Foram encontradas 40 questões.
Considere o texto a seguir para responder à questão.
A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da
tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela
São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais,
desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a
culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas
tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos
publicados em livro e rapidamente alardeados pelos
jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas
demais piscando no monitor, a abundância de informação é
um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito
Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por
responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das
circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir
nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso
conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada
para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e,
além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais
internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem
a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política
internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de
casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma
questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro,
agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite
terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda
do celular, que guarda nossos contatos, endereços e
compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos
outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta
memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que
quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como
mantê-la tinindo. A memória não depende de simples
exposição à informação, e sim do processamento ativo dela,
que precisa receber atenção, ser associada a outras
informações, e ainda ser considerada importante pelo
cérebro. Se não for importante, não entra para a memória.
Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone
que você apenas o digitou em seu celular!
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos
ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada
– e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em
uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre
há mais informação disponível do que conseguimos
processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado,
conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se
manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas
disputando sua atenção a cada instante, por exemplo,
reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das
trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas
da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que
anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um
mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder
imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora,
encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos
não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos
dela
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern
et.html. Adaptado.
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Considere o texto a seguir para responder à questão.
A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da
tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela
São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais,
desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a
culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas
tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos
publicados em livro e rapidamente alardeados pelos
jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas
demais piscando no monitor, a abundância de informação é
um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito
Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por
responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das
circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir
nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso
conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada
para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e,
além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais
internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem
a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política
internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de
casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma
questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro,
agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite
terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda
do celular, que guarda nossos contatos, endereços e
compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos
outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta
memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que
quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como
mantê-la tinindo. A memória não depende de simples
exposição à informação, e sim do processamento ativo dela,
que precisa receber atenção, ser associada a outras
informações, e ainda ser considerada importante pelo
cérebro. Se não for importante, não entra para a memória.
Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone
que você apenas o digitou em seu celular!
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos
ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada
– e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em
uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre
há mais informação disponível do que conseguimos
processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado,
conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se
manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas
disputando sua atenção a cada instante, por exemplo,
reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das
trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas
da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que
anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um
mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder
imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora,
encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos
não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos
dela
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern
et.html. Adaptado.
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1253631
Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Provas:
O Active Directory (AD) do Windows
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Caso um usuário pressione a tecla F12 no Microsoft Word
2010, em sua instalação padrão em português, ele
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Analise as informações a seguir sobre operadores de
pesquisa no site do Google:
I Símbolo (@): procura por tags sociais.
II Símbolo ($): procura por preços.
III Símbolo (*): é um caractere para termos desconhecidos.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Considere o Microsoft Excel 2010, em sua instalação padrão
em português, para resolver a função:
=MÉDIA(2*5;4;7)
O resultado encontrado é:
=MÉDIA(2*5;4;7)
O resultado encontrado é:
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1253627
Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Provas:
Considere uma placa de rede padrão FastEthernet.
A taxa nominal de transferência de dados será no padrão de
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Quanto às ações de enfermagem na troca de curativos
cirúrgicos, no caso de uma ferida com drenagem excessiva,
NÃO é recomendável:
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Para realização de procedimentos cirúrgicos, recomenda-se a
utilização de luvas de:
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Dentre os casos listados a seguir, pode-se destacar como
algumas das contra-indicações para o exercício físico não
supervisionado os seguintes:
I Doença pulmonar obstrutiva crônica.
II Osteoartrite.
III Doença coronária.
IV Estresse.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
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