Foram encontradas 735 questões.
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
Um paciente idoso em Queimadas, PB, sofreu um AVC isquêmico e agora apresenta afasia de Wernicke, caracterizada por uma produção verbal fluente, mas sem sentido, e dificuldades na compreensão da fala. O fonoaudiólogo deve elaborar um plano de reabilitação apropriado. Considere as afirmativas abaixo:
1. A afasia de Wernicke é resultado de uma lesão na área de Wernicke, localizada no lobo temporal esquerdo, responsável pela compreensão da linguagem.
2. A intervenção deve incluir técnicas de reabilitação auditiva, visando melhorar a compreensão da fala e a discriminação auditiva.
3. O treinamento em estratégias de comunicação, como o uso de gestos e pistas contextuais, pode ajudar a melhorar a interação comunicativa do paciente.
4. A terapia deve priorizar a correção das parafasias semânticas (substituição de palavras por outras com significados semelhantes) para melhorar a clareza do discurso.
5. A reabilitação intensiva e de longa duração é frequentemente necessária, devido à natureza persistente e complexa da afasia de Wernicke.
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Orgão: Pref. Queimadas-PB
Uma criança de 8 anos em Queimadas, PB, foi diagnosticada com apraxia de fala e está apresentando dificuldades na coordenação pneumofonoarticulatória, resultando em fala com pausas excessivas e variações no volume vocal. Considere as afirmativas abaixo:
1. A apraxia de fala pode interferir na coordenação entre a respiração e a produção de fala, resultando em fala disrítmica e mal coordenada.
2. O treinamento da respiração diafragmática é essencial para melhorar a estabilidade do fluxo de ar durante a fala e reduzir as variações no volume vocal.
3. A intervenção deve focar em exercícios de articulação isolada, uma vez que a apraxia de fala afeta primariamente a articulação e não a coordenação respiratória.
4. A terapia deve incluir técnicas que integram a respiração com a fala em frases completas, gradualmente aumentando a complexidade das tarefas.
5. A monitorização visual e auditiva do fluxo de ar durante a fala pode ser utilizada para aumentar a autoconsciência da criança sobre sua coordenação pneumofonoarticulatória.
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Um fonoaudiólogo em Queimadas, PB, está avaliando um paciente com insuficiência respiratória crônica devido à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O paciente apresenta dificuldades em manter um fluxo de ar constante durante a fala, resultando em frases curtas e fala entrecortada. Considere as afirmativas abaixo:
1. A capacidade pneumofonoarticulatória refere-se à habilidade de coordenar respiração, fonação e articulação para a produção de fala contínua e fluente.
2. A insuficiência respiratória crônica pode reduzir a pressão subglótica necessária para a produção de sons, afetando a qualidade vocal.
3. O tratamento deve incluir exercícios respiratórios que promovam o controle do fluxo de ar e a coordenação entre respiração e fala.
4. O uso de técnicas de fala em apneia (produção de fala após uma inspiração profunda, sem exalação durante a fala) é recomendado para pacientes com DPOC para preservar a capacidade vocal.
5. A terapia fonoaudiológica deve ser combinada com reabilitação pulmonar para maximizar os benefícios e melhorar a função respiratória.
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Um adolescente com paralisia cerebral espástica, que frequenta uma escola em Queimadas, PB, apresenta dificuldades na produção de fala devido à rigidez muscular e à coordenação motora prejudicada. O fonoaudiólogo deve determinar o plano de tratamento mais eficaz. Considere as afirmativas abaixo:
1. A paralisia cerebral pode afetar os músculos respiratórios, laríngeos e articulatórios, comprometendo a produção clara e audível da fala.
2. A intervenção deve incluir exercícios de respiração e controle postural para apoiar a produção vocal e melhorar a projeção da voz.
3. O uso de estratégias compensatórias, como a simplificação da produção linguística e o uso de CAA, pode ser necessário para maximizar a comunicação.
4. A terapia com estimulação elétrica neuromuscular (NMES) é amplamente recomendada para todos os casos de paralisia cerebral com comprometimento vocal.
5. A terapia deve ser multidisciplinar, envolvendo fisioterapia e terapia ocupacional para complementar os objetivos fonoaudiológicos.
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Uma criança com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) está sendo acompanhada por um fonoaudiólogo em Queimadas, PB. A criança apresenta dificuldades em iniciar e manter interações sociais e tem um repertório verbal limitado. Considere as afirmativas abaixo:
1. A intervenção deve focar exclusivamente no desenvolvimento da comunicação funcional, utilizando abordagens como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para incentivar a interação social.
2. A privação sociocultural pode exacerbar os déficits comunicativos em crianças com TEA, aumentando a necessidade de intervenção precoce e intensiva.
3. A introdução de sistemas de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) não é recomendada para ampliar as oportunidades de comunicação da criança, mesmo que seja verbalmente limitada.
4. A terapia fonoaudiológica deve incluir a sensibilização sensorial, visando melhorar a resposta da criança a estímulos auditivos e visuais durante a comunicação.
5. A integração de estratégias de reforço positivo é fundamental para promover o uso espontâneo da linguagem em contextos sociais.
