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Foram encontradas 49 questões.

4029959 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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A pontuação é essencial para tornar um texto claro e compreensível. Empregar corretamente os sinais de pontuação favorece a fluidez da leitura e ajuda na interpretação do conteúdo. A vírgula é um sinal de pontuação utilizado principalmente para indicar pausas curtas e para separar elementos dentro de uma frase, como orações ou itens de listas. Analise o emprego da vírgula nos enunciados a seguir:

I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.


Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA.
 

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4029958 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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Para que um texto transmita sua mensagem de forma eficaz, ele precisa ser compreensível para o leitor. Além disso, deve apresentar harmonia, permitindo que a mensagem flua de maneira clara, natural e agradável.
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.

(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".

(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.


A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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4029957 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie."
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa CORRETA.
 

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4029956 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia."
O vocábulo 'hipertermia' está grafado corretamente sem hífen. Analise as palavras compostas, com ou sem hífen, nos enunciados a seguir, e identifique aquela cuja grafia está INCORRETA.
 

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4029955 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro." A partir do trecho, analise as afirmativas:

I. O aumento da temperatura afeta diversas condições neurológicas.
II. As mudanças climáticas têm efeitos diretos sobre a saúde humana, especialmente o cérebro.
III. A pesquisa de Sisodiya é relevante e reconhecida.
IV. Sanjay Sisodiya é o único pesquisador que estuda os impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.


É CORRETO o que se afirma em:
 

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4029954 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis."
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas:
I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'.
II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra.
III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona.
IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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4029953 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro."
Considerando as regras de colocação pronominal, identifique a alternativa que apresenta a substituição CORRETA do termo destacado por um pronome oblíquo.
 

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4029952 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças."
Considerando o texto-base, assinale a alternativa CORRETA que explica por que o calor intenso e as ondas de calor representam um risco adicional para pessoas com a Síndrome de Dravet.
 

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4030160 Ano: 2026
Disciplina: Psicologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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Os Grupos Operativos, teorizados por Enrique Pichon-Rivière, focam na tarefa. Sobre os papéis que emergem na dinâmica grupal (Porta-voz, Bode Expiatório, Líder e Sabotador), analise as afirmativas a seguir:

I. O Porta-voz é o membro que, em determinado momento, denuncia ou expressa as ansiedades e necessidades latentes do grupo, falando por si, mas refletindo o processo grupal implícito.
II. O Bode Expiatório é o depositário dos aspectos negativos ou atemorizantes do grupo, sobre o qual os demais membros projetam suas culpas e dificuldades para preservar a autoimagem positiva.
III. O Sabotador é aquele que assume a liderança da mudança, facilitando a realização da tarefa e combatendo as resistências do grupo contra o novo.

Está CORRETO o que se afirma em:
Questão Anulada

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