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Foram encontradas 134 questões.

1625695 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Vulnerabilidade não é sinônimo de passividade

Proponho refletir sobre a vulnerabilidade do ser humano ressaltando uma importante diferença: quem é frágil, dependente de uma pessoa ou situação ou submisso a alguém é vulnerável, mas não passivo. Crianças pequenas têm vulnerabilidades, mas são ativas, competentes, aprendem, brincam e reagem – fazendo escolhas – aos estímulos do mundo. Alunos são sensíveis ao modo como os adultos da escola se relacionam com eles, à forma que ensinam e administram os recursos necessários às suas aprendizagens e ao seu desenvolvimento, mas não são passivos a isso.

Aprender, gostar das aulas e admirar o professor, fazer o que é proposto... ou então deixar de aprender, ficar doente, ter conduta antissocial e rebelar-se são, nesse sentido, expressões de vulnerabilidade, mas não implicam passividade frente à rotina. Crianças são vulneráveis aos adultos, sobretudo os responsáveis por seus cuidados e Educação. São sensíveis às suas palavras e comportamentos. Se lhes tratam com paciência e compreensão, dão amor, segurança, alegria e proteção, elas se sentem confiantes e interessadas, e isso se torna uma referência para o seu próprio modo de ser. Mas cuidado! Considerar a vulnerabilidade dos pequenos não significa superproteger nem substituir desafios, responsabilidades ou tarefas da vida ao longo de seu percurso.

Crescer, aprender, desenvolver-se, ter experiências e passar por dificuldades são passos importantes. Reconhecer o indivíduo como vulnerável, então, não é justificativa para impedir, facilitar ou evitar ocorrências. Sempre haverá limitações ou deficiências para serem superadas por qualquer um de nós. Assim como somos vulneráveis ao amor e ao cuidado, também somos à maldade e à indiferença, e as consequências disso são negativas.

Adultos agressivos, violentos, abusivos, displicentes, irregulares ou ambivalentes em seu jeito de tratar crianças e jovens também têm influência sobre eles. Transmitem-lhes um modelo de agir. Se batem, são irônicos e dizem palavras feias a respeito de crianças e jovens, esses tendem a acreditar nessas mensagens e a se desvalorizar. São vulneráveis e frágeis a um meio ambiente tóxico, que não oferece segurança ou conforto nem cuidados de saúde, Educação ou vida comunitária. Há também uma vulnerabilidade “neutra”, sem consequências positivas nem negativas, que precisa ser tolerada ou aceita por ser uma marca de nossa condição, uma característica do ser vivo.

Trata-se de lembrar que nascemos, ficamos doentes, envelhecemos e morremos. Que a cada dia temos de nos alimentar, cuidar da higiene, descansar. Que somos ignorantes mesmo em um mundo repleto de recursos e informações. Que dependemos uns dos outros. Vulnerabilidade aqui supõe o exercício da compaixão, do respeito mútuo, da colaboração e da empatia para com todos e para consigo mesmo. Espero que essa reflexão possa estimular observações, práticas e discussões sobre o tema, tão importante e complexo. Quais formas de vulnerabilidade se expressam? Como diferenciar amor e cuidado de superproteção e negação das vicissitudes do ser e do aprender? Como diferenciar autoridade e responsabilidade adultas de formas agressivas ou indiferentes de estabelecer limites? Como ver, na fragilidade de nossa condição humana, as infinitas e criativas possibilidades de ser e interagir com os outros e as coisas?


(Lino de Macedo. Disponível em: http://novaescolaclube.org.br/revistas/nova-escola/289/contraponto/vulnerabilidade-nao-e-sinonimo-de-passividade. Acesso em: 25/02/2016.)

Proponho refletir sobre a vulnerabilidade do ser humano ressaltando uma importante diferença: quem é frágil, dependente de uma pessoa ou situação ou submisso a alguém é vulnerável, mas não passivo.” (1º§) Em se tratando dos dois-pontos usados no trecho anterior, é correto afirmar que anunciam

 

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1625694 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Dados do Ministério da Saúde mostram que a cada ano são notificados aproximadamente 70 mil casos novos de tuberculose no Brasil e ocorrem cerca de 4,6 mil mortes em decorrência da doença. A prova tuberculínica é um teste diagnóstico indicado na investigação da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis no adulto e na investigação da infecção latente e da doença tuberculose em crianças, além de poder ser utilizada em estudos epidemiológicos. São medidas de precaução padrão recomendadas na aplicação da prova tuberculínica, EXCETO:

 

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1625693 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Uma das atribuições do enfermeiro na unidade básica de saúde para o efetivo controle do câncer de mama é realizar o exame clínico das mamas. Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, são considerados os principais achados nesse exame que necessitam de referência urgente para investigação diagnóstica, EXCETO:

 

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1625692 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Na assistência à anticoncepção, o enfermeiro desenvolve atividades educativas, de aconselhamento e clínicas. O método contraceptivo que utiliza a identificação do período fértil do ciclo menstrual a partir da observação da periodicidade do ciclo e da duração média de quatorze dias da fase lútea, conhecido como “tabelinha” é:

 

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1625691 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Vulnerabilidade não é sinônimo de passividade

Proponho refletir sobre a vulnerabilidade do ser humano ressaltando uma importante diferença: quem é frágil, dependente de uma pessoa ou situação ou submisso a alguém é vulnerável, mas não passivo. Crianças pequenas têm vulnerabilidades, mas são ativas, competentes, aprendem, brincam e reagem – fazendo escolhas – aos estímulos do mundo. Alunos são sensíveis ao modo como os adultos da escola se relacionam com eles, à forma que ensinam e administram os recursos necessários às suas aprendizagens e ao seu desenvolvimento, mas não são passivos a isso.

Aprender, gostar das aulas e admirar o professor, fazer o que é proposto... ou então deixar de aprender, ficar doente, ter conduta antissocial e rebelar-se são, nesse sentido, expressões de vulnerabilidade, mas não implicam passividade frente à rotina. Crianças são vulneráveis aos adultos, sobretudo os responsáveis por seus cuidados e Educação. São sensíveis às suas palavras e comportamentos. Se lhes tratam com paciência e compreensão, dão amor, segurança, alegria e proteção, elas se sentem confiantes e interessadas, e isso se torna uma referência para o seu próprio modo de ser. Mas cuidado! Considerar a vulnerabilidade dos pequenos não significa superproteger nem substituir desafios, responsabilidades ou tarefas da vida ao longo de seu percurso.

Crescer, aprender, desenvolver-se, ter experiências e passar por dificuldades são passos importantes. Reconhecer o indivíduo como vulnerável, então, não é justificativa para impedir, facilitar ou evitar ocorrências. Sempre haverá limitações ou deficiências para serem superadas por qualquer um de nós. Assim como somos vulneráveis ao amor e ao cuidado, também somos à maldade e à indiferença, e as consequências disso são negativas.

Adultos agressivos, violentos, abusivos, displicentes, irregulares ou ambivalentes em seu jeito de tratar crianças e jovens também têm influência sobre eles. Transmitem-lhes um modelo de agir. Se batem, são irônicos e dizem palavras feias a respeito de crianças e jovens, esses tendem a acreditar nessas mensagens e a se desvalorizar. São vulneráveis e frágeis a um meio ambiente tóxico, que não oferece segurança ou conforto nem cuidados de saúde, Educação ou vida comunitária. Há também uma vulnerabilidade “neutra”, sem consequências positivas nem negativas, que precisa ser tolerada ou aceita por ser uma marca de nossa condição, uma característica do ser vivo.

Trata-se de lembrar que nascemos, ficamos doentes, envelhecemos e morremos. Que a cada dia temos de nos alimentar, cuidar da higiene, descansar. Que somos ignorantes mesmo em um mundo repleto de recursos e informações. Que dependemos uns dos outros. Vulnerabilidade aqui supõe o exercício da compaixão, do respeito mútuo, da colaboração e da empatia para com todos e para consigo mesmo. Espero que essa reflexão possa estimular observações, práticas e discussões sobre o tema, tão importante e complexo. Quais formas de vulnerabilidade se expressam? Como diferenciar amor e cuidado de superproteção e negação das vicissitudes do ser e do aprender? Como diferenciar autoridade e responsabilidade adultas de formas agressivas ou indiferentes de estabelecer limites? Como ver, na fragilidade de nossa condição humana, as infinitas e criativas possibilidades de ser e interagir com os outros e as coisas?


(Lino de Macedo. Disponível em: http://novaescolaclube.org.br/revistas/nova-escola/289/contraponto/vulnerabilidade-nao-e-sinonimo-de-passividade. Acesso em: 25/02/2016.)

No título do texto tem-se, EXCETO:

 

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1625690 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Os adjuvantes são um dos componentes de algumas vacinas e têm o objetivo de:

 

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1625689 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Os Sistemas de Classificação em Enfermagem têm contribuído para promover a autonomia dos enfermeiros. De acordo com o exposto, assinale a afirmativa correta.

 

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1625688 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Uma das alterações que podem ocorrer no sistema digestivo dos idosos é o presbiesôfago que tem como principal sintoma:

 

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1625687 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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O enfoque principialista da bioética baseia-se nos princípios:

 

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1625686 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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A transcendência, que é um dos critérios utilizados para a inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória, é expressa por algumas características apresentadas pelas doenças e agravos, entre elas, a severidade que é medida pelas taxas de:

 

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