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Um paciente com distonia cervical procura o fonoaudiólogo devido a dificuldades na produção de fala clara. O paciente apresenta espasmos involuntários que afetam o controle das cordas vocais e a articulação da fala.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A disortia pode ser causada por distúrbios neurológicos que afetam os músculos envolvidos na articulação da fala, resultando em distorções fonéticas.
2. A terapia pode incluir técnicas de relaxamento muscular e controle respiratório para reduzir o impacto dos espasmos na produção vocal.
3. O uso de dispositivos de comunicação aumentativa e alternativa (CAA) pode ser necessário para pacientes com distonia severa que compromete a inteligibilidade da fala.
4. A intervenção farmacológica com toxina botulínica pode ser considerada como um tratamento adjuvante para reduzir os espasmos vocais em casos graves.
5. A intervenção fonoaudiológica deve focar na adaptação de estratégias compensatórias para maximizar a eficácia da comunicação, mesmo em casos de distonia persistente.
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Uma professora de Queimadas, PB, procura atendimento fonoaudiológico devido a dificuldades vocais que começaram há seis meses. Ela relata cansaço vocal, rouquidão persistente e perda de voz ao final do dia. O fonoaudiólogo deve identificar a etiologia da disfonia e propor uma abordagem terapêutica adequada. Considere as afirmativas abaixo
1. A disfonia pode ser resultado de abuso vocal, que leva a lesões como nódulos vocais, comuns em profissionais que utilizam a voz excessivamente.
2. A terapia vocal deve incluir técnicas de higiene vocal, como hidratação adequada, repouso vocal e redução de comportamentos prejudiciais, como gritar ou sussurrar.
3. A fonoaudiologia deve priorizar o fortalecimento das pregas vocais através de exercícios de emissão vocal de alta intensidade para prevenir a recorrência da disfonia.
4. A avaliação por videolaringoestroboscopia é fundamental para diagnosticar alterações nas pregas vocais e direcionar o tratamento.
5. A intervenção deve incluir o recondicionamento vocal, com exercícios que promovem a economia de esforço durante a fala.
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Um fonoaudiólogo está tratando uma criança com apraxia de fala, caracterizada por dificuldades na programação dos movimentos necessários para a produção dos sons da fala. A intervenção deve ser planejada com base na natureza do distúrbio. Considere as afirmativas abaixo:
1. A apraxia de fala em crianças é uma condição neurológica que afeta a habilidade de planejar e programar os movimentos articulatórios, sem comprometimento muscular ou neuromuscular.
2. A intervenção deve focar em repetição massiva de palavras e frases para ajudar a criança a internalizar os padrões motores necessários para a fala.
3. O uso de estímulos visuais e táteis pode ser eficaz para melhorar a precisão da produção fonêmica em crianças com apraxia de fala.
4. A reabilitação deve priorizar o trabalho em sons isolados, antes de avançar para combinações mais complexas, como sílabas e palavras.
5. A melhora na inteligibilidade da fala é frequentemente lenta e requer intervenções prolongadas e intensivas.
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Um paciente em Queimadas, PB, apresenta disartria decorrente de esclerose lateral amiotrófica (ELA). O fonoaudiólogo é responsável por implementar um plano de manejo adequado para essa condição progressiva. Considere as afirmativas abaixo:
1. A disartria associada à ELA envolve a degeneração dos neurônios motores, resultando em fraqueza muscular e articulação imprecisa dos fonemas.
2. A intervenção deve incluir exercícios de fortalecimento muscular intensivo para retardar a progressão da fraqueza e melhorar a articulação.
3. A comunicação alternativa pode ser necessária à medida que a doença avança, para substituir a fala conforme a capacidade articulatória diminui.
4. A terapia fonoaudiológica deve priorizar a clareza da fala, utilizando técnicas de exagero articulatório e pausas para melhorar a inteligibilidade.
5. O uso de dispositivos de amplificação vocal pode ser considerado para compensar a fraqueza dos músculos respiratórios e facilitar a produção de fala audível.
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Uma criança com paralisia cerebral não verbal em Queimadas, PB, está sendo avaliada para a introdução de um sistema de comunicação alternativa. A família está preocupada com a possibilidade de que o uso desse sistema impeça o desenvolvimento da fala.
1. A introdução precoce de sistemas de comunicação alternativa pode, na verdade, apoiar o desenvolvimento da fala ao proporcionar um meio imediato de comunicação.
2. A escolha do sistema de CAA deve ser baseada na avaliação das capacidades cognitivas e motoras da criança, assegurando a adequação e a eficácia do sistema.
3. Dispositivos de comunicação de alta tecnologia são recomendados para todas as crianças não verbais, independentemente de suas habilidades motoras.
4. A reavaliação periódica do sistema de CAA é necessária para garantir que ele continue a atender às necessidades comunicativas da criança conforme ela se desenvolve.
5. A comunicação alternativa deve ser utilizada em conjunto com outras formas de intervenção fonoaudiológica para estimular o desenvolvimento da linguagem oral, quando possível.
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