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Foram encontradas 312 questões.

3724687 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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Durante o período colonial, o Brasil foi cenário de diversos movimentos que expressavam o descontentamento com o domínio português. Mesmo antes da independência oficial, em 1822, surgiram revoltas e articulações que já apontavam para o desejo de autonomia política, econômica e até de ruptura com a metrópole.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta um movimento de independência ocorrido ainda no Brasil Colonial:
 

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3724686 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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No século XIX, o Brasil ainda mantinha um sistema escravocrata baseado na exploração de mão de obra africana. Em meio a esse contexto, africanos escravizados e libertos organizaram movimentos de resistência em diversas regiões do país. Um desses movimentos, liderado por negros de origem islâmica, foi planejado com disciplina e articulação religiosa e ficou conhecido como Revolta dos Malês.

Com base nesse contexto, marque a alternativa que indica corretamente o local onde ocorreu a Revolta dos Malês:
 

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3724685 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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Com a chegada dos portugueses ao território que hoje chamamos de Brasil, em 1500, iniciou-se um longo processo de colonização marcado por conflitos, imposição cultural e exploração de populações nativas. Ao longo do período colonial, a escravidão foi amplamente utilizada como forma de obter mão de obra, atingindo tanto os povos indígenas quanto os africanos trazidos à força do continente africano.

Com base nesse contexto, marque a alternativa que melhor define o conceito de "guerra justa":
 

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3724684 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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No final do século XVIII, a França enfrentava uma grave crise financeira, agravada por anos de guerras, altos impostos e péssimas colheitas. A sociedade estava rigidamente dividida em três estados, sendo o Terceiro Estado o mais numeroso e explorado. Nesse contexto de tensão e desigualdade, eclodiu um movimento que transformaria profundamente a organização política e social do país.

Com base nesse cenário, assinale a alternativa incorreta em relação à Revolução Francesa:
 

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3724683 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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No século XVI, a Europa foi palco de profundas transformações religiosas provocadas pelo surgimento da **Reforma Protestante**, que contestava práticas e doutrinas da Igreja Católica. Em resposta, a Igreja promoveu a **Contrarreforma**, buscando reafirmar seus princípios e conter o avanço protestante.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa incorreta:
 

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3724682 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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Entre os séculos XI e XIII, as Cruzadas marcaram um período de expedições militares promovidas pelos cristãos europeus com o objetivo de retomar Jerusalém e os chamados lugares santos, então sob domínio muçulmano.

Com base no contexto histórico das Cruzadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma de suas consequências para a sociedade europeia:
 

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3724681 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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O século III marcou o início de um longo processo de desestruturação do Império Romano, caracterizado por graves crises internas e ameaças externas. Esses fatores desencadearam transformações profundas na organização imperial e culminaram, posteriormente, na divisão do Império e na queda de sua porção ocidental em 476 d.C.

Sobre esse contexto, assinale a alternativa correta:
 

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3724680 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:
— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
— Pois então pare de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.
Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.
(Fernando Sabino)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica do Naturalismo e uma do Parnasianismo, respectivamente:
 

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3724679 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:
— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
— Pois então pare de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.
Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.
(Fernando Sabino)
Leia o trecho do texto:

“O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho.”

Nesse contexto, a expressão "arrebanhou com o braço como a um animalzinho" apresenta o uso da linguagem em:
 

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3724678 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:
— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
— Pois então pare de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.
Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.
(Fernando Sabino)
Leia o trecho do texto:

“Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro.
A trouxa, que arrastava no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences.”

No contexto, a palavra destacada (“que”) exerce a função de:
 

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