Foram encontradas 180 questões.
2153540
Ano: 2022
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Responda a próxima questão de acordo com o Estatuto da
Criança e do Adolescente (ECA):
Verificada a prática de ato infracional, a autoridade competente poderá aplicar ao adolescente as seguintes medidas, dentre outras:
I- advertência; obrigação de reparar o dano. II-prestação de serviços à comunidade; liberdade assistida. III-inserção em regime de semi-liberdade. IV-internação em estabelecimento educacional.
São corretas as afirmativas:
Verificada a prática de ato infracional, a autoridade competente poderá aplicar ao adolescente as seguintes medidas, dentre outras:
I- advertência; obrigação de reparar o dano. II-prestação de serviços à comunidade; liberdade assistida. III-inserção em regime de semi-liberdade. IV-internação em estabelecimento educacional.
São corretas as afirmativas:
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2153490
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Sobre a PEC 32, assinale a alternativa correta:
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPronomes de Tratamento
- SintaxeConcordância Verbal e Nominal
Na redação oficial, os pronomes de tratamento apresentam certas peculiaridades. Embora se refiram à _________ pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a _________ pessoa. Preenche as lacunas corretamente, respectivamente:
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Sobre a redação oficial, pode-se afirmar que:
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Numa sala de aula, a razão entre o número de meninos e meninas é 3 para
4. Se a sala de aula tem 35 alunos, o número de meninos é:
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O número 3/4 está representado na forma fracionária. Uma outra maneira de
representar este mesmo valor é na forma decimal. A representação de 3/4 na
forma decimal é:
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Assalto a Banco
Alô? Quem tá falando?
— Aqui é o ladrão.
— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o
dono do banco. Tem algum funcionário aí?
— Não, os funcionário tá tudo refém.
— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um
salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não
encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar
uma palavrinha com um deles?
— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro
olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
— Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o
lugar mais seguro pra se comandar assalto!
— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma
informação sobre juro.
— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno.
Assalto a banco, vez ou outra um sequestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá
pra Brasília.
— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão
cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor
pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou
pagar de taxa.
— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto
eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil.
Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na
base da intimidação e da chantagem, saca?
— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um
título de capitalização, né?
— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o
teu galho.
(um minuto depois)
— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
— Puxa, que incrível!
— Incrive por que? Tu achava que era menos?
— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que,
pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour
Elise'.
— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente
e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá
ligado?
— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
— Nadica de nada, já ta tudo acertado!
— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
— Ih, sujou! Puliça!
— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o
Governo e estraga tudo!
Luis Fernando Verissimo
Leia o texto “Assalto a Banco”, em seguida responda a questão:
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Assalto a Banco
Alô? Quem tá falando?
— Aqui é o ladrão.
— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o
dono do banco. Tem algum funcionário aí?
— Não, os funcionário tá tudo refém.
— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um
salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não
encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar
uma palavrinha com um deles?
— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro
olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
— Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o
lugar mais seguro pra se comandar assalto!
— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma
informação sobre juro.
— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno.
Assalto a banco, vez ou outra um sequestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá
pra Brasília.
— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão
cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor
pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou
pagar de taxa.
— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto
eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil.
Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na
base da intimidação e da chantagem, saca?
— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um
título de capitalização, né?
— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o
teu galho.
(um minuto depois)
— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
— Puxa, que incrível!
— Incrive por que? Tu achava que era menos?
— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que,
pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour
Elise'.
— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente
e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá
ligado?
— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
— Nadica de nada, já ta tudo acertado!
— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
— Ih, sujou! Puliça!
— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o
Governo e estraga tudo!
Luis Fernando Verissimo
Leia o texto “Assalto a Banco”, em seguida responda a questão:
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Conjunto de documentos, em tramitação ou não, que, pelo seu valor
primário, é objeto de consultas frequentes pela entidade que o produziu, a
quem compete a sua administração. Trata-se:
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Pode-se afirmar que administração pública:
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