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Disciplina: Serviço Social
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Queimadas-PB
Crise Capitalista, Neoliberalismo e Política Social
A crise do capitalismo e a ascensão do neoliberalismo a partir da década de 1970 trouxeram mudanças significativas nas políticas sociais em todo o mundo, incluindo no Brasil. Avalie as afirmativas abaixo:
1. O neoliberalismo, como resposta à crise do modelo keynesiano-fordista, promoveu a redução do papel do Estado na economia e a reestruturação das políticas sociais, enfatizando a privatização e a focalização dos benefícios sociais nos mais pobres.
2. A política social neoliberal é caracterizada pela introdução de práticas de gestão empresarial na administração pública, como a terceirização e a flexibilização do trabalho, visando aumentar a eficiência e reduzir os custos do Estado.
3. No contexto neoliberal, as políticas sociais passaram a ser vistas como mecanismos de inclusão produtiva, orientadas para preparar os indivíduos para o mercado de trabalho, em vez de promover a redistribuição de riqueza.
4. A crise do neoliberalismo no final dos anos 1990 levou à retomada das políticas sociais universais, com o fortalecimento do Estado de Bem-Estar Social em países da América Latina, incluindo o Brasil.
5. A crítica às políticas sociais neoliberais destaca sua incapacidade de resolver as desigualdades estruturais, ao concentrar os recursos em programas assistencialistas de curto prazo, sem enfrentar as causas profundas da pobreza e da exclusão social.
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Disciplina: Serviço Social
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Keynesianismo-Fordismo e Política Social
Na elaboração de um plano de desenvolvimento local em Queimadas, a equipe de Serviço Social deve considerar como as políticas sociais podem ser estruturadas para promover o bem-estar da população, levando em conta as lições históricas do período keynesiano-fordista. Essa abordagem é particularmente relevante em um momento de crise econômica que impacta diretamente as condições de vida da população local.
Considere as afirmativas abaixo:
1. O modelo keynesiano-fordista, consolidado após a Segunda Guerra Mundial, baseou-se em um pacto entre capital e trabalho, onde o Estado desempenhava um papel central na regulação da economia e na promoção de políticas sociais universais.
2. Durante o período keynesiano-fordista, o desenvolvimento das políticas sociais foi acompanhado de uma forte expansão do emprego formal e da ascensão da classe média, contribuindo para a redução das desigualdades sociais.
3. O modelo keynesiano-fordista enfatizava a necessidade de austeridade fiscal e de um Estado mínimo, limitando o alcance das políticas sociais e sua capacidade de promover a inclusão social.
4. Em países como o Brasil, o modelo keynesiano-fordista foi implantado com sucesso, levando à criação de um amplo sistema de proteção social que permanece em vigor até hoje.
5. A crise do modelo keynesiano-fordista, a partir dos anos 1970, expôs as limitações das políticas sociais baseadas no pleno emprego e na estabilidade econômica, levando à busca por novas formas de regulação social.
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Desenvolvimento Capitalista e as Origens da Política Social
O desenvolvimento do capitalismo e suas crises impulsionaram o surgimento das políticas sociais como respostas às desigualdades e tensões sociais. Avalie as afirmativas abaixo:
1. As primeiras políticas sociais surgiram no contexto da Revolução Industrial na Europa, como uma resposta às condições extremas de exploração dos trabalhadores e ao risco de revoltas sociais, sendo inicialmente restritas ao campo da caridade e da filantropia.
2. O modelo de políticas sociais desenvolvido na Alemanha de Bismarck, no final do século XIX, é considerado pioneiro por introduzir a seguridade social como uma responsabilidade do Estado, influenciando outros países a adotarem medidas semelhantes.
3. O desenvolvimento capitalista em países periféricos, como o Brasil, seguiu o mesmo padrão dos países centrais, com a implementação precoce de políticas sociais voltadas para a inclusão social e a proteção dos trabalhadores.
4. As políticas sociais, no contexto do desenvolvimento capitalista, foram inicialmente vistas como uma contradição ao próprio sistema, pois envolviam uma redistribuição de riqueza que ameaçava a acumulação de capital.
5. A origem das políticas sociais pode ser entendida como uma tentativa do Estado capitalista de regular o conflito entre capital e trabalho, garantindo a reprodução do sistema e evitando crises de legitimidade.
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Política Social – História e Fundamentos
Em Queimadas, a equipe de Serviço Social está envolvida na elaboração de um diagnóstico social que visa orientar a implementação de novas políticas sociais no município. Parte desse trabalho envolve a análise histórica das políticas sociais no Brasil e em outras partes do mundo, para compreender como diferentes modelos de desenvolvimento influenciaram a configuração das políticas sociais atuais. A equipe deve considerar as especificidades do contexto brasileiro e local para formular suas propostas.
