Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assim como “ideia”, qual palavra está corretamente grafada sem acento?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase “O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga” há:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica uma palavra com número correspondente de letras e fonemas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as ocorrências das vírgulas em “É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima, relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de problemas e tomada de decisões”, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Ao alterar “telefones” por “telefone” no trecho “Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos de vida”, quantas outras alterações seriam necessárias para manter a correta concordância?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

A conjunção “Porém” (l. 22) expressa a ideia de ___________ e poderia ser substituída por ___________ sem prejudicar o sentido original do trecho em que ocorre.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir “ocasionais” (l. 25) sem causar alterações significativas ao sentido original do trecho em que o vocábulo aparece.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo sobre o texto:


I.  Especialistas acreditam que a liberação do hormônio cortisol é a causa de estarmos apresentando vícios comportamentais em relação aos smartphones.

II.  O ato de checar o celular repetidamente é indicado porque acalma o indivíduo e as consequências a longo prazo tendem a não ser tão ruins.

III. Sono, autoestima, relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de problemas e tomada de decisões podem ser afetados pelo uso do celular.

IV. Depreende-se, ao longo do texto e dos argumentos nele apresentados, que a autora é favorável à diminuição do número de horas de uso dos aparelhos celulares.


Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Deixar o celular de lado pode lhe render alguns anos de vida



                                                                                                                                       Por Catherine Price

Se você for como a maioria das pessoas, provavelmente decidiu que precisa passar menos

tempo olhando para o celular. É uma boa ideia: um número cada vez maior de evidências sugere

que o tempo passado em smartphones está interferindo em nosso sono, autoestima,

relacionamentos, memória, atenção, criatividade, produtividade e habilidade para resolução de

problemas e tomada de decisões.

Contudo, há outra razão para repensarmos a maneira como lidamos com nossos

aparelhos. Ao elevarem de forma crônica os níveis de cortisol, que é o principal hormônio do

corpo relacionado ao estresse, os telefones podem estar ameaçando a saúde e nos tirando anos

de vida.

Até agora, a maioria das discussões acerca dos efeitos bioquímicos causados por esses

dispositivos tinha como foco a dopamina, um neurotransmissor cerebral que nos ajuda a formar

hábitos – e vícios. Como __ máquinas caça-níqueis, os smartphones e os aplicativos são

projetados especificamente para disparar a liberação de dopamina com o objetivo de dificultar o

desapego dos aparelhos. Tal manipulação da dopamina no organismo é o motivo de muitos

especialistas acreditarem que estamos desenvolvendo vícios comportamentais em relação aos

celulares; no entanto, estes teriam ainda um impacto potencialmente mais alarmante sobre o

cortisol.

O cortisol é o principal hormônio do mecanismo de luta ou fuga. É ele que possibilita as

mudanças fisiológicas, como o aumento da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e do índice

glicêmico, que nos ajudam a reagir e a sobreviver a ameaças críticas do ambiente físico. São

efeitos que podem salvar a vida se você estiver enfrentando um perigo realmente físico – se for

atacado por um touro, por exemplo. Porém, o corpo também libera cortisol em resposta a fatores

de estresse emocional em situações em que uma frequência cardíaca aumentada não vai ser de

grande serventia, como ao pegar o celular e encontrar um e-mail irritado do chefe.

Se ocasionais, os picos de cortisol induzidos pelo celular podem não ser relevantes. Mas,

em média, o americano passa quatro horas por dia encarando o smartphone, além de mantê-lo

ao alcance das mãos praticamente a todo momento, segundo apontou um aplicativo de

rastreamento chamado Moment. “Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho

está __ vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação

ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer

com que essa perturbação desapareça”, esclareceu David Greenfield, professor de psiquiatria

clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut.

Entretanto, apesar de a atitude de checar o celular tranquilizar o indivíduo por um

segundo, as consequências no longo prazo provavelmente serão piores. Esse ciclo, se

continuamente reforçado, conduz a níveis de cortisol cronicamente elevados, fenômeno que, por

sua vez, tem sido associado a um maior risco de desenvolver sérios problemas de saúde,

incluindo depressão, obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade,

pressão alta, ataques cardíacos, demência e AVC.

A boa notícia é que, se interrompermos esse ciclo causado pela ansiedade, conseguiremos

reduzir os níveis de cortisol e, consequentemente, melhoraremos o discernimento de curto prazo

e diminuiremos os riscos de desenvolvermos problemas de saúde de longo prazo ligados ao

estresse. Passar 24 horas sem tecnologia pode ser surpreendentemente relaxante (após

conseguir controlar o nervosismo inicial), mas até mesmo conseguir deixar o telefone de lado

durante o almoço é um passo na direção certa. Além disso, antes de se entregar de imediato __

ansiedade de pegar o celular, tente observar qual a sensação que isso faz disparar no cérebro e

no corpo.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12, 29 e 44.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Salto do Jacuí, referente ao serviço extraordinário, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O serviço extraordinário será remunerado por hora de trabalho que exceda o período normal, sendo remunerado com base na mesma taxa aplicada à hora normal.

( ) O exercício de cargo em comissão ou de função gratificada não exclui a remuneração por serviço extraordinário.

( ) Salvo em casos excepcionais, devidamente justificados, não poderá o trabalho em horário extraordinário exceder a duas horas diárias.

( ) O plantão extraordinário visa à substituição do plantonista titular legalmente afastado ou em falta ao serviço.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas