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Segundo a ABNT NBR 16452, de 01 de setembro de 2016, a sobreposição da audiodescrição em falas de programas, gravados ou ao vivo, é permitida sempre que
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Sabe-se que a audiodescrição, enquanto evento, existe desde que se convive com cegos ou pessoas com baixa visão. Entretanto, o recurso como Ciência tem o seu registro datado de 1975, com um primeiro estudo realizado na Universidade de São Francisco, por
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Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.
Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.
De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.
Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.
(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)
Os autores baseiam-se em um conjunto vigente de regras para fundamentar o argumento de que o termo áudio-descrição deve ser grafado com hífen e acento, denominado:
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Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.
Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.
De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.
Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.
(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)
Os autores falam em eliciar imagens na mente da pessoa com deficiência. Tendo a áudio-descrição como ponto de partida, isso significa que este recurso
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Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.
Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.
De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.
Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.
(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)
Segundo os autores, “audiodescrição” – sem hífen e sem acento – significa
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Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.
Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.
De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.
Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.
(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)
Segundo os autores, a áudio-descrição prima pelo empoderamento das pessoas com deficiência. Isso significa que o empoderamento
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Claro está que ‘audiodescrição’ é diferente de ‘áudio-descrição’. Aquela se constitui semanticamente como descrição em áudio, enquanto esta se estrutura em torno de um gênero tradutório, cujas técnicas visam à tradução de um evento visual em palavras, que por sua vez eliciarão imagens na mente de quem as recebe.
Simplificar que áudio-descrição é apenas passar da imagem vista para o áudio a ser ouvido, seria desconsiderar o objetivo de traduzir em palavras eventos visuais inacessíveis aos que estão, temporária ou permanentemente, incapazes de os ver, ignorando que a áudio-descrição prima por empoderar sobretudo as pessoas com deficiência a respeito do evento visual, estático ou dinâmico.
De outra forma, do ponto de vista morfológico, e em consonância com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, significa reiterar que grafar áudio-descrição com hífen é entender que este léxico se formou pelo processo de composição, e que o termo encerra um conceito novo e especializado, que não se constitui por um processo de derivação, posto que não é a simples descrição falada, mas que se constitui por um processo de composição, dado que é uma tradução visual dos eventos visuais/imagéticos, destinada, principalmente, às pessoas com deficiência visual, pessoas cegas ou com baixa visão.
Portanto, grafar áudio-descrição (com hífen) não é meramente um preciosismo linguístico. É, ao contrário, a observância do que determina a Base XV do Decreto no 6.583/2008 e é, principalmente, assumir posição diferenciada sobre a conceituação do termo áudio-descrição, distinguindo-o de descrição em áudio (descrição falada) para conceituá-lo como tradução visual (áudio-descrição daqueles eventos visuais, os quais, por alguma razão, não estejam disponíveis ao indivíduo com deficiência visual e/ou outras), seja porque tais eventos não são/estão deduzidos pelos sons, pela trilha sonora da obra, seja porque não são/estão deduzidos pela cognição ou pelo intelecto do espectador/observador.
(Paulo Augusto Almeida Seemann/Rosângela A. Ferreira Lima/Francisco José de Lima)
Segundo os autores do trecho acima, grafar ‘áudio-descrição’ com hífen e acento refere-se a marcar posição quanto ao conceito de que a áudio-descrição é
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Considere a ilustração abaixo.

A melhor audiodescrição que corresponde à bandeira do Brasil conforme a ilustração acima é:
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A rede social de apoio comunitária mostra-se um importante fator preventivo e interventivo no tratamento de condutas transgressoras. Além da família, os monitores e outros profissionais são considerados pelos jovens como fontes de apoio positivo. É importante notar que, mesmo diante de situações adversas, como a internação, os adolescentes são capazes de ampliar suas fontes de rede social.
(Adaptado de: ZANE, V. C.; MELCHIORI, L. E. “A rede social de apoio de mães e filhos adolescentes em conflito com a lei”. In: VALLE, T. G. M.; MAIA, A. C. B. (org.) Psicologia do desenvolvimento humano e aprendizagem. São Paulo: Unesp, 2011, p. 173)
A partir das informações presentes no texto, o educador social em ambiente de socialização de adolescentes
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Considere o quadro abaixo.
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Quadro dos Projetos da Educação Social |
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Projeto Identidade grupal |
Proporcionar um espaço de reflexão, acolhimento, trocas e vivências que favoreçam a |
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Brincando na Roda – |
Espaço de diversidade cultural e compartilhamento de saberes entre os participantes. A |
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Balaio de memórias |
Resgatar a importância da memória autobiográfica com suas raízes e a preservação das |
(Adaptado de: SILVA, P. R. M.; ALVES, A. A.; FERREIRA, T. M.; MOLINARI, D. R. N. Educadores sociais e projetos em educação social: serviço especializado de proteção social às famílias, p. 6. Disponível em: http://www.cramicampinas.org.br)
O quadro afixado no mural de uma entidade de atendimento à comunidade permite identificar a quais públicos a entidade se dirige, a partir da natureza das atividades desenvolvidas. Os projetos apresentados no quadro
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