Considere as afirmativas abaixo:
1. As políticas sociais no Brasil têm suas raízes nas iniciativas de caridade e filantropia desenvolvidas durante o período colonial e imperial, mas foram institucionalizadas e ampliadas durante o processo de industrialização e urbanização do século XX.
2. O desenvolvimento das políticas sociais está intrinsecamente ligado às lutas sociais e à pressão dos movimentos operários e sindicais, que exigiram a intervenção estatal para mitigar os efeitos das desigualdades geradas pelo capitalismo.
3. As políticas sociais brasileiras sempre seguiram o modelo dos países desenvolvidos, sem adaptações significativas às realidades locais, o que limitou sua eficácia no enfrentamento das desigualdades regionais.
4. A consolidação das políticas sociais no Brasil se deu principalmente no período pós-1964, com o fortalecimento do Estado de Bem-Estar Social, impulsionado pela expansão econômica e pelo crescimento da classe média.
5. A análise crítica da história das políticas sociais no Brasil revela que, apesar das conquistas, essas políticas foram frequentemente utilizadas como mecanismos de controle social e manutenção das estruturas de poder.
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Questão Social – Fundamentos Sócio-Históricos e Expressões na Atualidade
No município de Queimadas, na Paraíba, a equipe de Serviço Social se depara com uma crescente demanda por serviços relacionados à saúde mental, violência doméstica e insegurança alimentar, problemas que têm raízes profundas nas desigualdades socioeconômicas históricas da região. A equipe é desafiada a compreender a "questão social" como um fenômeno complexo que se manifesta de maneiras diversas e interrelacionadas na realidade atual do município.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A "questão social" tem suas origens na sociedade capitalista industrial do século XIX, quando as desigualdades geradas pelo modo de produção capitalista começaram a se manifestar de forma explícita, exigindo a intervenção do Estado e a criação de políticas sociais.
2. As expressões contemporâneas da "questão social" em Queimadas, como a violência doméstica e a insegurança alimentar, podem ser compreendidas como resultado da perpetuação das desigualdades de classe, raça e gênero, enraizadas nas estruturas socioeconômicas históricas.
3. A atuação do Serviço Social em Queimadas deve considerar a "questão social" como um fenômeno que se manifesta no campo econômico, sendo necessário focar as intervenções na melhoria das condições materiais de vida da população.
4. A "questão social" contemporânea se complexifica com a introdução de novas formas de precarização do trabalho, exclusão digital e a crise dos sistemas de proteção social, exigindo uma renovação crítica das práticas do Serviço Social.
5. A abordagem da "questão social" no Serviço Social deve ser fragmentada, tratando cada problema (saúde mental, violência, pobreza) de forma isolada, para garantir a especificidade e a eficiência das intervenções.
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Disciplina: Serviço Social
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Relação Teoria-Prática, Mediação e Práxis no Serviço Social
No Serviço Social, a articulação entre teoria e prática é fundamental para a práxis, que é entendida como a prática consciente e transformadora. Avalie as afirmativas abaixo:
1. A relação entre teoria e prática no Serviço Social deve ser pensada de forma linear, onde a teoria serve apenas para justificar a prática já estabelecida, sem influenciar as estratégias de intervenção.
2. A mediação é o processo que permite que o assistente social transforme as categorias teóricas em ações concretas, adaptadas à realidade dos usuários e ao contexto social em que atuam.
3. A práxis no Serviço Social envolve a reflexão crítica sobre a prática profissional, buscando a constante transformação das condições sociais e a superação das desigualdades estruturais.
4. A prática profissional deve ser orientada por teorias que promovam a manutenção do status quo, garantindo a estabilidade social sem questionar as relações de poder e dominação existentes.
5. A práxis no Serviço Social deve ser entendida como um processo contínuo de construção coletiva, onde teoria e prática se retroalimentam, permitindo que a intervenção seja ao mesmo tempo crítica e transformadora.
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Relação Sujeito-Objeto no Serviço Social
Durante a execução de um projeto de reintegração social em Queimadas, um assistente social se depara com a resistência de um grupo de moradores que se sentem objetos passivos das ações propostas, sem voz ou participação nas decisões. O assistente social precisa refletir sobre a relação sujeito-objeto na prática profissional para ajustar sua intervenção.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A relação sujeito-objeto no Serviço Social deve ser dialética, reconhecendo o usuário como um sujeito ativo que participa da construção do conhecimento e da transformação de sua realidade, em vez de ser tratado como um objeto passivo das intervenções.
