Foram encontradas 146 questões.
Com base nas informações históricas sobre o município de
Rio dos Índios, analise as assertivas a seguir:
I. A emancipação de Rio dos Índios ocorreu no dia 20 de março de 1992, por meio do voto secreto de toda a população.
II. A primeira administração política do município foi eleita no mesmo dia da emancipação, conforme disposto na Lei Estadual nº 9547/92.
III. O município de Rio dos Índios está localizado a 11 km de distância do município de Nonoai.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I. A emancipação de Rio dos Índios ocorreu no dia 20 de março de 1992, por meio do voto secreto de toda a população.
II. A primeira administração política do município foi eleita no mesmo dia da emancipação, conforme disposto na Lei Estadual nº 9547/92.
III. O município de Rio dos Índios está localizado a 11 km de distância do município de Nonoai.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Em uma escola do interior, há 180 alunos matriculados.
Para a feira de ciências, a direção solicitou que 35% deles
participassem como expositores. Quantos alunos participaram
da feira como expositores?
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Um pedreiro precisa instalar um rodapé ao redor de uma
sala retangular que mede 4,25 metros de largura por 5,80
metros de comprimento. Quantos metros de rodapé ele deve
comprar, no mínimo, para contornar toda a sala,
desconsiderando perdas?
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Uma escola rural organiza o transporte dos alunos. Um dos
trajetos demora 1 hora e 45 minutos. O outro, 2 horas e 15
minutos. Qual é o tempo total gasto pelos dois trajetos?
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Carlos foi ao mercado e comprou:
• 1 pacote de arroz por R$ 22,90
• 2 litros de leite por R$ 5,50 cada
• 1 pacote de café por R$ 17,40
Quanto ele gastou no total?
• 1 pacote de arroz por R$ 22,90
• 2 litros de leite por R$ 5,50 cada
• 1 pacote de café por R$ 17,40
Quanto ele gastou no total?
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Duas máquinas em uma fábrica iniciam o funcionamento ao
mesmo tempo. A primeira repete o ciclo a cada 12 minutos, e
a segunda, a cada 18 minutos. Após quantos minutos elas
voltarão a funcionar juntas?
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Dona Elza preparou 240 docinhos para uma festa de
aniversário. Ela deseja dividir igualmente entre 8 bandejas.
Quantos docinhos ela colocará em cada bandeja?
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Durante uma feira de ciências, os alunos de uma escola
confeccionaram 1.235 cartazes explicativos sobre os planetas
do sistema solar. No dia seguinte, produziram mais 2.408
cartazes. Quantos cartazes foram confeccionados ao todo?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
E se...
E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se
eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em
silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse
tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse
escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez
eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo.
Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que
fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos
chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso.
O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do
vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes,
desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo
preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez
pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que
carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de
impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças
birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que
poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é
ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias.
Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas
sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos
tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao
ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem
mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas.
Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do
caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos
queimando logo ali. Pisando em falso numa memória,
tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos
sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje
faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos
movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos,
repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que
já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora
podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos
machucam.
Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar
olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo.
Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos
carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê?
Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas
compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos
metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se
fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
E se...
E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se
eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em
silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse
tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse
escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez
eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo.
Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que
fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos
chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso.
O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do
vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes,
desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo
preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez
pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que
carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de
impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças
birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que
poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é
ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias.
Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas
sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos
tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao
ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem
mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas.
Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do
caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos
queimando logo ali. Pisando em falso numa memória,
tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos
sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje
faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos
movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos,
repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que
já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora
podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos
machucam.
Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar
olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo.
Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos
carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê?
Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas
compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos
metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se
fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
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