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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes."

Identifique a alternativa CORRETA que justifica a concordância da forma 'trata-se' no singular.
 

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Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação."

Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa CORRETA.
 

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Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação."

A primeira vírgula utilizada no trecho serve para:
 

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Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal."

O vocábulo 'subclado' não possui hífen. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado sem hífen de forma INCORRETA.
 

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Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"A Organização Mundial da Saúde emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo."

Analise as afirmativas considerando as regras de acentuação e marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas.

(__) A palavra 'saúde' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'e', podendo ser seguida ou não de 's'.
(__) A palavra 'próxima' obedece a uma regra de acentuação distinta da palavra 'período', que segue outra regra específica.
(__) No trecho, há uma palavra que embora seja paroxítona, recebe acento conforme uma regra que não se aplica exclusivamente a palavras dessa classificação.
(__) A palavra 'vírus' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'us'.

A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"O termo 'gripe K' tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo."

Analise as reescritas a seguir e identifique aquela que NÃO preserva o sentido originalmente atribuído pelo autor.
 

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo."

Quanto à concordância nominal, analise as afirmativas a seguir:

I. A expressão 'identificado' está incorreta, pois o verbo deve concordar com o núcleo do sujeito 'ramificação', que é feminino, devendo, portanto, ser usada a forma 'identificada'.
II. A expressão 'identificado' está correta, pois foi usada de forma impessoal, não devendo sofrer alteração. 
III. Os adjetivos 'genéticas' e 'analisadas' apresentam concordância adequada, embora estejam relacionados a substantivos diferentes.
IV. A forma verbal 'vem' deveria ser flexionada em 'vêm', uma vez que estabelece concordância com o núcleo 'variantes', que se encontra no plural.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) 'K' — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma "evolução notável", já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
"A Organização Mundial da Saúde emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo."

Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
 

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4029851 Ano: 2026
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
Provas:
Durante fiscalização de rotina em via urbana, um agente de trânsito aborda um veículo de passeio que apresentava as seguintes condições simultâneas:

placas de identificação parcialmente encobertas por barro, dificultando sua legibilidade; para-brisa com acúmulo de sujeira, reduzindo o campo de visão do condutor;
sistema mecânico em funcionamento regular, sem falhas aparentes;
condutor devidamente habilitado, que alegou que o veículo havia sido lavado no dia anterior, mas transitou por estrada de chão antes da abordagem.

Com base exclusiva no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), assinale a alternativa correta quanto ao enquadramento legal da situação e à responsabilidade pela(s) infração(ões).
 

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4029850 Ano: 2026
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
Provas:
Um ônibus urbano realiza o transporte de passageiros em horário de pico, com grande lotação. Durante o trajeto, o condutor percebe que alguns passageiros permanecem em pé além da área destinada a esse fim, enquanto outros se deslocam pelo corredor com o veículo em movimento para alcançar os assentos disponíveis. Ao mesmo tempo, o motorista precisa cumprir o horário previsto e enfrenta tráfego intenso, com paradas frequentes. Considerando os princípios de segurança no transporte de passageiros, assinale a alternativa que indica a conduta adequada para minimizar riscos à integridade física dos usuários.
 

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