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Leia o texto verbal de uma propaganda que homenageia os profissionais da imprensa (pessoas que trabalham com jornais, televisão, rádio, agências, etc).
“AGENTE SEMPRE ENCONTRAQUEM VOCÊ FICAPROCURANDO. ”
“UMAHOMENAGEM AOS PROFISSIONAIS DAIMPRENSA, ELES QUE SABEM TUDO SOBRE PÚBLICO-ALVO.
Grupo de Mídia Minas Gerais Sigla Comunicação (Adaptado)
Sobre o emprego dos pronomes do texto, pode-se afirmar:
I- O emprego de a gente é inadequado, uma vez que está carregado de marcas da linguagem coloquial desajustadas à situação comunicativa apresentada.
II- O pronome você não marca necessariamente a interlocução, trata-se de um recurso de linguagem utilizado como forma de expressar ideias genéricas.
III- O emprego de termos de significação indefinida como tudo prejudica a compreensão do texto, pois o leitor não consegue entender, com clareza, a mensagem veiculada no contexto.
IV- O pronome eles no contexto tem como referente “os profissionais de imprensa”.
Está (ão) CORRETA(s), apenas
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Leia a estrofe a seguir da canção “Cotidiano”, de Chico Buarque de Holanda:
Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã
BUARQUE, Chico. Construção, Universal, 1971.CD
Com relação ao texto, pode-se afirmar corretamente, EXCETO:
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 | Mitos das redes sociais Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais controversos Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts" noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet, que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem Editorial Folha de SP- 28/07/2013 |
Em: “Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam a vida mais prática.” As palavras destacadas se classificam, respectivamente, como
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01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 | Mitos das redes sociais Essas plataformas têm valor comunicativo e profissional que não as isenta de debate crítico acerca de seus aspectos mais controversos Ninguém duvida da imensa utilidade das redes sociais como ferramenta profissional e recreativa. Organizam um gigantesco contingente de usuários conforme suas afinidades e facilitam toda forma de comunicação interpessoal. Tornam a vida mais prática. Mais controvertidas são suas dimensões política e midiática. primeira vista um enorme fórum de livre debate, as redes são formadas por células que mais reiteram as próprias certezas e hábitos do que os submetem a discussão. Esta, quando ocorre, adquire tons de estéril guerrilha verbal. s vezes se formam consensos formidáveis e legítima mobilização, como visto em junho passado, mas que tendem a ser passageiros, além de superficiais. Talvez pela natureza fluida do veículo em que se expressam, falta-lhes organicidade e duração. Tampouco cabe dúvida de que o jornalismo amador ou militante, impulsionado pela internet, ajuda a suplementar de informação como um todo. Nem por isso está isento de críticas. Embora faça a apologia da veracidade, essa forma de jornalismo se mostra ainda mais sujeita a falhas do que as já frequentes no jornalismo profissional. Informações se divulgam sem comprovação, quase sempre embaladas nas estridentes convicções, autênticas, mas parciais, de seu emitente. Os usuários sabem disso, e se comportamento sugere que as redes são antes uma ampla câmara de ressonância da própria mídia. Levantamento publicado pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter, por exemplo, relativo às jornadas de junho passado, era produzido pelo jornalismo profissional da imprensa e da TV. Para os conglomerados empresariais que exploram as redes, política ou jornalismo são facetas secundárias do negócio. Daí a desfaçatez com que "posts" noticiosos são censurados, como ocorreu duas vezes, somente na semana passada, com inserções desta Folha no Facebook Daí a docilidade dessas empresas -todas norte-americanas- em face das exigências paranoides de seu governo à custa da privacidade dos usuários mundo afora. É honesto reconhecer um aspecto corporativo nestas críticas, pois as redes sociais e os buscadores de notícias se beneficiam comercialmente da audiência gerada por produtos jornalísticos que não criaram nem custearam. Este é apenas um dos problemas a serem enfrentados pela legislação relativa ao Marco Civil da Internet, que a Câmara dos Deputados deve votar em agosto. Admitir esse aspecto de interesse próprio, porém, não impede este jornal de contribuir para a crítica que as redes sociais, com todo o seu valor comunicativo e utilitário, merecem Editorial Folha de SP- 28/07/2013 |
Sabe-se que a linguagem pode ter uso denotativo e conotativo, e que a conotação (sentido especial que tonam os termos em um contexto específico) pode acarretar metaforização. Assinale a única alternativa em que NÃO ocorre o processo da conotação/metaforização.
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Analise as sentenças abaixo, atentando para a concordância verbal e suas respectivas explicações ao lado.
I- “...falta-lhes organicidade e duração.” (linha 7) – Com sujeito composto proposto ao verbo, este pode ficar no singular.
II- “As redes são antes...” (linha 12) – O verbo ser concorda com o predicativo.
III- “Como ocorreu duas vezes, somente na semana passada...” (linhas 16) – Está em desacordo com a norma, pois o sujeito plural deve levar o verbo também para o plural “ocorreram”.
Está(ão) CORRETA(s), apenas:
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Sabe-se que as orações subordinadas podem vir, muitas vezes, sob a forma reduzida ou desenvolvida. Indique entre as alternativas abaixo aquela em que a reescrita da oração está INADEQUADA com relação à original:
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Os conectivos ou partículas de ligação, além de exercerem funções coesivas, manifestam ainda diferentes relações de sentido entre os enunciados. Aponte, dentre as alternativas a seguir, aquela em que a relação estabelecida pelo conectivo em destaque está CORRETAMENTE indicada entre parênteses.
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Calcado em seus argumentos, o editorial claramente toma posição contrária ao jornalismo independente; para isso, usa os argumentos abaixo, EXCETO:
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- Sintaxe
- Morfologia
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.
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Leia e analise as proposições abaixo sobre o texto:
I- Em “Levantamento publicado pela Folha mostrou que mais de 80% do conteúdo informativo tramitado pelo Twitter...” (linha 12-13), os dados numéricos desqualificam a argumentação do texto, pois esses perdem o efeito de veracidade porque não podem ser provados no próprio texto.
II- A expressão “Ninguém duvida” (linha 1) faz o leitor acreditar que o que vai ser dito é uma verdade inquestionável, dando credibilidade sobre o que o texto está exemplificando.
III- O pronome demonstrativo “isso” (na contração “disso”) (linha 11) refere-se às falhas de informação e à parcialidade dos jornalistas independentes.
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Leia e analise as proposições sobre as ideias do texto.
( ) O tema do editorial é a discussão sobre os debates controversos nas redes sociais e a relação entre jornalismo amador e profissional.
( ) O subtítulo antecipa a visão do editorial sobre o assunto discutido no texto porque destaca o caráter profissional e comunicativo das redes sociais e, ao mesmo tempo, questiona o caráter isento das discussões que lá circulam.
( ) O editorial pretende convencer os leitores de que as informações veiculadas pelo jornalismo amador são questionáveis e que o verdadeiro jornalismo é o profissional.
( ) O editorial afirma que apenas o jornalismo amador comete falhas.
A sequência CORRETA é
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