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Foram encontradas 735 questões.

3406179 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Câncer do Colo Uterino e do Endométrio

Uma paciente de 62 anos, moradora de Queimadas, PB, apresenta sangramento vaginal pós-menopausa. Ela tem antecedentes de hipertensão e diabetes mellitus. A ultrassonografia transvaginal revela um espessamento endometrial de 12 mm. A paciente manifesta preocupação com a possibilidade de câncer.

Quais devem ser os próximos passos no manejo diagnóstico e terapêutico desta paciente?

1. Realizar uma biópsia endometrial para confirmar ou excluir a presença de neoplasia endometrial.

2. Solicitar uma histeroscopia diagnóstica com biópsia dirigida para avaliação detalhada da cavidade uterina.

3. Encaminhar a paciente para um raio x da área pélvica para avaliar a extensão da lesão e invasão de estruturas adjacentes.

4. Informar a paciente sobre as opções terapêuticas, incluindo histerectomia total em casos confirmados de malignidade.

5. Aconselhar a paciente sobre os fatores de risco associados ao câncer endometrial e a importância do acompanhamento médico regular.

Alternativas:

 

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3406178 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Patologias Benignas do Colo Uterino

Uma paciente de 30 anos, residente em Queimadas, PB, apresenta-se com queixas de corrimento vaginal e sangramento pós-coito. O exame ginecológico revela a presença de ectopia cervical (ectropion). A citologia oncótica está negativa para malignidade, mas o sangramento persistente causa desconforto e preocupação na paciente. Ela está preocupada com as implicações para sua saúde reprodutiva e sexual.

Qual deve ser a abordagem terapêutica para o manejo deste caso de ectopia cervical?

1. Realizar cauterização química com ácido tricloroacético para tratar a ectopia e controlar o sangramento.

2. Recomendar a abstinência sexual temporária até a resolução dos sintomas e reavaliação clínica.

3. Monitorar clinicamente a paciente com revisões periódicas, mantendo a observação dos sintomas e da evolução da ectopia.

4. Realizar biópsia cervical se os sintomas persistirem, mesmo após tratamento inicial, para excluir outras patologias.

5. Aconselhar a paciente sobre a natureza benigna da ectopia cervical e a baixa probabilidade de complicações graves, oferecendo suporte psicológico.

Alternativas:

 

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3406177 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Climatério Descompensado

Uma mulher de 52 anos, residente em Queimadas, PB, apresenta sintomas graves de climatério, incluindo fogachos intensos, insônia, irritabilidade e secura vaginal, o que afeta sua qualidade de vida. Ela tem contraindicação ao uso de terapia hormonal devido a antecedentes de trombose venosa profunda. Considerando essas restrições, qual é a abordagem mais segura e eficaz para o manejo dos sintomas?

Quais estratégias terapêuticas são mais indicadas para essa paciente?

1. Uso de moduladores seletivos de receptores de estrogênio (SERMs) para alívio dos sintomas vasomotores e atrofia vaginal.

2. Prescrição de inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) como uma alternativa não hormonal para controle dos fogachos.

3. Indicação de terapia local com estrogênio tópico para tratar a secura vaginal, considerando a baixa absorção sistêmica.

4. Implementação de terapias complementares, como acupuntura e fitoterapia, para manejo dos sintomas do climatério.

5. Aconselhamento sobre mudanças no estilo de vida, incluindo exercícios regulares, dieta equilibrada e técnicas de relaxamento, não devem ser realizadas pelo médico especialista mas por uma equipe multidisciplinar.

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3406176 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Métodos Contraceptivos e Suas Complicações

Uma jovem de 25 anos, residente em Queimadas, PB, comparece à consulta ginecológica com queixa de dor abdominal e sangramento intermenstrual. Ela relata uso de um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre há dois anos. Durante o exame físico, o ginecologista não consegue palpar os fios do DIU, e a ultrassonografia sugere a migração do dispositivo para a cavidade abdominal.

Qual deve ser a conduta frente a este caso e as possíveis complicações associadas ao uso do DIU?

1. Realização de uma radiografia abdominal para confirmar a localização do DIU na cavidade abdominal.

2. Agendar uma laparoscopia diagnóstica e terapêutica para remoção do DIU migrado.

3. Aconselhar a paciente sobre os riscos de perfuração uterina e migração do DIU e discutir alternativas contraceptivas.

4. Iniciar antibioticoterapia profilática para prevenir infecções pélvicas associadas à migração do DIU.

5. Monitorar clinicamente a paciente e repetir a ultrassonografia anualmente, se o DIU estiver assintomático.

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3406175 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Incontinência Urinária de Esforço

Uma paciente de 48 anos, moradora de Queimadas, PB, apresenta queixa de perda urinária ao tossir, espirrar ou levantar peso, o que interfere significativamente em suas atividades diárias. Ela tem história de múltiplos partos vaginais, que podem ter contribuído para o quadro. Diante da suspeita de incontinência urinária de esforço (IUE), qual seria a abordagem diagnóstica e terapêutica mais adequada?

Selecione as estratégias de manejo que seriam indicadas para essa paciente:

1. Realização de avaliação urodinâmica completa para confirmar o diagnóstico de IUE e excluir outras causas de incontinência.

2. Recomendação de exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico (exercícios de Kegel) como primeira linha de tratamento.

3. Prescrição de terapia com duloxetina como uma opção farmacológica para o manejo da IUE.

4. Indicação de cirurgia de sling uretral para casos de IUE que não respondem ao tratamento conservador.

5. Orientação sobre mudanças no estilo de vida como perda de peso e controle de ingestão de líquidos para melhorar os sintomas, devem ser realizadas apenas após o encaminhamento para profissionais de nutrição.

