Foram encontradas 312 questões.
Durante o período colonial, o Brasil foi
cenário de diversos movimentos que expressavam o
descontentamento com o domínio português. Mesmo antes
da independência oficial, em 1822, surgiram revoltas e
articulações que já apontavam para o desejo de autonomia
política, econômica e até de ruptura com a metrópole.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta um movimento de independência ocorrido ainda no Brasil Colonial:
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta um movimento de independência ocorrido ainda no Brasil Colonial:
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No século XIX, o Brasil ainda mantinha um
sistema escravocrata baseado na exploração de mão de obra
africana. Em meio a esse contexto, africanos escravizados e
libertos organizaram movimentos de resistência em diversas
regiões do país. Um desses movimentos, liderado por negros
de origem islâmica, foi planejado com disciplina e
articulação religiosa e ficou conhecido como Revolta dos
Malês.
Com base nesse contexto, marque a alternativa que indica corretamente o local onde ocorreu a Revolta dos Malês:
Com base nesse contexto, marque a alternativa que indica corretamente o local onde ocorreu a Revolta dos Malês:
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Com a chegada dos portugueses ao território
que hoje chamamos de Brasil, em 1500, iniciou-se um longo
processo de colonização marcado por conflitos, imposição
cultural e exploração de populações nativas. Ao longo do
período colonial, a escravidão foi amplamente utilizada
como forma de obter mão de obra, atingindo tanto os povos
indígenas quanto os africanos trazidos à força do continente
africano.
Com base nesse contexto, marque a alternativa que melhor define o conceito de "guerra justa":
Com base nesse contexto, marque a alternativa que melhor define o conceito de "guerra justa":
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No final do século XVIII, a França enfrentava
uma grave crise financeira, agravada por anos de guerras,
altos impostos e péssimas colheitas. A sociedade estava
rigidamente dividida em três estados, sendo o Terceiro
Estado o mais numeroso e explorado. Nesse contexto de
tensão e desigualdade, eclodiu um movimento que
transformaria profundamente a organização política e social
do país.
Com base nesse cenário, assinale a alternativa incorreta em relação à Revolução Francesa:
Com base nesse cenário, assinale a alternativa incorreta em relação à Revolução Francesa:
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No século XVI, a Europa foi palco de
profundas transformações religiosas provocadas pelo
surgimento da **Reforma Protestante**, que contestava
práticas e doutrinas da Igreja Católica. Em resposta, a Igreja
promoveu a **Contrarreforma**, buscando reafirmar seus
princípios e conter o avanço protestante.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa incorreta:
Com base nesse contexto, assinale a alternativa incorreta:
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Entre os séculos XI e XIII, as Cruzadas
marcaram um período de expedições militares promovidas
pelos cristãos europeus com o objetivo de retomar Jerusalém
e os chamados lugares santos, então sob domínio
muçulmano.
Com base no contexto histórico das Cruzadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma de suas consequências para a sociedade europeia:
Com base no contexto histórico das Cruzadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma de suas consequências para a sociedade europeia:
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O século III marcou o início de um longo
processo de desestruturação do Império Romano,
caracterizado por graves crises internas e ameaças externas.
Esses fatores desencadearam transformações profundas na
organização imperial e culminaram, posteriormente, na
divisão do Império e na queda de sua porção ocidental em
476 d.C.
Sobre esse contexto, assinale a alternativa correta:
Sobre esse contexto, assinale a alternativa correta:
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3724680
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Santa Bárbara-MG
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FUGA
Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a
empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho
infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das
grandes injustiças paternas:
— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma
cadeira.
— Pois então pare de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às
palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão
de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma
chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe
mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua
única arma para a grande aventura, um botão amarrado num
barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente
inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o
menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o
operário que descansava diante da obra do outro lado da rua,
sentado no meio-fio.
— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe,
caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa,
arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus
pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa
desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.
Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em
direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do
lotação que surgia à distância.
— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a
esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino,
assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o
arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o
contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar
umas palmadas:
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...
— Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo
antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave,
como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou.
(Fernando Sabino)
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FUGA
Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a
empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho
infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das
grandes injustiças paternas:
— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma
cadeira.
— Pois então pare de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às
palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão
de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma
chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe
mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua
única arma para a grande aventura, um botão amarrado num
barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente
inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o
menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o
operário que descansava diante da obra do outro lado da rua,
sentado no meio-fio.
— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe,
caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa,
arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus
pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa
desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.
Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em
direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do
lotação que surgia à distância.
— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a
esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino,
assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o
arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o
contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar
umas palmadas:
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...
— Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo
antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave,
como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou.
(Fernando Sabino)
“O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho.”
Nesse contexto, a expressão "arrebanhou com o braço como a um animalzinho" apresenta o uso da linguagem em:
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FUGA
Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a
empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho
infernal.
— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das
grandes injustiças paternas:
— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma
cadeira.
— Pois então pare de empurrar a cadeira.
— Eu vou embora — foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às
palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão
de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma
chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe
mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua
única arma para a grande aventura, um botão amarrado num
barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente
inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o
menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:
— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o
operário que descansava diante da obra do outro lado da rua,
sentado no meio-fio.
— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe,
caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa,
arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus
pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa
desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.
Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em
direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do
lotação que surgia à distância.
— Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a
esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino,
assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o
arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o
contra o peito, fora de si.
— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar
umas palmadas:
— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...
— Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo
antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave,
como ele fizera com a da despensa.
— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.
— Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
E o barulho recomeçou.
(Fernando Sabino)
“Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro.
A trouxa, que arrastava no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences.”
No contexto, a palavra destacada (“que”) exerce a função de:
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