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4029809 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A menina e o pássaro
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.
Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...
Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.
Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.
Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 
Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...
E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.
Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.
Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.
Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.
Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...
E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.
Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.
Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.
Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 
Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.
Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.
Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.
Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.
Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.
Pode ir, pássaro, volte quando quiser....
Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.
Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.
E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...
Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...
Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.
À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.
Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...
https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
"Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... "

Identifique a alternativa que indica CORRETAMENTE o significado da expressão "aquele não era o pássaro que ela amava".
 

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4029808 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol
Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...
Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.
Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.
Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.
O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.
E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.
https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo." Analise as afirmativas sobre o texto "A origem do Sol".

I. O texto apresenta uma explicação de origem mítica para o Sol, típica das tradições indígenas, em que fenômenos naturais são explicados por meio de histórias humanas e sobrenaturais.
II. Os personagens do texto são retratados como pessoas prestativas e carinhosas, mostrando uma boa relação familiar.
III. No texto observa-se traição dentro das relações familiares.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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4029807 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol
Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...
Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.
Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.
Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.
O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.
E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.
https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"A festa da moça nova, um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a 'moças' ou 'jovens mulheres'..."

Assinale a alternativa CORRETA que traduz a expressão 'ritual', no contexto em que foi utilizado.
 

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4029806 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol
Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...
Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.
Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.
Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.
O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.
E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.
https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim..."

Identifique a alternativa CORRETA sobre o tema que será apresentado:
 

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4029805 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol
Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...
Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.
Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.
Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.
O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.
E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.
https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens."

Após a leitura do texto sobre a origem do sol, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto apresenta uma explicação simbólica para a origem de um elemento da natureza.
II. A tia lançou uma maldição contra o sobrinho, fazendo com que ele fosse transformado em fogo.
III. A tinta de urucum é realmente capaz de transformar qualquer pessoa em fogo.
IV. A tia pretendia transformar o sobrinho em um astro celeste; por isso, obrigou-o a ingerir o líquido.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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4029804 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que sempre temos espaço para uma sobremesa, segundo anatomista?


Você se afasta da mesa depois do almoço de Natal, satisfeito com o excelente banquete.
Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim.
De alguma forma, não importa o quanto você tenha comido, sempre parece haver espaço para a sobremesa.
Por quê? O que há em algo doce que nos tenta a dizer "vamos nessa", mesmo quando cheios?
Os japoneses capturam isso perfeitamente com a palavra betsubara , que significa "estômago separado"
Anatomicamente falando, não existe um compartimento extra, mas a sensação de ainda ter espaço para o pudim é tão comum que merece uma explicação científica.

Longe de ser imaginário, esse sentimento reflete uma série de processos fisiológicos e psicológicos que, juntos, tornam a sobremesa excepcionalmente atraente, mesmo quando o prato principal parece ter nos levado ao limite da saciedade.
Um bom ponto de partida é o próprio estômago. Muitas pessoas o imaginam como um saco de tamanho fixo que se enche constantemente até não poder mais, como se mais uma garfada o fizesse transbordar.
Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar.
Ao começarmos a comer, o estômago passa por um processo de "acomodação gástrica": a musculatura lisa relaxa, criando capacidade extra sem um grande aumento de pressão.

Crucialmente, alimentos macios e doces exigem pouquíssima digestão mecânica.
Um prato principal pesado pode fazer o estômago se sentir distendido, mas uma sobremesa leve, como sorvete ou mousse, mal exige esforço do estômago, permitindo que ele relaxe ainda mais para criar espaço.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gkg0ed91jo adaptado
"Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar."

Segundo as informações apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que o estômago:
 

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4029803 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que sempre temos espaço para uma sobremesa, segundo anatomista?


Você se afasta da mesa depois do almoço de Natal, satisfeito com o excelente banquete.
Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim.
De alguma forma, não importa o quanto você tenha comido, sempre parece haver espaço para a sobremesa.
Por quê? O que há em algo doce que nos tenta a dizer "vamos nessa", mesmo quando cheios?
Os japoneses capturam isso perfeitamente com a palavra betsubara , que significa "estômago separado"
Anatomicamente falando, não existe um compartimento extra, mas a sensação de ainda ter espaço para o pudim é tão comum que merece uma explicação científica.

