Foram encontradas 50 questões.
Leia as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
I. “Identificar e relacionar os processos da Revolução Francesa e seus desdobramentos na Europa e no mundo.”
II. “Discutir a noção da tutela dos grupos indígenas e a participação dos negros na sociedade brasileira do final do período colonial, identificando permanências na forma de preconceitos, estereótipos e violências sobre as populações indígenas e negras no Brasil e nas Américas.”
Brasil e nas Américas”. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. p.423.
As habilidades de História dos Anos Finais do Ensino Fundamental supracitadas referem-se ao:
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O pensamento pós-colonial critica e contesta a centralidade validadora atribuída à cultura do colonizador europeu em relação à cultura dos povos colonizados. Atualmente, uma forma de apresentação desse fenômeno ocorre nas ciências, nas quais a matriz europeia:
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“Os colonizadores [portugueses] tinham conhecimento das habilidades dos escravizados, sobretudo por sua rentável utilização na atividade açucareira”.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. 14ª ed. São Paulo: EdUSP, 2012. p. 46, adaptado.
A referida atividade que garantiu experiência de alguns escravizados trazidos à América Portuguesa ocorreu:
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A “imagem do Renascimento - com R maiúsculo - remonta a meados do século XIX, ao historiador francês Jules Michelet (que o adorava), ao crítico John Ruskin e ao arquiteto A. W. Pugin (que o desaprovavam), ao poeta Robert Browning e ao romancista George Eliot (que eram mais ambivalentes) e, acima de tudo, ao acadêmico suíço Jacob Burckhardt. A sua versão do Renascimento era um mito, na medida em que apresentava uma descrição enganadora do passado”.
BURKE, Peter. O Renascimento. Lisboa: Edições Texto e Grafia, 2008. p. 9;12.
Constatando que o termo “Renascimento” foi cunhado no século XIX, esse conceito seria um mito, pois:
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A historiadora Circe Bittencourt expõe alguns aspectos de um importante conceito para a historiografia e o Ensino de História: “relação coletiva que uma comunidade estabelece com seu passado; funciona pela seleção e eliminação; realiza omissões; corpo vivo do processo de se relacionar com o passado; relações com o passado e variações de acordo com idade, sexo, ocupação, origem, etc.”
BITTENCOURT, Circe M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2009. p. 170.
As características indicadas acima se referem à:
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O autor Marcelo Cândido da Silva considera que o “uso da expressão ‘invasões bárbaras’ não é mais apropriado para se referir ao fenômeno que observamos no mundo mediterrânico entre os séculos IV e VII”.
SILVA, Marcelo Cândido da. História Medieval. 1ª ed., 3ª reimp. São Paulo: Contexto, 2021. p. 21.
Em relação ao contexto histórico acima, o uso do termo “invasão” não faria sentido, pois:
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Leia o trecho:
“Em um tempo imemoriável, a Terra não existia, era uma região coberta apenas por água e pântanos, um lugar desabitado e inóspito. Apenas raras vezes, em suas aventuras e brincadeiras, alguns orixás, habitantes do mundo celestial, o Orun, desciam por meio de teias de aranhas até a superfície do mar. 6 Milhares de anos se passaram sem que houvesse mudanças”.
OLIVA, Anderson Ribeiro. A invenção dos iorubás na África Ocidental. Estudos Afro-Asiáticos, ano 27, nos 1/2/3, pp. 141-179, 2005.
O trecho acima se refere à cultura iorubá e essa narrativa representa uma expressão da:
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Leia o texto:
“Somente depois de ultrapassar o tempo pessoal, subjetivo e dominar um tempo contínuo, objetivado, social, é que o aluno poderá perceber as dimensões do tempo em História e pensar historicamente”.
SCALDAFERRI. Dilma Célia Mallard. Concepções de Tempo e Ensino de História. História & Ensino. Londrina, v. 14, pp. 53-70, ago. 2008.
Pensar historicamente é ter a capacidade de:
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Durante o período da República Romana, o “casamento entre patrícios e plebeus foi autorizado em 445 a. c. e foi-se constituindo, pela união das famílias ricas com as patrícias, uma nova aristocracia”.
CARDOSO, Ciro Flamarion S. A cidade-Estado Antiga. 3ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1990. p. 66.
Essa nova aristocracia era a:
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O Egito Antigo apresentou diferentes tipos de escrita ao longo de sua História. Além das convenções em decorrência da temporalidade, o uso também ditava a operacionalização das referidas escritas. A escrita egípcia, utilizada nos monumentos, em que os sinais eram pinturas identificáveis e não símbolos unidos entre si, era a:
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