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3845569 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A ortoépia estuda a correta separação das sílabas e a acentuação da sílaba tônica nas palavras. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A palavra fantasmas separa-se em fan-tas-mas e tem a sílaba tônica em tas, classificando-se como paroxítona.
II. O vocábulo equivocada divide-se em e-qui-vo-ca-da e apresenta tonicidade em ca, sendo, portanto, paroxítona.
III. A palavra impossibilidades separa-se em im-pos-si-bi-li-da-des e tem como sílaba tônica da, classificando-se como paroxítona.
Está correto o que se afirma em:
 

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3845568 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
No trecho “Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas...”, o termo impossibilidades pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
 

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3845567 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
No período “Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu”, o antônimo de aceitando seria:
 

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3845566 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
O texto articula reflexões existenciais sobre o tempo e a construção da vida. Analise as assertivas:
I. Estar vivo é assumir riscos, errar e corrigir percursos, como parte inevitável do processo de existir.
II. Permanecer fixado em dúvidas passadas representa uma forma de paralisia diante da vida.
III. A metáfora das “lápides e estátuas trincadas” reforça a ideia de que o “e se” mantém o indivíduo preso ao que já está morto.
Está correto o que se afirma em:
 

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3845565 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
A autora estabelece metáforas para refletir sobre a relação humana com erros, escolhas e passado. Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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3845564 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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TEXTO PARA A QUESTÃO.

E se...
        E se eu não tivesse brigado, discutido, me entregue? E se eu tivesse feito diferente, dito de outra forma, me retirado em silêncio? E se eu não tivesse aceitado o conselho, tivesse tomado uma decisão por mim mesmo ou ainda, se tivesse escutado o que me diziam, talvez hoje fosse diferente? Talvez eu não estaria aqui escrevendo e você não estivesse aí lendo. Não nos damos conta de que se não tivéssemos feito o que fizemos, dentro do possível que éramos na época, não teríamos chegado até aqui do jeito que chegamos. O “e se” é suspenso. O agitamos feito um papel manteiga que se dobra diante do vento. Tentar prever algo, saber de antemão é congelar a vida.
        Construímos tensões ao longo do tempo. Ficamos tristes, desapontados, frustrados. Somos uma espécie de taças sendo preenchidas e esvaziadas constante e silenciosamente. Talvez pudéssemos pensar que o “e se” funciona como ruínas que carregamos dentro de nós. Somos tão cheios de impossibilidades e nos demoramos nelas feito crianças birrentas que insistem em algo que já passou. Pensar no que poderia ter acontecido se tivéssemos feito de outro modo é ficar velando ossos. O tempo revira a vida todos os dias. Precisamos aprender a passar por nossas ruínas internas sabendo por onde pisamos, aceitando o que se perdeu. Temos tanto medo de morrer, mas nem nos damos conta de que ao ficarmos fixados no “e se”, flertamos com o que já não tem mais vida alguma e nos assombra feito fantasmas. Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos.
        Estar vivo é errar. Ninguém nasce com o mapa do caminho. Vamos inventando aos poucos. Acertando aqui, nos queimando logo ali. Pisando em falso numa memória, tropeçando numa escolha equivocada, correndo atrás dos sonhos. Se conseguirmos olhar para traz e pensar que hoje faríamos de outro jeito, eis a constatação de que estamos nos movimentando. Mesmo que estejamos andando em círculos, repetindo, repetindo. Até que um dia nos damos conta de que já passamos por esta mesma paisagem muitas vezes. Agora podemos reconhecer por onde andam os buracos que nos machucam.
        Invocar o “e se” é permanecer voltado para trás. É ficar olhando para lápides e estátuas trincadas cobertas de musgo. Talvez pudéssemos nos permitir a perguntar: “e agora”? Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de si, mas para quê? Nossos cacos da infância, restos de histórias interrompidas compõem nosso chão, é fato, mas mais do que sermos metamorfoses ambulantes, somos trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem o tempo todo
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
O texto utiliza a expressão “e se” como eixo central de reflexão. Nesse contexto, é correto afirmar que:
 

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3845563 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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A dengue é uma doença viral com forte impacto epidemiológico no Brasil. O paciente com dengue deve ser orientado a ingerir bastante líquido, manter repouso e procurar imediatamente atendimento em caso de sinais de alarme, como:
 

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3845562 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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Analise as assertivas a seguir, com base no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem:
I. O profissional deve exercer a profissão com justiça, compromisso, equidade, resolutividade, dignidade, competência, responsabilidade, honestidade e lealdade.
II. O profissional tem o dever de comunicar formalmente ao Conselho Regional de Enfermagem e aos órgãos competentes fatos que infrinjam dispositivos éticos-legais e que possam prejudicar o exercício profissional e a segurança à saúde da pessoa, família e coletividade.
III. O profissional deve prestar assistência de Enfermagem sem discriminação de qualquer natureza, respeitando o direito de autonomia da pessoa ou de seu representante legal na tomada de decisão.
IV. O profissional deve registrar no prontuário informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar de forma clara, objetiva, cronológica, legível, completa e sem rasuras.
Está correto o que se afirma em:
 

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3845561 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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A hipertensão arterial sistêmica é considerada um dos maiores problemas de saúde pública. Sobre sua prevenção e atendimento, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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3845560 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Rio Índios-RS
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O Diabetes Mellitus tipo 2 é uma das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil. Em relação aos cuidados de enfermagem e sinais clínicos, assinale a alternativa correta.
 

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