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Na sintaxe da Língua Portuguesa, as Orações Subordinadas Substantivas são chamadas assim porque exercem função sintática própria de substantivo em relação à oração principal (PESTANA, 2013). Diante disso, analise os períodos abaixo, atentando para as orações destacadas.

1) O certo é que todos querem a saúde.

2) Foi assim que o professor ensinou a matéria.

3) Esperamos que você chegue no horário.

4) Todos tinham certeza de que ela diria sim.

5) Temos um grande sonho, que você passe neste concurso.

6) Não te informaram de que a prova seria hoje?

Após leitura dos períodos acima, classificamos as Orações Subordinadas Substantivas em destaque, respectivamente, como:

 

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2153289 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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O teste de Bowie-Dick, que é um indicador químico tipo II, verifica em uma autoclave a vapor com sistema de pré-vácuo, a presença de gases não condensáveis e alerta para a falha na remoção do ar dentro da câmara. Portanto, o monitoramento do processo de esterilização, com indicador biológico deve ser realizado com qual frequência?

 

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2153288 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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De acordo com as novas diretrizes de 2015, da American Heart Association a respeito do suporte básico de vida; qual a profundidade das compressões torácicas em um adulto médio?

 

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2153287 Ano: 2022
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Uma gestante com 20 semanas de gestação está contra indicada receber a seguinte vacina:

 

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2153286 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Assinale a alternativa correta:

 

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2153285 Ano: 2022
Disciplina: Enfermagem
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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De acordo com o manual de Acolhimento e Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência, no Brasil, o método mais utilizado para triagem é o protocolo de Manchester. Portanto, um paciente que recebeu classificação amarela, qual o tempo máximo de espera para atendimento?

 

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Educação: reprovada

Lya Luft

Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.

Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?

De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.

Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.

Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.

Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?

Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir à escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/augusto-nunes/8216-educacao-reprovada-8217-um-artigo-de-lya-luft/.

No texto “Educação: reprovada”, ao fazer uma crítica sobre as condições em que se encontram a educação, no Brasil, Lya Luft afirma que o indivíduo alfabetizado é aquele que:

 

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2230530 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Para autores como Jean Piaget, Vygotsky e Henry Wallon as concepções sobre criança e infância são construções sociais, históricas e culturais que se consolidam nos diferentes contextos nos quais são produzidas e a partir de múltiplas variáveis como etnia, classe social, gênero e condições socioeconômicas das quais as crianças fazem parte. Considerando tais elementos e a sua relação com a imagem de criança construída no tempo e na história, pode-se afirmar a existência de múltiplas infâncias e de várias formas de ser criança. Portanto, sobre a concepção de infância, ao longo da história da educação, é correto afirmar que:

Questão Anulada

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2230523 Ano: 2022
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB

Quais das alternativas NÃO é atribuição dos ACS.

Questão Anulada

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Segundo a RDC nº 222/2018, o Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de saúde. Portanto, quais as cores dos sacos destinados para o descarte dos resíduos pertencentes ao grupo A.

Questão Anulada

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