Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Rosário Limeira-MG
Marcelina trabalha como agente de endemias na prefeitura do município Y e passou por uma cirurgia de extração de pedras na vesícula. Por esse motivo, ela retirou licença-saúde de 20 dias, contados sem interrupção. Sendo assim, se a licença de Marcelina iniciar sua contagem em uma quarta-feira e ela retornar ao trabalho no dia seguinte ao último dia de licença, em que dia da semana Marcelina irá voltar a trabalhar?
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Rosário Limeira-MG
Dentre as alternativas apresentadas a seguir, qual NÃO pertence ao grupo lógico das demais?
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Karina comprou um computador em 15 prestações mensais, cada uma no valor de R$ 154,00. Após pagar 4 prestações do computador, ela decidiu quitar o pagamento junto com a quinta parcela, pois havia recebido um bônus em seu trabalho que lhe permite realizar esse adiantamento. Dessa forma, qual será o valor que Karina irá desembolsar para quitar o computador?
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Ao promover um Concurso Público para a contratação de 25 novos funcionários para o setor de serviços gerais, a prefeitura do município Y passará a contar com um total de funcionários nesse setor que corresponde a 5/4 da quantidade de funcionários antes do Concurso Público. Com base nessa situação hipotética, pode-se concluir que o total de funcionários no setor de serviços gerais, após o Concurso Público, será de:
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Leia a charge a seguir:

Em “Afinal, o que faz um professor?”, o ponto de interrogação foi empregado para:
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O professor do futuro
O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
O verdadeiro professor é um inspirador.
Suas aulas são poéticas, proféticas.
Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.
(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em
01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Questão 09 “[...] mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.” (4º§) Assinale, a seguir, a alternativa que evidencia o significado oposto da expressão destacada.
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O professor do futuro
O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
O verdadeiro professor é um inspirador.
Suas aulas são poéticas, proféticas.
Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.
(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em
01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Substantivos são palavras que se referem aos nomes. Afinal, todos os seres, objetos, fenômenos e lugares que nos cercam são nomeados por algum termo. Considerando que eles podem variar em gênero (feminino e masculino), trata-se de palavra transcrita do texto que se apresenta no feminino:
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O professor do futuro
O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
O verdadeiro professor é um inspirador.
Suas aulas são poéticas, proféticas.
Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.
(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em
01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Considerando a norma culta da Língua Portuguesa, assinale a afirmativa que apresenta ERRO de ortografia.
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O professor do futuro
O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
O verdadeiro professor é um inspirador.
Suas aulas são poéticas, proféticas.
Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.
(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em
01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Em “Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.” (8º§), o termo assinalado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
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O professor do futuro
O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
O verdadeiro professor é um inspirador.
Suas aulas são poéticas, proféticas.
Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.
(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em
01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Considerando o fragmento “Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.” (2º§), podemos afirmar que a expressão destacada exprime circunstância de:
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