2. A objetificação dos usuários, reduzindo-os a meros receptores de políticas públicas, é uma prática que contradiz os princípios éticos do Serviço Social, que preconiza o respeito à autonomia e à dignidade dos indivíduos.
3. A intervenção deve ser planejada e executada pelo assistente social, sem interferências dos usuários, para garantir a eficiência e o cumprimento das metas estabelecidas pelo programa.
4. A mediação entre o sujeito (usuário) e o objeto (intervenção) é uma tarefa central no Serviço Social, pois permite que o conhecimento produzido seja aplicado de forma a transformar as condições sociais concretas dos usuários.
5. A relação sujeito-objeto no Serviço Social deve ser hierárquica, com o assistente social orientando e decidindo os melhores caminhos para os usuários, que devem seguir as orientações sem questionamentos.
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Correntes do Pensamento Social e Serviço Social
As correntes do pensamento social oferecem bases teóricas fundamentais para o desenvolvimento do Serviço Social, permitindo que os profissionais compreendam e intervenham nas questões sociais de forma crítica. Avalie as afirmativas abaixo, considerando as principais correntes que influenciaram o Serviço Social brasileiro:
1. O positivismo influenciou o Serviço Social em suas origens, propondo uma visão técnica e neutra da intervenção social, baseada na observação e na experimentação científica, sem questionamento das estruturas sociais existentes.
2. O marxismo, ao ser incorporado ao Serviço Social durante a renovação crítica, trouxe a necessidade de entender as questões sociais como expressões das contradições do capitalismo, exigindo uma postura ética e política dos profissionais.
3. O estruturalismo foi adotado amplamente no Serviço Social brasileiro, pois oferece uma perspectiva que prioriza as estruturas sociais sobre as ações dos indivíduos, o que é essencial para uma prática profissional eficaz.
4. A fenomenologia, ao enfatizar a subjetividade e a experiência individual, propõe que o Serviço Social deve focar na compreensão dos significados atribuídos pelos usuários aos seus próprios contextos de vida, adaptando as intervenções a essa compreensão.
5. A teoria crítica contribuiu para o desenvolvimento do Serviço Social ao questionar as bases epistemológicas do conhecimento social, promovendo uma prática reflexiva e comprometida com a transformação da realidade social.
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Método e Metodologia no Serviço Social
No município de Queimadas, a equipe de Serviço Social é desafiada a implementar um programa de erradicação da pobreza que envolva tanto a intervenção direta quanto a análise crítica das causas estruturais da pobreza na região. A escolha do método e da metodologia de trabalho é crucial para o sucesso dessa intervenção.
Considere as afirmativas abaixo:
1. O método adotado no Serviço Social deve ser capaz de integrar análise e intervenção, articulando a compreensão das estruturas sociais com a aplicação de estratégias que promovam mudanças concretas na vida dos usuários.
2. A metodologia aplicada no programa pode ser baseada em técnicas quantitativas de análise, como estatísticas e indicadores sociais, sem necessidade de incorporar métodos qualitativos, pois o foco está na mensuração dos resultados.
3. A escolha metodológica deve ser orientada pela análise crítica das condições históricas, sociais e econômicas de Queimadas, permitindo uma abordagem dialética que revela as contradições presentes na realidade local.
4. A definição do método deve considerar a possibilidade de adaptação ao longo da execução do programa, permitindo que os assistentes sociais respondam a novas demandas e desafios sem comprometer os objetivos principais.
5. A metodologia deve ser rígida e padronizada, garantindo que todos os assistentes sociais sigam os mesmos procedimentos, independentemente das especificidades dos casos ou das demandas locais.
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Planejamento e Gestão Social
O planejamento e a gestão social são componentes essenciais para a organização e a execução das políticas públicas e das ações sociais. No contexto do Serviço Social, esses processos devem ser conduzidos com base em princípios ético-políticos e em metodologias participativas. Avalie as afirmativas abaixo:
1. O planejamento social no Serviço Social deve ser realizado de forma centralizada, sem a participação ativa da comunidade, para garantir a eficiência e a padronização das ações.
2. A gestão social deve integrar diferentes políticas públicas, como saúde, educação e assistência social, visando a construção de uma rede de proteção social articulada e eficiente.
3. O planejamento social deve considerar tanto as demandas imediatas quanto os objetivos de longo prazo, garantindo a sustentabilidade das ações e a transformação das condições sociais.
4. A participação dos usuários no processo de planejamento e gestão social é fundamental para assegurar que as ações respondam às reais necessidades da comunidade e respeitem sua autonomia.
5. A avaliação contínua das políticas e programas sociais é um componente indispensável da gestão social, permitindo ajustes e reorientações que garantam a efetividade das ações.
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