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TEXTO I
Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
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TEXTO I
Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
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TEXTO I
Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
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Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
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TEXTO I
Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
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TEXTO I
Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
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TEXTO I
Aula de religião
Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro.
Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas:
não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com
outro.
A aula de religião não contava ponto nem influía
na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.
Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro
horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha
com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A
classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.
(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
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TEXTO III
INIMIGOS
O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era
“Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria
contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto
pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
— Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
— Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de
chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao
seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
— A mulher aqui...
Ou, às vezes:
— Esta mulherzinha...
Mas nunca Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos,
mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O
tempo usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher
por “Ela”.
— Ela odeia o Charles Bronson.
— Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão
para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e
a apontar com o queixo.
— Essa aí...
E apontava com o queixo,
— Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca
com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa,
depois outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
— Aquilo...
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada.
Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
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TEXTO III
INIMIGOS
O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era
“Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria
contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto
pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
— Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
— Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de
chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao
seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
— A mulher aqui...
Ou, às vezes:
— Esta mulherzinha...
Mas nunca Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos,
mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O
tempo usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher
por “Ela”.
— Ela odeia o Charles Bronson.
— Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão
para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e
a apontar com o queixo.
— Essa aí...
E apontava com o queixo,
— Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca
com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa,
depois outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
— Aquilo...
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada.
Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
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INIMIGOS
O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era
“Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria
contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto
pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
— Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
— Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de
chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao
seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
— A mulher aqui...
Ou, às vezes:
— Esta mulherzinha...
Mas nunca Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos,
mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O
tempo usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher
por “Ela”.
— Ela odeia o Charles Bronson.
— Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão
para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e
a apontar com o queixo.
— Essa aí...
E apontava com o queixo,
— Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca
com um certo desdém.(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não mata na hora. Vai tirando uma asa,
depois outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
— Aquilo...
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Novas comédias da vida privada.
Porto Alegre: L&PM,1996.p.70-71.
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