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3406174 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Hemorragia Uterina Disfuncional

Uma paciente de 36 anos, residente em Queimadas, PB, chega ao pronto-socorro com história de sangramento uterino intenso e irregular nos últimos seis meses. Ela relata ciclos menstruais desregulados, com fluxos prolongados e abundantes, que a deixam anêmica. A ultrassonografia revela um útero de volume aumentado, mas sem miomas ou pólipos visíveis.

Considerando a hemorragia uterina disfuncional (HUD) como o diagnóstico mais provável, qual seria a conduta terapêutica mais apropriada? Quais são as opções de manejo que devem ser consideradas nesta paciente?

1. Introdução de terapia hormonal com progestágenos cíclicos para regularizar o ciclo menstrual e reduzir o sangramento.

2. Administração de ácido tranexâmico durante os dias de maior fluxo menstrual para controlar o sangramento agudo.

3. Avaliação do perfil hormonal da paciente, incluindo dosagens de FSH, LH e prolactina, para excluir causas endócrinas de HUD.

4. Realização de curetagem uterina diagnóstica para excluir neoplasia endometrial em pacientes com sangramento persistente.

5. Indicação de histerectomia como tratamento definitivo em casos de falha no tratamento terapêutico inicial, se houver o desejo de esterilização.

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3406173 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Dismenorreia Primária e Secundária

Uma adolescente de 17 anos em Queimadas, PB, apresenta dismenorréia severa desde a menarca. A dor é intensa a ponto de interferir nas atividades diárias e escolares, e não responde bem aos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Durante a anamnese, a paciente relata histórico familiar de endometriose. A mãe da paciente manifesta preocupação com a possibilidade de infertilidade no futuro.

Qual é a conduta mais apropriada para manejo e diagnóstico diferencial da dismenorreia nessa paciente?

1. Introdução de contraceptivos hormonais combinados como tratamento de primeira linha para a dismenorreia, com o objetivo de suprimir a menstruação.

2. Solicitação de ultrassonografia pélvica para avaliar anormalidades uterinas, como miomas ou adenomiomas.

3. Considerar a realização de laparoscopia diagnóstica para confirmação de endometriose em caso de falha terapêutica inicial.

4. Encaminhamento para fisioterapia pélvica como adjuvante no tratamento da dor.

5. Aconselhamento sobre mudanças de estilo de vida, incluindo dieta anti-inflamatória e prática regular de exercícios físicos.

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3406172 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Doença Inflamatória Pélvica Aguda e Tuberculose Genital

Uma paciente de 29 anos em Queimadas, PB, com histórico de múltiplos parceiros sexuais, apresenta febre, dor pélvica intensa e corrimento purulento. O exame físico revela sinais de peritonite e a ultrassonografia transvaginal sugere abscesso tuboovariano. Suspeita-se de doença inflamatória pélvica (DIP), e o tratamento deve ser iniciado imediatamente.

Qual é a conduta terapêutica mais adequada para essa paciente, considerando a gravidade do quadro e a possibilidade de complicações?

1. Iniciar antibioticoterapia de amplo espectro, incluindo ceftriaxona, doxiciclina e metronidazol, por via intravenosa.

2. Realizar drenagem cirúrgica do abscesso tuboovariano, se não houver melhora clínica após 48 horas de tratamento.

3. Encaminhar a paciente para laparoscopia exploratória caso a resposta ao tratamento clínico seja inadequada.

4. Prescrever a adição de rifampicina ao regime antibiótico, caso haja suspeita de tuberculose genital concomitante, mesmo antes de confirmação laboratorial para evitar agravamentos.

5. Acompanhamento ambulatorial com antibioticoterapia oral após estabilização clínica e alta hospitalar.

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3406171 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Doenças Sexualmente Transmissíveis e Corrimento Genital

Em uma campanha de saúde pública em Queimadas, PB, foi detectado um aumento de casos de corrimento vaginal associado à clamídia em mulheres jovens. A maioria das pacientes não apresenta sintomas significativos, o que dificulta o diagnóstico precoce. No entanto, os riscos de complicações como infertilidade e doença inflamatória pélvica são altos.

Quais são as medidas mais eficazes para o diagnóstico e tratamento precoce desta infecção na população afetada?

1. Implementar triagens em massa com testes de amplificação de ácido nucleico (NAAT) em clínicas de saúde pública.

2. Fornecer tratamento empírico com azitromicina em dose única a todas as mulheres sexualmente ativas, independentemente da confirmação laboratorial.

3. Realizar campanhas educativas focadas na prevenção e na importância do uso de preservativos para evitar a transmissão de ISTs.

4. Introduzir um sistema de notificação compulsória para monitorar a prevalência e as tendências de clamídia na comunidade.

5. Disponibilizar aconselhamento e testes gratuitos em locais de alta circulação, como escolas e universidades.

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Questão presente nas seguintes provas
3406170 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB

Exames Complementares em Ginecologia

Uma paciente de 38 anos, residente em Queimadas, PB, apresenta queixas de dor pélvica crônica e dispareunia. Durante o exame físico, foram identificadas irregularidades uterinas sugerindo a presença de miomas. Diante desse quadro, foi indicado o uso de exames complementares para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento.

Quais exames complementares seriam mais adequados para confirmar o diagnóstico e auxiliar no planejamento terapêutico?

1. Ultrassonografia transvaginal para avaliação detalhada do tamanho, localização e número de miomas.

2. Ressonância magnética pélvica para caracterizar os miomas e avaliar a invasão de estruturas adjacentes.

3. Histeroscopia diagnóstica para visualização direta da cavidade uterina e possível biópsia endometrial.

4. Dosagem sérica de CA-125 para excluir a possibilidade de malignidade associada aos miomas.

5. Biópsia dirigida por imagem para avaliação histopatológica das massas suspeitas.

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