Em uma determinada escola, no início do ano, professores se
organizavam para planejar a proposta pedagógica para o
ano letivo. Um grupo de professores entregou à Coordena-
ção Pedagógica sua listagem de conteúdos que seriam desenvolvidos
ao longo do ano e preparava-se para ir embora.
A direção da escola solicitou que permanecessem para a reunião
de planejamento com todo o corpo docente. A diretora
tomou essa iniciativa baseada na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação nº 9394, de 20 de novembro de 1996, que anuncia
em seu Art. 13, que docentes incumbir-se-ão de:
O Parecer da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional
de Educação nº 04 de 1998 esclarece que os sistemas de
ensino possuem autonomia para desenvolver suas áreas
curriculares. Contudo, deixa claro que as propostas pedagógicas
das escolas devem integrar bases teóricas que favoreçam a organização
dos conteúdos do paradigma curricular da Base Nacional
Comum e sua Parte Diversificada, visando ser coerente:
Normalmente, quando nos referimos ao desenvolvimento de
uma criança, o que buscamos compreender é até onde a criança já
chegou, em termos de um percurso que, supomos, será percorrido
por ela. Assim, observamos seu desempenho em diferentes tarefas e
atividades, como por exemplo: ela já sabe andar? Já sabe amarrar
sapatos? Já sabe construir uma torre com cubos de diversos tamanhos?
Quando dizemos que a criança já sabe realizar determinada
tarefa, referimo-nos à sua capacidade de realizá-la sozinha. Por exemplo,
se observamos que a criança já sabe amarrar sapatos, está
implícita a ideia de que ela sabe amarrar sapatos, sozinha, sem necessitar
de ajuda de outras pessoas.
OLIVEIRA, Martha Kolh de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sóciohistórico.
São Paulo: Scipione, 1991. Pág. 11
O trecho apresenta uma das categorias de análise usada por
Vygotsky ao estudar o desenvolvimento humano, que é:
José Carlos Libâneo, em seu livro Didática, declara:
(...) A ação de planejar, portanto, não se reduz ao simples
preenchimento de formulários para controle administrativo; é, antes,
a atividade consciente de previsão das ações docentes (...)
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1990. Pág.222
Nesse trecho, o autor destaca uma das características do planejamento
pedagógico, que é:
Um professor de matemática, utilizando-se do clima olímpico
da cidade, trouxe o gráfico abaixo para leitura e compreensão
de suas turmas de 6º ano.
Dessa forma, o professor atende aos objetivos principais das
Orientações Curriculares da Rede Municipal de Ensino da Cidade
do Rio de Janeiro, em sua área de conhecimento, que são:
“Palavras (...) não racham cabeças, (...) não são capazes de
matar. Em contrapartida, este novo palco tem o poder” (terceiro
parágrafo). Os verbos em destaque estão flexionados no presente
do modo indicativo. Considerando o contexto, é correto
afirmar que esse tempo verbal foi empregado para:
“Não havia nada que pudesse fazer para o ajudar.” (primeiro
parágrafo). Essa frase inicia-se por uma oração desprovida
de sujeito, e o verbo em destaque é denominado de impessoal.
Também é impessoal o verbo da frase:
A preposição é um elemento de ligação que colabora para o
sentido do enunciado. Em: “o rapaz pedalava para salvar a
vida” (primeiro parágrafo), a preposição traz uma ideia diferente
da que expressa em:
Quanto ao processo de formação da palavra descampado
(primeiro parágrafo), observa-se que é formada por
parassíntese, processo mediante o qual acrescenta-se simultaneamente
um prefixo e um sufixo ao radical da palavra primitiva.
O seguinte vocábulo também é formado por derivação
parassintética: