Foram encontradas 40 questões.
Analise as frases que seguem e, após, assinale a alternativa
que completa CORRETA e respectivamente as lacunas
dessas frases. Considere, para tanto, que todas devem ter
coerência com o contexto do enunciado.
O salva-vidas _____________ e salvou a garotinha que estava se afogando. Essa palavra não tem ______________ circunflexo. Em muitos países há a discussão de se _________________ o uso de entorpecentes ilegais.
O salva-vidas _____________ e salvou a garotinha que estava se afogando. Essa palavra não tem ______________ circunflexo. Em muitos países há a discussão de se _________________ o uso de entorpecentes ilegais.
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Assinale a alternativa em que o emprego da crase esteja
INADEQUADO:
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Considere o texto a seguir para responder à questão.
A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da
tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela
São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais,
desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a
culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas
tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos
publicados em livro e rapidamente alardeados pelos
jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas
demais piscando no monitor, a abundância de informação é
um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito
Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por
responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das
circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir
nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso
conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada
para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e,
além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais
internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem
a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política
internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de
casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma
questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro,
agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite
terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda
do celular, que guarda nossos contatos, endereços e
compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos
outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta
memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que
quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como
mantê-la tinindo. A memória não depende de simples
exposição à informação, e sim do processamento ativo dela,
que precisa receber atenção, ser associada a outras
informações, e ainda ser considerada importante pelo
cérebro. Se não for importante, não entra para a memória.
Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone
que você apenas o digitou em seu celular!
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos
ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada
– e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em
uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre
há mais informação disponível do que conseguimos
processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado,
conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se
manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas
disputando sua atenção a cada instante, por exemplo,
reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das
trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas
da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que
anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um
mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder
imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora,
encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos
não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos
dela
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern
et.html. Adaptado.
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Considere o texto a seguir para responder à questão.
A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da
tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela
São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais,
desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a
culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas
tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos
publicados em livro e rapidamente alardeados pelos
jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas
demais piscando no monitor, a abundância de informação é
um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito
Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por
responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das
circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir
nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso
conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada
para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e,
além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais
internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem
a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política
internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de
casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma
questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro,
agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite
terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda
do celular, que guarda nossos contatos, endereços e
compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos
outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta
memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que
quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como
mantê-la tinindo. A memória não depende de simples
exposição à informação, e sim do processamento ativo dela,
que precisa receber atenção, ser associada a outras
informações, e ainda ser considerada importante pelo
cérebro. Se não for importante, não entra para a memória.
Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone
que você apenas o digitou em seu celular!
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos
ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada
– e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em
uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre
há mais informação disponível do que conseguimos
processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado,
conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se
manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas
disputando sua atenção a cada instante, por exemplo,
reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das
trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas
da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que
anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um
mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder
imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora,
encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos
não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos
dela
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern
et.html. Adaptado.
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a
oração que segue:
Minha irmã deseja que nós ___________________________
Minha irmã deseja que nós ___________________________
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Assinale a frase CORRETA no que diz respeito à
concordância nominal:
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Considere o texto a seguir para responder à questão.
A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da
tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela
São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais,
desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a
culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas
tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos
publicados em livro e rapidamente alardeados pelos
jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas
demais piscando no monitor, a abundância de informação é
um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito
Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por
responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das
circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir
nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso
conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada
para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e,
além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais
internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem
a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política
internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de
casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma
questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro,
agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite
terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda
do celular, que guarda nossos contatos, endereços e
compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos
outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta
memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que
quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como
mantê-la tinindo. A memória não depende de simples
exposição à informação, e sim do processamento ativo dela,
que precisa receber atenção, ser associada a outras
informações, e ainda ser considerada importante pelo
cérebro. Se não for importante, não entra para a memória.
Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone
que você apenas o digitou em seu celular!
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos
ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada
– e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em
uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre
há mais informação disponível do que conseguimos
processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado,
conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se
manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas
disputando sua atenção a cada instante, por exemplo,
reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das
trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas
da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que
anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um
mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder
imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora,
encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos
não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos
dela
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern
et.html. Adaptado.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam
grafadas de forma CORRETA.
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1253595
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Provas:
Em março de 2016, Mitt Romney, ex candidato presidencial
republicano, em um discurso, afirmou que a escolha do mega
empresário bilionário para candidato republicano à
presidência dos EUA "diminuiria amplamente" as perspectivas
de um futuro seguro e próspero para o país. Para Mitt, outros
candidatos republicanos seriam alternativas bem melhores do
que esse empresário bilionário, que ele chamou de "falso,
uma fraude." Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/03/1745901>. Acesso em: 14 mar.2016. Mitt Romney faz referência a qual candidato?
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1253594
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CKM
Orgão: Pref. Salgueiro-PE
Provas:
A Guerra Civil na Síria é um conflito que teve início após uma
sucessão de grandes protestos da população a partir do mês
de janeiro de 2011. Um mês depois, o tom das manifestações
ficou mais agressivo e elas se tornaram rebeliões armadas
influenciadas pelas diversas revoltas que ocorriam ao mesmo
tempo no Oriente Médio.
Disponível em: : <http://www.infoescola.com/historia/guerra-civil-siria>. Acesso em: 24 mar.2016. . Acesso
em: 24 mar.2016.
Como se denominou essas diversas revoltas ocorridas no
Oriente Médio que influenciou a guerra Civil na Síria?
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Cadernos
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