Foram encontradas 340 questões.
Os valores (em milhares de reais) dos bônus
recebidos por oito funcionários foram: 2,8 – 3,1 –
3,4 – 3,5 – 3,9 – 4,2 – 5,0 – 6,3. Qual é a mediana
desse conjunto?
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3746617
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: DECORP
Orgão: Pref. Rodrigues Alves-AC
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: DECORP
Orgão: Pref. Rodrigues Alves-AC
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Em uma turma com 180 alunos, 95 falam
inglês, 80 falam espanhol e 70 falam francês.
Destes, 40 falam inglês e espanhol, 30 falam
inglês e francês, 25 falam espanhol e francês, e 15
falam os três idiomas. Quantos alunos não falam
nenhum desses idiomas?
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Um percurso de 7,2 km equivale a quantos
metros?
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Dois triângulos semelhantes têm razão de
semelhança 3 : 5. Sabendo que o menor tem área
27 cm², qual a área do maior?
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3746614
Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: DECORP
Orgão: Pref. Rodrigues Alves-AC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: DECORP
Orgão: Pref. Rodrigues Alves-AC
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Um valor inicial de R$ 100,00 sofre aumento
de 10 % em janeiro e, depois, 20 % em fevereiro.
Qual o valor final?
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Complete a frase de acordo com a
concordância verbal correta:
“Mais de um aluno ______ aprovado no exame final.”
“Mais de um aluno ______ aprovado no exame final.”
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Assinale a alternativa cuja pontuação está
correta segundo a norma-padrão:
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No período “Era tão cedo que ninguém havia
chegado ainda”, qual alternativa reescreve a frase
preservando integralmente o sentido e a relação
entre as ideias?
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O Menino no Espelho (1982)
Toda manhã, antes de ir à escola,
Fernando parava alguns segundos diante do
espelho oval da cômoda. Gostava de ver a si
mesmo como se fosse outro garoto, gêmeo
escondido do lado de lá do vidro, pronto para
aventuras que a realidade não oferecia. Nessa
quarta-feira sem novidades, porém, tomou um
susto: o menino do espelho piscou para ele.
— Não faça isso! — sussurrou, olhando
para trás para se certificar de que a porta estava
fechada.
O reflexo sorriu e ergueu a mão direita num
convite silencioso. Fernando, curioso, aproximou
o rosto até quase tocar o vidro. Sentiu um frio na
barriga, como quando se está na fila da
montanha-russa. No instante seguinte, estava do
outro lado, dentro do quarto espelhado, onde tudo
era igual e diferente: a luz tinha cor de madrugada,
os móveis pareciam desenhados a lápis e havia
um cheiro leve de chuva.
O outro Fernando — agora do lado de cá
— ajeitou o uniforme, pegou a pasta escolar e saiu
assobiando pelo corredor. O verdadeiro ficou
atônito. Tentou voltar, mas a superfície refletora
endureceu como gelo. Resolveu explorar. Ao abrir
a janela, viu ruas invertidas: as letras das placas
corriam ao contrário, e as pessoas caminhavam
de trás para diante, rindo de piadas contadas ao
avesso.
Pensou na aula de aritmética que perderia,
nos gritos da professora, mas concluiu que nem a
tabuada valia tanto quanto aquele mistério.
Sentou-se na escrivaninha e encontrou um lápis
que escrevia palavras de trás para frente. Horas
depois, o espelho vibrou como lagoa tocada por
pedrinhas. Sem hesitar, atravessou de novo para
o quarto normal. O outro Fernando já voltara da
escola e dormia. Ninguém acreditaria. Sorriu,
prometendo guardar segredo com seu parceiro de
vidro.
Fonte: SABINO, Fernando. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Rocco, 1982. (Adaptado)
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O Menino no Espelho (1982)
Toda manhã, antes de ir à escola,
Fernando parava alguns segundos diante do
espelho oval da cômoda. Gostava de ver a si
mesmo como se fosse outro garoto, gêmeo
escondido do lado de lá do vidro, pronto para
aventuras que a realidade não oferecia. Nessa
quarta-feira sem novidades, porém, tomou um
susto: o menino do espelho piscou para ele.
— Não faça isso! — sussurrou, olhando
para trás para se certificar de que a porta estava
fechada.
O reflexo sorriu e ergueu a mão direita num
convite silencioso. Fernando, curioso, aproximou
o rosto até quase tocar o vidro. Sentiu um frio na
barriga, como quando se está na fila da
montanha-russa. No instante seguinte, estava do
outro lado, dentro do quarto espelhado, onde tudo
era igual e diferente: a luz tinha cor de madrugada,
os móveis pareciam desenhados a lápis e havia
um cheiro leve de chuva.
O outro Fernando — agora do lado de cá
— ajeitou o uniforme, pegou a pasta escolar e saiu
assobiando pelo corredor. O verdadeiro ficou
atônito. Tentou voltar, mas a superfície refletora
endureceu como gelo. Resolveu explorar. Ao abrir
a janela, viu ruas invertidas: as letras das placas
corriam ao contrário, e as pessoas caminhavam
de trás para diante, rindo de piadas contadas ao
avesso.
Pensou na aula de aritmética que perderia,
nos gritos da professora, mas concluiu que nem a
tabuada valia tanto quanto aquele mistério.
Sentou-se na escrivaninha e encontrou um lápis
que escrevia palavras de trás para frente. Horas
depois, o espelho vibrou como lagoa tocada por
pedrinhas. Sem hesitar, atravessou de novo para
o quarto normal. O outro Fernando já voltara da
escola e dormia. Ninguém acreditaria. Sorriu,
prometendo guardar segredo com seu parceiro de
vidro.
Fonte: SABINO, Fernando. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Rocco, 1982. (Adaptado)
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