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A ilustração abaixo, ironicamente, o processo de votação durante a República Velha no Brasil, conhecido como voto de cabresto, que significava:

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“Na tentativa de conter a queda, o governo federal comprou grande parte dos estoques dos produtores e queimou 80 milhões de sacas do produto. A ideia era queimar para diminuir a oferta e aumentar o preço internacional, porque o Brasil era o maior país exportador” (Marcos Fernandes, coordenador do Centro de Estudos dos Processos de Decisão da FGV-SP).
O produto ao qual o texto faz referência e o motivo da sua queima foram, respectivamente:
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“Eu sou pela mais rígida disciplina. Devemos impor a nós próprios a mais férrea disciplina, porque doutro modo não temos o direito de impô-la à Nação. E é só através da disciplina da Nação que a Itália poderá fazer-se sentir no concerto das outras nações. A disciplina deve ser aceita. Quando não é aceita, deve impor-se. Repudiamos o dogma democrático de que se deve agir eternamente por meio de prédicas, sermões e sermonetes de natureza mais ou menos liberal”. (Mussolini, 1935).
A mensagem do líder fascista italiano Benito Mussolini a respeito da “disciplina” nos permite inferir que, segundo ele,
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Tendo em vista a realidade latino-americana na década de 1960, observa-se um persistente e preocupante interesse dos Estados Unidos de acompanhar a ação de certos governos da região. Essa fixação dos Estados Unidos na América Latina se devia ao fato de que, nesse momento histórico,
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A política externa do presidente Geisel (1974-1979) inaugurou um novo modelo de diplomacia conhecido como “Pragmatismo Responsável e Ecumênico”. Os conceitos de “responsabilidade” e “ecumenismo” associados à política exterior de Geisel definiam, respectivamente,
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“Saber a história da nação – no caso do Brasil – significava lembrar imediatamente, quando perguntado, quem rezara a primeira missa no Brasil, quem proclamara a Independência, quem proclamara a República, quem libertara os escravos, quem descobrira o Brasil... cultuando, desta forma, personalidades, instituições, datas e lugares.”
(Rosângela Célia Faustino e João Luiz Gasparin, Acta Scientiarum, Maringá, 23(1):157-166, 2001)
O ensino de História norteado pela perspectiva acima, muito comum na sala de aula de História décadas atrás, possui uma matriz filosófica de cunho:
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“A raiz de todo este descontentamento (...) se insere na conjuntura de ascenso das camadas médias urbanas, que passam a se expressar através da atuação da baixa oficialidade que coloca em questão o enfrentamento com o regime oligárquico.”
(Disponível em http://www.historialivre.com/revistahistoriador. Acesso em 8/2/2024).
Pode-se afirmar que o trecho acima:
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Ao assumir a presidência da União Soviética, coube ao presidente Nikita Krushchev imprimir uma mudança radical nas políticas interna e externa, ao preconizar
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Considere que um professor de História introduza o tema “O conflito atual entre a Rússia e a Ucrânia” para uma turma de ensino médio. Certamente, ele fará alusão a dois tópicos essenciais para a compreensão dessa guerra, que são:
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“Os anos compreendidos entre 1917 e 1921 foram marcados por inúmeras greves operárias no mundo.”
(Disponível em htps://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/185531/185695. Acesso em 12 fev. 2024).
Tendo em vista o que se diz no trecho acima, pode-se afirmar que, nesse período,
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