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629358
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Rubelita-MG
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A questão refere-se à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, incluindo a redação dada pela Lei 12.796, de 2013, e pela Lei 11.700, de 2008.
Conforme a LDBEN, deve ser garantida vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir do dia em que completar:
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A superelevação tem como objetivo fazer frente à força centrífuga nos trechos em curva das pistas de rolamento. O valor máximo para a superelevação das curvas em rodovias Classe I, em regiões planas e onduladas, é:
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No número natural x = 541n2, qual é o algarismo que substitui n, de modo que x seja divisível por 9?
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
SOMOS TODOS DESONESTOS
Era uma vez um jovem honesto e idealista que, um dia, descontente com o rumo do país, resolveu entrar para a política. Seu objetivo: mudar o país para melhor. Em sua terceira campanha eleitoral, finalmente se elegeu vereador.
Eleito, ele começou a enfrentar dificuldades na Câmara Legislativa Municipal. Três anos depois, nada do que propôs havia sequer sido votado, quanto mais aprovado. Enquanto isso, vários de seus colegas aprovavam tudo o que queriam, normalmente apenas em benefício próprio. As eleições se aproximavam e, com elas, a necessidade de financiamento para a próxima campanha eleitoral e de alguma realização para apresentar a seus eleitores. Ele resolveu que, em nome de um bem maior, seu projeto de um país melhor, por uma única vez, aceitaria participar de um esquema ilícito para aprovar seu projeto e financiar sua campanha. Afinal, o que era uma única “pequena” irregularidade em relação a seu importante e grandioso projeto?
Depois disso, ele se elegeu deputado estadual, deputado federal e há mais de 20 anos é senador. Neste meio tempo, aprovou inúmeros projetos. Hoje, é rico, poderoso e invejado. O jovem que 40 anos antes quis entrar para a política para mudar o país não o reconheceria. Ele virou político para combater pessoas como a que ele mesmo acabou se tornando.
Cercado por outros corruptos, hoje ele sequer acha que o que faz é corrupção. É apenas a forma como as coisas são feitas. Nós, seres humanos, temos a habilidade de acostumarmo-nos com quase qualquer situação, o que é muito útil para lidar com as mudanças que a vida sempre traz. Infelizmente, essa habilidade vem com um grande ônus. Nós nos acostumamos e consideramos normal o que a maioria está fazendo, principalmente se incluir nosso próprio grupo social. Até ao nazismo, em um dado contexto histórico, muitos acabaram se acostumando e vários até aderindo.
No Brasil, acostumamo-nos com a corrupção. A percepção é que a maioria é corrupta. Trouxas são os que não aproveitam as oportunidades de benefícios próprios que determinados cargos ou situações criam. Essa percepção acaba determinando as ações de muitos e criando uma profecia auto-realizável. Se você acha que essa história só vale para políticos e empreiteiros, atire a primeira pedra quem nunca traiu a namorada, colou na prova ou guiou no acostamento.
O mesmo sujeito que joga uma garrafa na rua e se queixa de como sua cidade está suja, não joga nem uma bituca de cigarro e elogia a limpeza quando viaja para Miami ou Cingapura. O padrão aqui é sujar e reclamar. Lá, é cuidar e elogiar. A pessoa é a mesma.
Precisamos criar condições que estimulem os comportamentos que queremos. A cidade de Nova York, onde morei por quase dez anos, é famosa por ter reduzido radicalmente a criminalidade e a sujeira com tolerância zero a ambas. Aqui, precisamos estender a tolerância zero a todos os padrões errados com os quais nos acostumamos. Aceitando pequenos delitos abrimos a porta para delitos cada vez mais graves, até que eles se tornam a norma.
No Japão, um político corrupto sente tanta vergonha quando descoberto que, muitas vezes, suicida-se. No Brasil, até recentemente, políticos corruptos sequer temiam ser punidos.
Tomara que a Operação Lava-Jato e punições severas aos culpados comecem a criar uma nova cultura no país, mas se queremos realmente que o país mude, temos antes de mais nada que ser a mudança que queremos ver.
(Fonte: AMORIM, Ricardo. Somos todos desonestos. Revista Istoé. 14 jun. 2015.)
Releia o trecho: “Aceitando pequenos delitos abrimos a porta para delitos cada vez mais graves, até que eles se tornam a norma.” A palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por, EXCETO
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O sujeito submete-se a qualquer procedimento destinado a descobrir os fatores subjacentes que respondem por comportamento, especialmente comportamento perturbado. Esse procedimento denomina-se
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No transporte de !$ 335m^3 !$ de areia são utilizados 5 caminhões. Para transportar !$ 1340m^3 !$ de areia, num mesmo período de tempo, quantos caminhões iguais aos primeiros serão necessários?
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De acordo com a Portaria nº 2.616, de 12 de maio de 1998, no que diz respeito à organização do Programa de Controle de Infecção Hospitalar, marque a alternativa CORRETA.
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Leia o texto abaixo.
RECEITA DE BRIGADEIRO

INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de margarina
7 colheres rasas das de sopa de achocolatado ou 4 colheres de sopa de chocolate
Chocolate granulado para fazer bolinhas
MODO DE PREPARO
1- Coloque em uma panela funda o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó.
2- Cozinhe em fogo médio e mexa sem parar com uma colher de pau.
3- Cozinhe até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela.
4- Deixe esfriar bem, então passe margarina nas mãos, faça as bolinhas e envolva-as em chocolate granulado.
5- As forminhas você encontra em qualquer supermercado.
Disponível em tudogostoso.com.br Acesso em 26 jun. 2015.
O texto acima tem o objetivo de
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No seu livro Compreensão de leitura: a língua como procedimento, traduzido por Fátima Murad, Ana Teberoski apresenta um texto de Isabel Solé, no qual a autora, falando em desfrutar da leitura, assim argumenta: “Falou-se tantas vezes que é muito difícil que as crianças leiam havendo tantos concorrentes mais atrativos que os livros (a televisão, o vídeo games, etc.) que parece que às vezes ‘jogamos a toalha’ antes de tentar ajudar os alunos a conhecerem o prazer de ler”. Entre as alternativas apresentadas pela autora para resgatar o prazer pela leitura, NÃO se encontra:
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Raul de Carvalho e Maria Villela Iamamoto (2001), no livro Relações Sociais e Serviço Social no Brasil, esclarecem que o aprofundamento do capitalismo trouxe, “como necessidade inerente a seu processar, uma nova racionalidade, por meio da qual a questão social deve ser conduzida”. Os argumentos dos referidos autores direcionam o entendimento de que essa “nova racionalidade no atendimento da questão social” explicita-se quando:
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