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Considere um quadro clínico caracterizado por alteração de percepção de espaço, cor, sons e tempo; euforia leve, sensação de bem-estar, relaxamento, riso fácil, aumento de apetite, boca seca, hiperemia conjuntival e hipertensão supina em jovens. Frequentemente este quadro é compatível com intoxicação por:
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Em relação ao suicídio, assinale a alternativa CORRETA.
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Sobre as afirmações:
I-Um dos primeiros pontos que Jung discordou de Freud foi quanto a natureza da libido, Jung não concordava que a libido era basicamente uma energia sexual, mas sim uma energia de vida ampla e indiferenciada.
II-A psicologia analítica foi fundada por Jung em 1913, ao publicar uma obra (“Metamorfoses e símbolos da libido”) em que expõe abertamente suas próprias ideias.
III-De um modo geral, os conteúdos que o ego rejeita tornam-se sombra, os que aceita, tornam-se persona. Se a sombra é o rosto que ocultamos nas relações com os outros, a persona é o que revelamos. A sombra possui qualidades pouco recomendáveis às convenções sociais, já a persona é compatível com estas convenções.
IV-Para Jung a Personalidade é um produto, é como um depositário do passado ancestral (Inconsciente Coletivo) O ser humano hoje é concebido e moldado em sua forma presente pelas experiências acumuladas através de gerações passadas.
São corretas:
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Para a teoria Freudiana o ponto de contato entre a energia do corpo e a da personalidade é:
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Personalidade Histriônica, apresenta os seguintes critérios gerais para diagnóstico:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
Leia o poema de Raimundo Correia e responda a alternativa correta:
MAL SECRETO
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N'alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse, o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
CORREIA , Raimundo. Poesia Completa e Prosa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1961, p.135-136.
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Observe a charge abaixo e responda:

http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/tirinha-da- mafalda(1).jpg
No terceiro quadrinho a fala do personagem poderia ser substituída mantendo o sentido por:
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Leia o texto abaixo para responder as questões 22 e 23.
A escola que não ensina
Os índices de educação no Brasil continuam a trazer más surpresas. Muitos falam no aumento da quantidade de crianças e jovens que vão às escolas. Mas por trás desse avanço do ingresso de alunos ainda estão muitas distorções. O IBGE revelou na semana passada que mais de 2,1 milhões de estudantes, com idade entre sete e 14 anos, podem ser considerados analfabetos. Em outras palavras: são jovens que frequentam ou estão matriculados em instituições de ensino, mas não estão aprendendo. O quadro é desolador: basta verificar que este número corresponde a 87,2% dos 2,4 milhões de analfabetos que o Brasil tem na faixa de idade entre sete e 14 anos. Os outros 300 mil estão à margem, absolutamente fora do sistema de ensino. Nos números do instituto dá para se notar ainda que cerca de 30% das crianças com sete anos matriculadas nas escolas não sabem ler e escrever. Essa é considerada a idade fundamental na trajetória de formação dos jovens. E logo nessa faixa etária os números não são nada animadores. Em especial quando se olha para a parte de cima do mapa. A desigualdade social e regional do País tem impacto forte nas estatísticas. No Nordeste do Brasil, o índice dos analfabetos de sete anos sobe para 44%. No Norte, para 39,6%.
O que o trabalho do IBGE traduz essencialmente é que as autoridades, o Estado e o sistema como um todo têm falhado no objetivo básico da educação. Seja pelo conteúdo didático inadequado, seja pela falta de investimentos na formação dos professores, pela má qualidade das estruturas educacionais ou pelo conjunto dessas deficiências. A educação, como todos sabem, é a pedra fundamental no desenvolvimento de qualquer país. E o Brasil tem demorado a fazer o salto de padrão nessa área – podendo vir a comprometer todo o resto. O orçamento destinado pelo governo para tirar o atraso, que vem de décadas de descaso, está longe do ideal. A sociedade, em um grande mutirão que reúna a iniciativa pública e privada, tem que se mobilizar para reverter essa realidade. E um dos caminhos é afastar da frente a ideia da escola que não ensina, que serve apenas como fachada de marketing para interesses eleitoreiros. Já seria um bom começo.
