é saber como essa
tensão entre consumo e preço provavelmente se desenrolará
daqui para frente. As primeiras evidências sugerem que as
plataformas de “streaming” podem ter mais poder de precificação
do que demonstraram nos anos anteriores. Recentemente,
várias das principais plataformas de “streaming” de música
promoveram aumentos de preços em seus serviços padrão
pela 1ª vez em uma década. Por ora esses aumentos de preços
tiveram impacto insignificante ou nenhum impacto na receita das
plataformas.
Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-da-moeda/2023/08/1045467-
para-onde-vai-o-mercado-da-musica.html. Acesso em 30/08/2023
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir:
Para onde vai o mercado da música?
Gilberto Menezes Côrtes
As mudanças culturais causadas pela internet e a difusão do
“streaming” via celular abalaram o mundo musical, aborda
estudo da Goldman Sachs, que prevê transformações ainda
mais estruturais na indústria da música. Caro leitor, não sei se
você já parou para pensar há quantos anos não compra um CD?
Rememorando com os meus botões, acho que há uns 20 anos.
Parece evidente que o “streaming” mudou radicalmente o modo
de consumo da música. A aferição do sucesso está no interesse
do público pelos shows ao vivo.
Dois fatos desta semana chamam a atenção para comprovar
como se faz sucesso nesse mercado: as vendas de ingressos
para as apresentações de Paul McCartney, aos 81 anos, no
Brasil em dezembro, se esgotaram em várias cidades. Em
sentido oposto, a cantora Simone Bittencourt, grande sucesso
no país nos anos 80 e 90, teve um show cancelado em São José
dos Campos (SP), por falta de público. A cantora baiana, de 74
anos, pôs à venda 1.400 ingressos. Sem retorno de público,
amargou prejuízo de R$ 100 mil.
Para onde vai o som
Segundo a Goldman Sachs Research, a indústria da música está
à beira de outra grande mudança estrutural. Apesar da indústria
ainda não conseguir monetizar totalmente seu conteúdo, com
os serviços de streaming de música obtendo menos receita para
cada música transmitida, os analistas do banco de investimentos
esperam que o setor cresça e capture novas oportunidades de
negócios. A projeção é de que a receita global de música gravada
cresça 7,5% em 2023 (contra 7,3% na previsão anterior), com
taxa de crescimento anual composta de 8,6% entre 2023 e 2030
(a curva quase não mudou).
À medida que as barreiras à criação e distribuição de música
diminuíram, o número de músicas lançadas em plataformas
de “streaming” disparou. O consumo de “streams” de música
aumentou 2,5 vezes desde 2017. Isso seria uma ótima
notícia para as gravadoras, não fosse o fato de que a receita
por “stream” caiu 20% neste período. E a receita da música,
derivada da despesa das pessoas em entretenimento, está hoje
bem abaixo do nível de 1998.
A receita média por usuário em serviços pagos de “streaming”
de música encolheu 40% desde 2016. O declínio veio quando
serviços de “streaming” como Apple Music e Spotify introduziram
planos familiares, diminuindo preços para usuários agrupados.
O X da questão, segundo a Goldman Sachs, é saber como essa
tensão entre consumo e preço provavelmente se desenrolará
daqui para frente. As primeiras evidências sugerem que as
plataformas de “streaming” podem ter mais poder de precificação
do que demonstraram nos anos anteriores. Recentemente,
várias das principais plataformas de “streaming” de música
promoveram aumentos de preços em seus serviços padrão
pela 1ª vez em uma década. Por ora esses aumentos de preços
tiveram impacto insignificante ou nenhum impacto na receita das
plataformas.
Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-da-moeda/2023/08/1045467-
para-onde-vai-o-mercado-da-musica.html. Acesso em 30/08/2023
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