Foram encontradas 60 questões.
2350002
Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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A doença de Alzheimer caracteriza-se por apresentar:
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2350001
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Sem prejuízo da ação penal cabível, é inaplicável a seguinte pena para os atos de improbidade administrativa:
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2350000
Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Durante a execução de suas atividades, um instrumentista de sistemas, com o tornozelo imobilizado por uma entorse do futebol de fim de semana, ao subir uma escada de marinheiro para uma calibração, sente dor e escorrega, piorando a lesão e afastando-se do trabalho. Nessa situação, cabe ao médico:
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2349999
Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Para não dormir no ponto
A modernidade e os benefícios que a acompanham – como os que nos conectam 24 horas por dia ao mundo todo – podem atrapalhar muito nosso repouso noturno. Junto com o uso exagerado de toda essa evolução estão o estresse, a pressa, a agenda superatarefada, o ritmo sempre acelerado que mexe com o nosso relógio biológico. É o que indica uma pesquisa realizada em 2014 pelas universidades de Oxford, Cambridge, Harvard, Manchester e Surrey. O estudo concluiu que dormimos, em média, duas horas a menos por noite do que há 60 anos. Antigamente, a média de sono era de nove horas por dia, enquanto, hoje, um adulto saudável dorme, em média, sete horas. Precisamos estar tão ligados com tudo o tempo todo que não queremos perder tempo dormindo e ignoramos a importância de boas horas de sono. Não levamos em consideração todos os graves problemas que a falta de noites de sono pode causar, principalmente em longo prazo. Ainda há divergência, porém, entre os especialistas sobre a quantidade de horas para um descanso ideal. Apesar de termos aquela média, sempre dita, de sete a oito horas por dia, muitos médicos acreditam que elas dependem de cada paciente, pois há indivíduos que ficam satisfeitos com apenas cinco horas de sono, por exemplo, enquanto outros necessitam de dez horas. Por isso, deve-se ressaltar que não só a quantidade de horas de sono é importante, mas também a qualidade. Cada pessoa deve dormir a quantidade de horas adequada para si, desde que sejam bem dormidas, que o descanso seja verdadeiro. “Todos nós já tivemos a experiência de dormir alguns minutos e termos a sensação de descanso, ou de dormirmos horas e, ao despertarmos, a sensação de cansaço permanecer. Sentir sono durante o dia não é normal e significa que o corpo não descansou adequadamente à noite, e isso pode causar pequenos acidentes de trabalho ou diminuir seu rendimento e concentração”, explica o dr. Salomão Carui. (...)
A insônia, segundo o dr. Carui, pode estar associada a outros transtornos como síndrome das pernas inquietas, síndrome da sonolência excessiva diurna, obesidade, apneia do sono, narcolepsia e sonambulismo. “O ideal é procurar ajuda médica, pois, ao eliminar essas causas, o sono volta a ser reparador e o sintoma de cansaço durante o dia deixa de ser frequente”, explica. O profissional a ser procurado deve ser especialista em medicina do sono, costumeiramente otorrinolaringologista, pneumologista, neurologista, psicólogo e psiquiatra. A psicóloga Carla Ribeiro explica que, na verdade, a pessoa é que percebe como estão seus hábitos noturnos, se ela está conseguindo dormir à noite ou não. Assim que notar, deve procurar um médico e passar essas informações para que ele faça o diagnóstico. Conforme o dr. Carui, isso pode ser feito por meio de um diário, preenchido pelo próprio paciente. Investigações especializadas também podem ser feitas dormindo em laboratórios de sono para determinar com exatidão o que acontece. Além disso, podem ser solicitados exames clínicos, como polissonografia. “Caso o paciente tenha dificuldade para iniciar no sono, fica deitado por uma hora ou mais virando de um lado para o outro, acorda durante a noite e tem dificuldade de dormir novamente, acorda muito cedo, não se sente revigorado ao acordar ou se sente irritado, letárgico, preguiçoso e ansioso durante o dia, podemos dizer que ele sofre de insônia”, ensina o otorrino. O psicanalista Paulo Miguel Velasco diz que esse mal pode ser classificado em três tipos: agudo – quando dura de uma noite até algumas semanas; intermitente – se esses episódios passam a ocorrer de tempos em tempos; e crônico – quando ocorrem frequentemente e duram mais de um mês.
Adaptado de: Guia minha saúde: ansiedade, depressão e
insônia. 10. Ed. São Paulo: IBC, 2015. p. 64-66.
