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Confidência do Itabirano
- “Alguns anos vivi em Itabira.
- Principalmente nasci em Itabira
- Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.
- Noventa por cento de ferro nas calçadas.
- Oitenta por cento de ferro nas almas.
- E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.
- A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,
- vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.
- E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,
- é doce herança itabirana.
- De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:
- esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil,
- este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;
- este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;
- este orgulho, esta cabeça baixa...
- Tive ouro, tive gado, tive fazendas.
- Hoje sou funcionário público.
- Itabira é apenas uma fotografia na parede.
- Mas como dói!”
ANDRADE, Carlos Drummond de. Confidência do itabirano. In:_____. Obra completa. 2. ed. Rio de Janeiro, Aguilar, 1967. p. 101-2.
No poema acima no verso (6) “E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação”. Pode-se dizer que a origem da palavra em destaque, no processo de formação de palavras ocorre em sua derivação por:
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Confidência do Itabirano
- “Alguns anos vivi em Itabira.
- Principalmente nasci em Itabira
- Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.
- Noventa por cento de ferro nas calçadas.
- Oitenta por cento de ferro nas almas.
- E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.
- A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,
- vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.
- E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,
- é doce herança itabirana.
- De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:
- esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil,
- este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;
- este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;
- este orgulho, esta cabeça baixa...
- Tive ouro, tive gado, tive fazendas.
- Hoje sou funcionário público.
- Itabira é apenas uma fotografia na parede.
- Mas como dói!”
ANDRADE, Carlos Drummond de. Confidência do itabirano. In:_____. Obra completa. 2. ed. Rio de Janeiro, Aguilar, 1967. p. 101-2.
No texto acima o autor fala do lugar em que viveu, e para isso, é feito o uso de alguns recursos, como: estilísticos, gramaticais e recursos de pontuações que contribuem para a compreensão e interpretação textual, sendo assim, marque a alternativa correta.
I-É utilizada pelo poeta uma linguagem conotativa, na qual alguns versos foram elaborados no sentido figurado.
II-O poema apresenta um sentido denotativo, com ausência de figuras de linguagem que traz uma compreensão singular.
III-O poeta traz elementos comuns da vida cotidiana, apresenta sentimentos melancólicos no decorrer do poema e para tais características faz uso de figuras de linguagem.
IV-No poema é usada uma linguagem informal, sem necessidade de recursos estilísticos para construção de sentidos.
Sobre as opções acima é correto afirma que:
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I-Universalidade de acesso aos serviços de saúde somente na assistência preventiva.
II-Integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
III-Igualdade de assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
IV-Participação da comunidade.
São corretas as afirmativas:
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I-prevenir, detectar e controlar infecções.
II-remover tecidos desvitalizados.
III-prevenir o acúmulo de secreções.
IV-aliviar a dor e o estresse psicológico.
São corretas as afirmativas:
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I-Os sintomas coincidem com um período da vida que também é marcado por mudanças dinâmicas na função hormonal e reprodutiva que se interconectam com o processo de envelhecimento, alterações no metabolismo, comportamentos de estilo de vida e saúde em geral.
II-São manifestações clássicas de deficiência de estrogênio e a queixa predominante de mulheres na perimenopausa.
III-O fogacho é uma sensação transitória e repentina de calor que se espalha por todo corpo, principalmente no pescoço, rosto e tórax.
IV-Em média, as mulheres apresentam fogacho por um período de 6 meses a 2 anos, mas podem durar até 10 anos ou mais.
São corretas as afirmativas:
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