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Foram encontradas 146 questões.

3845579 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Com base nas informações históricas sobre o município de Rio dos Índios, analise as assertivas a seguir:
I. A emancipação de Rio dos Índios ocorreu no dia 20 de março de 1992, por meio do voto secreto de toda a população.
II. A primeira administração política do município foi eleita no mesmo dia da emancipação, conforme disposto na Lei Estadual nº 9547/92.
III. O município de Rio dos Índios está localizado a 11 km de distância do município de Nonoai.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
 

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3845578 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Em uma escola do interior, há 180 alunos matriculados. Para a feira de ciências, a direção solicitou que 35% deles participassem como expositores. Quantos alunos participaram da feira como expositores?
 

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3845577 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Um pedreiro precisa instalar um rodapé ao redor de uma sala retangular que mede 4,25 metros de largura por 5,80 metros de comprimento. Quantos metros de rodapé ele deve comprar, no mínimo, para contornar toda a sala, desconsiderando perdas?
 

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3845576 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Uma escola rural organiza o transporte dos alunos. Um dos trajetos demora 1 hora e 45 minutos. O outro, 2 horas e 15 minutos. Qual é o tempo total gasto pelos dois trajetos?
 

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3845575 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Carlos foi ao mercado e comprou:
• 1 pacote de arroz por R$ 22,90
• 2 litros de leite por R$ 5,50 cada
• 1 pacote de café por R$ 17,40
Quanto ele gastou no total?
 

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3845574 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Duas máquinas em uma fábrica iniciam o funcionamento ao mesmo tempo. A primeira repete o ciclo a cada 12 minutos, e a segunda, a cada 18 minutos. Após quantos minutos elas voltarão a funcionar juntas?
 

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3845573 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Dona Elza preparou 240 docinhos para uma festa de aniversário. Ela deseja dividir igualmente entre 8 bandejas. Quantos docinhos ela colocará em cada bandeja?
 

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3845572 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Durante uma feira de ciências, os alunos de uma escola confeccionaram 1.235 cartazes explicativos sobre os planetas do sistema solar. No dia seguinte, produziram mais 2.408 cartazes. Quantos cartazes foram confeccionados ao todo?
 

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3845571 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A fonologia estuda a relação entre letras e sons na Língua Portuguesa, diferenciando grafemas, fonemas e dígrafos. Na palavra birrentas, há:
 

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3845570 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A ortografia da Língua Portuguesa estabelece regras específicas para o uso do acento gráfico. No trecho “dentro do possível que éramos na época”, a palavra sublinhada recebe acento porque:
 

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