Na frase “Além disso, podem ser solicitados exames clínicos, como polissonografia.”, a palavra em destaque é formada com o uso do radical grego poli-, diferentemente do que ocorre em:
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2349998
Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Português
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Para não dormir no ponto
A modernidade e os benefícios que a acompanham – como os que nos conectam 24 horas por dia ao mundo todo – podem atrapalhar muito nosso repouso noturno. Junto com o uso exagerado de toda essa evolução estão o estresse, a pressa, a agenda superatarefada, o ritmo sempre acelerado que mexe com o nosso relógio biológico. É o que indica uma pesquisa realizada em 2014 pelas universidades de Oxford, Cambridge, Harvard, Manchester e Surrey. O estudo concluiu que dormimos, em média, duas horas a menos por noite do que há 60 anos. Antigamente, a média de sono era de nove horas por dia, enquanto, hoje, um adulto saudável dorme, em média, sete horas. Precisamos estar tão ligados com tudo o tempo todo que não queremos perder tempo dormindo e ignoramos a importância de boas horas de sono. Não levamos em consideração todos os graves problemas que a falta de noites de sono pode causar, principalmente em longo prazo. Ainda há divergência, porém, entre os especialistas sobre a quantidade de horas para um descanso ideal. Apesar de termos aquela média, sempre dita, de sete a oito horas por dia, muitos médicos acreditam que elas dependem de cada paciente, pois há indivíduos que ficam satisfeitos com apenas cinco horas de sono, por exemplo, enquanto outros necessitam de dez horas. Por isso, deve-se ressaltar que não só a quantidade de horas de sono é importante, mas também a qualidade. Cada pessoa deve dormir a quantidade de horas adequada para si, desde que sejam bem dormidas, que o descanso seja verdadeiro. “Todos nós já tivemos a experiência de dormir alguns minutos e termos a sensação de descanso, ou de dormirmos horas e, ao despertarmos, a sensação de cansaço permanecer. Sentir sono durante o dia não é normal e significa que o corpo não descansou adequadamente à noite, e isso pode causar pequenos acidentes de trabalho ou diminuir seu rendimento e concentração”, explica o dr. Salomão Carui. (...)
A insônia, segundo o dr. Carui, pode estar associada a outros transtornos como síndrome das pernas inquietas, síndrome da sonolência excessiva diurna, obesidade, apneia do sono, narcolepsia e sonambulismo. “O ideal é procurar ajuda médica, pois, ao eliminar essas causas, o sono volta a ser reparador e o sintoma de cansaço durante o dia deixa de ser frequente”, explica. O profissional a ser procurado deve ser especialista em medicina do sono, costumeiramente otorrinolaringologista, pneumologista, neurologista, psicólogo e psiquiatra. A psicóloga Carla Ribeiro explica que, na verdade, a pessoa é que percebe como estão seus hábitos noturnos, se ela está conseguindo dormir à noite ou não. Assim que notar, deve procurar um médico e passar essas informações para que ele faça o diagnóstico. Conforme o dr. Carui, isso pode ser feito por meio de um diário, preenchido pelo próprio paciente. Investigações especializadas também podem ser feitas dormindo em laboratórios de sono para determinar com exatidão o que acontece. Além disso, podem ser solicitados exames clínicos, como polissonografia. “Caso o paciente tenha dificuldade para iniciar no sono, fica deitado por uma hora ou mais virando de um lado para o outro, acorda durante a noite e tem dificuldade de dormir novamente, acorda muito cedo, não se sente revigorado ao acordar ou se sente irritado, letárgico, preguiçoso e ansioso durante o dia, podemos dizer que ele sofre de insônia”, ensina o otorrino. O psicanalista Paulo Miguel Velasco diz que esse mal pode ser classificado em três tipos: agudo – quando dura de uma noite até algumas semanas; intermitente – se esses episódios passam a ocorrer de tempos em tempos; e crônico – quando ocorrem frequentemente e duram mais de um mês.
Adaptado de: Guia minha saúde: ansiedade, depressão e
insônia. 10. Ed. São Paulo: IBC, 2015. p. 64-66.