Longe de ser imaginário, esse sentimento reflete uma série de processos fisiológicos e psicológicos que, juntos, tornam a sobremesa excepcionalmente atraente, mesmo quando o prato principal parece ter nos levado ao limite da saciedade.
Um bom ponto de partida é o próprio estômago. Muitas pessoas o imaginam como um saco de tamanho fixo que se enche constantemente até não poder mais, como se mais uma garfada o fizesse transbordar.
Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar.
Ao começarmos a comer, o estômago passa por um processo de "acomodação gástrica": a musculatura lisa relaxa, criando capacidade extra sem um grande aumento de pressão.

Crucialmente, alimentos macios e doces exigem pouquíssima digestão mecânica.
Um prato principal pesado pode fazer o estômago se sentir distendido, mas uma sobremesa leve, como sorvete ou mousse, mal exige esforço do estômago, permitindo que ele relaxe ainda mais para criar espaço.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gkg0ed91jo adaptado
"Mesmo após um banquete pesado, muitas pessoas ainda conseguem comer um pouco de sobremesa. O estômago é capaz de se expandir, e alimentos macios e doces exigem pouca digestão mecânica. Os japoneses chamam essa sensação de betsubara , que significa 'estômago separado'."

A partir do texto, é CORRETO afirmar que:
 

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4029802 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que sempre temos espaço para uma sobremesa, segundo anatomista?


Você se afasta da mesa depois do almoço de Natal, satisfeito com o excelente banquete.
Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim.
De alguma forma, não importa o quanto você tenha comido, sempre parece haver espaço para a sobremesa.
Por quê? O que há em algo doce que nos tenta a dizer "vamos nessa", mesmo quando cheios?
Os japoneses capturam isso perfeitamente com a palavra betsubara , que significa "estômago separado"
Anatomicamente falando, não existe um compartimento extra, mas a sensação de ainda ter espaço para o pudim é tão comum que merece uma explicação científica.

Longe de ser imaginário, esse sentimento reflete uma série de processos fisiológicos e psicológicos que, juntos, tornam a sobremesa excepcionalmente atraente, mesmo quando o prato principal parece ter nos levado ao limite da saciedade.
Um bom ponto de partida é o próprio estômago. Muitas pessoas o imaginam como um saco de tamanho fixo que se enche constantemente até não poder mais, como se mais uma garfada o fizesse transbordar.
Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar.
Ao começarmos a comer, o estômago passa por um processo de "acomodação gástrica": a musculatura lisa relaxa, criando capacidade extra sem um grande aumento de pressão.

Crucialmente, alimentos macios e doces exigem pouquíssima digestão mecânica.
Um prato principal pesado pode fazer o estômago se sentir distendido, mas uma sobremesa leve, como sorvete ou mousse, mal exige esforço do estômago, permitindo que ele relaxe ainda mais para criar espaço.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gkg0ed91jo adaptado
"Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim."

De acordo com o texto, sempre há espaço para uma sobremesa. A partir disso, identifique a alternativa CORRETA.
 

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4030160 Ano: 2026
Disciplina: Psicologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Riacho Almas-PE
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Os Grupos Operativos, teorizados por Enrique Pichon-Rivière, focam na tarefa. Sobre os papéis que emergem na dinâmica grupal (Porta-voz, Bode Expiatório, Líder e Sabotador), analise as afirmativas a seguir:

I. O Porta-voz é o membro que, em determinado momento, denuncia ou expressa as ansiedades e necessidades latentes do grupo, falando por si, mas refletindo o processo grupal implícito.
II. O Bode Expiatório é o depositário dos aspectos negativos ou atemorizantes do grupo, sobre o qual os demais membros projetam suas culpas e dificuldades para preservar a autoimagem positiva.
III. O Sabotador é aquele que assume a liderança da mudança, facilitando a realização da tarefa e combatendo as resistências do grupo contra o novo.

Está CORRETO o que se afirma em:
Questão Anulada

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