Carlos José Marques, (Revista Época) EDIÇÃO Nº 2710 22/12
Analise a frase a seguir retirada do texto acima e marque a alternativa correta sobre orações coordenadas e subordinadas. “são jovens que frequentam ou estão matriculados em instituições de ensino, mas não estão aprendendo”. A parte em destaque pode ser considerada como:
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Leia o texto abaixo para responder as questões 22 e 23.
A escola que não ensina
Os índices de educação no Brasil continuam a trazer más surpresas. Muitos falam no aumento da quantidade de crianças e jovens que vão às escolas. Mas por trás desse avanço do ingresso de alunos ainda estão muitas distorções. O IBGE revelou na semana passada que mais de 2,1 milhões de estudantes, com idade entre sete e 14 anos, podem ser considerados analfabetos. Em outras palavras: são jovens que frequentam ou estão matriculados em instituições de ensino, mas não estão aprendendo. O quadro é desolador: basta verificar que este número corresponde a 87,2% dos 2,4 milhões de analfabetos que o Brasil tem na faixa de idade entre sete e 14 anos. Os outros 300 mil estão à margem, absolutamente fora do sistema de ensino. Nos números do instituto dá para se notar ainda que cerca de 30% das crianças com sete anos matriculadas nas escolas não sabem ler e escrever. Essa é considerada a idade fundamental na trajetória de formação dos jovens. E logo nessa faixa etária os números não são nada animadores. Em especial quando se olha para a parte de cima do mapa. A desigualdade social e regional do País tem impacto forte nas estatísticas. No Nordeste do Brasil, o índice dos analfabetos de sete anos sobe para 44%. No Norte, para 39,6%.
O que o trabalho do IBGE traduz essencialmente é que as autoridades, o Estado e o sistema como um todo têm falhado no objetivo básico da educação. Seja pelo conteúdo didático inadequado, seja pela falta de investimentos na formação dos professores, pela má qualidade das estruturas educacionais ou pelo conjunto dessas deficiências. A educação, como todos sabem, é a pedra fundamental no desenvolvimento de qualquer país. E o Brasil tem demorado a fazer o salto de padrão nessa área – podendo vir a comprometer todo o resto. O orçamento destinado pelo governo para tirar o atraso, que vem de décadas de descaso, está longe do ideal. A sociedade, em um grande mutirão que reúna a iniciativa pública e privada, tem que se mobilizar para reverter essa realidade. E um dos caminhos é afastar da frente a ideia da escola que não ensina, que serve apenas como fachada de marketing para interesses eleitoreiros. Já seria um bom começo.
Carlos José Marques, (Revista Época) EDIÇÃO Nº 2710 22/12
O texto acima “A escola que não ensina”, é classificado como:
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Confidência do Itabirano
- “Alguns anos vivi em Itabira.
- Principalmente nasci em Itabira
- Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.
- Noventa por cento de ferro nas calçadas.
- Oitenta por cento de ferro nas almas.
- E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.
- A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,
- vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.
- E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,
- é doce herança itabirana.
- De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:
- esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil,
- este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;
- este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;
- este orgulho, esta cabeça baixa...
- Tive ouro, tive gado, tive fazendas.
- Hoje sou funcionário público.
- Itabira é apenas uma fotografia na parede.
- Mas como dói!”
ANDRADE, Carlos Drummond de. Confidência do itabirano. In:_____. Obra completa. 2. ed. Rio de Janeiro, Aguilar, 1967. p. 101-2.
Observe a posição dos pronomes - me, nos, te, vos, se, o(s), a(s), lhe(s) - em relação ao verbo, do que resulta a próclise, a mesóclise e a ênclise. De acordo com a sequência das frases, marque a alternativa correta sobre a colocação pronominal:
I-Não o vi daquele jeito. Mas isso me lembrava de alguém. (Mesóclise e próclise nas duas frases).
II-Ontem me avisaram que ninguém viria. Orgulhar-me-ia das melhores amigas. (Próclise e Mesóclise nas duas frases).
III-Quando terminar, chamem-nos aqui. Quando te falaram que era tudo mentira? (Mesóclise e Próclise nas duas frases).
IV-Alguns lhes deixaram triste. Quem te falou sobre a festa? (Próclise e Próclise nas duas frases).
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