No segmento “O psicanalista Paulo Miguel Velasco diz que esse mal pode ser classificado...”, a palavra em destaque é um termo:
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2349997
Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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A relação entre o número de casos de uma doença e a população exposta a adoecer denomina-se coeficiente de:
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2349996
Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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Os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público serão estáveis após o decurso do seguinte tempo de efetivo exercício:
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2349995
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei. As receitas do município do Rio de Janeiro, destinadas à seguridade social, constarão do orçamento:
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2349994
Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Português
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Para não dormir no ponto
A modernidade e os benefícios que a acompanham – como os que nos conectam 24 horas por dia ao mundo todo – podem atrapalhar muito nosso repouso noturno. Junto com o uso exagerado de toda essa evolução estão o estresse, a pressa, a agenda superatarefada, o ritmo sempre acelerado que mexe com o nosso relógio biológico. É o que indica uma pesquisa realizada em 2014 pelas universidades de Oxford, Cambridge, Harvard, Manchester e Surrey. O estudo concluiu que dormimos, em média, duas horas a menos por noite do que há 60 anos. Antigamente, a média de sono era de nove horas por dia, enquanto, hoje, um adulto saudável dorme, em média, sete horas. Precisamos estar tão ligados com tudo o tempo todo que não queremos perder tempo dormindo e ignoramos a importância de boas horas de sono. Não levamos em consideração todos os graves problemas que a falta de noites de sono pode causar, principalmente em longo prazo. Ainda há divergência, porém, entre os especialistas sobre a quantidade de horas para um descanso ideal. Apesar de termos aquela média, sempre dita, de sete a oito horas por dia, muitos médicos acreditam que elas dependem de cada paciente, pois há indivíduos que ficam satisfeitos com apenas cinco horas de sono, por exemplo, enquanto outros necessitam de dez horas. Por isso, deve-se ressaltar que não só a quantidade de horas de sono é importante, mas também a qualidade. Cada pessoa deve dormir a quantidade de horas adequada para si, desde que sejam bem dormidas, que o descanso seja verdadeiro. “Todos nós já tivemos a experiência de dormir alguns minutos e termos a sensação de descanso, ou de dormirmos horas e, ao despertarmos, a sensação de cansaço permanecer. Sentir sono durante o dia não é normal e significa que o corpo não descansou adequadamente à noite, e isso pode causar pequenos acidentes de trabalho ou diminuir seu rendimento e concentração”, explica o dr. Salomão Carui. (...)
A insônia, segundo o dr. Carui, pode estar associada a outros transtornos como síndrome das pernas inquietas, síndrome da sonolência excessiva diurna, obesidade, apneia do sono, narcolepsia e sonambulismo. “O ideal é procurar ajuda médica, pois, ao eliminar essas causas, o sono volta a ser reparador e o sintoma de cansaço durante o dia deixa de ser frequente”, explica. O profissional a ser procurado deve ser especialista em medicina do sono, costumeiramente otorrinolaringologista, pneumologista, neurologista, psicólogo e psiquiatra. A psicóloga Carla Ribeiro explica que, na verdade, a pessoa é que percebe como estão seus hábitos noturnos, se ela está conseguindo dormir à noite ou não. Assim que notar, deve procurar um médico e passar essas informações para que ele faça o diagnóstico. Conforme o dr. Carui, isso pode ser feito por meio de um diário, preenchido pelo próprio paciente. Investigações especializadas também podem ser feitas dormindo em laboratórios de sono para determinar com exatidão o que acontece. Além disso, podem ser solicitados exames clínicos, como polissonografia. “Caso o paciente tenha dificuldade para iniciar no sono, fica deitado por uma hora ou mais virando de um lado para o outro, acorda durante a noite e tem dificuldade de dormir novamente, acorda muito cedo, não se sente revigorado ao acordar ou se sente irritado, letárgico, preguiçoso e ansioso durante o dia, podemos dizer que ele sofre de insônia”, ensina o otorrino. O psicanalista Paulo Miguel Velasco diz que esse mal pode ser classificado em três tipos: agudo – quando dura de uma noite até algumas semanas; intermitente – se esses episódios passam a ocorrer de tempos em tempos; e crônico – quando ocorrem frequentemente e duram mais de um mês.
Adaptado de: Guia minha saúde: ansiedade, depressão e
insônia. 10. Ed. São Paulo: IBC, 2015. p. 64-66.
Em “Precisamos estar tão ligados com tudo o tempo todo que não queremos perder tempo dormindo...”, o conectivo em destaque estabelece, entre a oração que inicia e a anterior, uma relação de:
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Questão presente nas seguintes provas
2349993
Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Medicina
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Pref. Rio Janeiro-RJ
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O objetivo da investigação de epidemias é:
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