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Foram encontradas 170 questões.

3440681 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
Analise as afirmativas a seguir.
I. Considera-se que um termo é homônimo quando apresenta diferentes significados, mas a mesma forma escrita ou pronunciada.
II. A expressão “banco” em “ele foi ao banco” e “ele sentou no banco do parque” é um exemplo de homonímia.
III. A palavra “manga” em “ele comeu uma manga” e “ele usou uma manga longa” é um exemplo de homonímia.
IV. Em: “Durante a reunião, o chefe mencionou a importância da análise para a empresa”, a palavra “análise” pode ser considerada um exemplo de homonímia.

Está correto o que se afirma apenas em
 

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3440680 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
Roman Jakobson é uma presença constante nas ementas dos cursos de comunicação em todo o mundo. Seu modelo de comunicação foi amplamente difundido e até os dias de hoje é considerado por alguns como a reprodução fiel do processo de comunicação. Compreender as escolas que influenciaram seu trabalho e a biografia desse autor é de grande importância para que se tenha em mente o contexto histórico-acadêmico que gerou uma das correntes teóricas mais populares de nosso tempo.
(SANTEE; Temer, 2011, p. 73.)
Com base na teoria das funções da linguagem proposta por Roman Jakobson, qual das seguintes alternativas exemplifica corretamente a função referencial da linguagem, considerando seu papel em um texto?
 

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3440679 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
O trecho a seguir contextualiza à questão.
Há uma tendência recente no que tange à ciência linguística, envolvendo a criação de gramáticas por linguistas. Contudo, a Linguística, ao se estabelecer como uma disciplina científica no final do século XIX, não pretendia originalmente vincular sua pesquisa com o ensino de línguas (MARCUSCHI, 2016). É importante destacar, no entanto, que o desenvolvimento da gramática não se relaciona inerentemente com o ensino de línguas. Assim, certas gramáticas modernas elaboradas por linguistas foram projetadas especificamente com esse objetivo em mente: servir como recursos pedagógicos para a sala de aula.
(MARCUSCHI, L. A. O papel da linguística no ensino de línguas. Revista Diadorim, v. 18, n. 2. Em: dezembro de 2016)
Assinale a afirmativa que apresenta a análise correta sobre a coerência textual do trecho, considerando a relação entre a linguística, o desenvolvimento da gramática e o ensino de línguas.
 

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3440678 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
O trecho a seguir contextualiza à questão.
Há uma tendência recente no que tange à ciência linguística, envolvendo a criação de gramáticas por linguistas. Contudo, a Linguística, ao se estabelecer como uma disciplina científica no final do século XIX, não pretendia originalmente vincular sua pesquisa com o ensino de línguas (MARCUSCHI, 2016). É importante destacar, no entanto, que o desenvolvimento da gramática não se relaciona inerentemente com o ensino de línguas. Assim, certas gramáticas modernas elaboradas por linguistas foram projetadas especificamente com esse objetivo em mente: servir como recursos pedagógicos para a sala de aula.
(MARCUSCHI, L. A. O papel da linguística no ensino de línguas. Revista Diadorim, v. 18, n. 2. Em: dezembro de 2016)
No contexto do ensino de Língua Portuguesa, os tipos de gramática desempenham papéis distintos na abordagem da língua. Sobre os tipos de gramática e seu impacto no ensino, assinale a afirmativa correta.
 

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3440677 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e suas diretrizes para o ensino de Língua Portuguesa, reflete corretamente a abordagem esperada para a integração das práticas pedagógicas no desenvolvimento das habilidades linguísticas dos alunos:
 

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3440676 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
Texto para respondeu à questão.
Viagem no tempo
Tinha um dom único: viajar no tempo. Sem máquina, maquinaria, apetrechos ou afins. Um deslocar-se assustadoramente unidirecional: voltava no tempo. Jamais podia avançar no futuro. Descobriu o dom assim, do nada. Na juventude, 12 ou 13 anos, perdido entre lâminas afiadas do arrependimento, desejou voltar atrás e refazer tudo. Fechou os olhos, e de repente… estava lá. O mesmo corpo. A mesma cena. Um minuto antes. Tempo suficiente para desfazer a bobagem. Ou melhor ainda, nem sequer cometê-la.
Atordoado, passou dias dominado pelo terror. Demorou anos para reunir coragem e realizar o feito, novamente. Foi aos 18 anos. Quando disse para a mulher que amava que ela era a pior coisa que lhe tinha acontecido. O momento de irreflexão. A raiva aflorando na pele ressequida, descontentamento. O desejo de fazer outrem se sentir tão pesaroso quanto si próprio. A palavra desferida. Os olhos dela marejando lágrimas. O arrependimento lhe rasgando artéria pulmonar e aorta. Ventrículo despedaçado. Arrependeu-se. Então, fechou os olhos e conseguiu: 20 segundos antes. Já estava com a boca aberta para desferir irreflexão mordaz, quando a fechou, respirou fundo, repensou palavras e sentimentos, e arrematou:
– Odeio quando brigamos. Eu preciso do seu sorriso. Me deixe lutar por ele.
Namoro rompido salvo pela viagem no tempo. Um corpo que sangra, agora, estancado. Idílio no lugar do choro arrependido.
Achou que deveria explorar o dom. O medo circulava em suas veias entupidas. Sangue coagulado. Mas precisava enfrentá-lo. Começou aos poucos. Voltou dois minutos em um dia. Cinco, em outro. Dez, no seguinte. Aos poucos, conquistou coragem. Sua confiança rompendo vasos. O sangue ganhando espaço. 200 km por hora. Que tal um salto maior? Cansou-se dos minutos. Desta vez, voltaria um ano. Fechou os olhos, e conseguiu.
Aos 27 anos, descontente com os rumos que sua vida tomara, suspirou. Vida amorosa, profissão, vida social. Refaria tudo se pudesse. Refaria. Se pudesse. Mas podia. E faria.
Sentiu falta dos tempos de infância. Sabia que era uma loucura. A viagem era unilateral. Se voltasse para sua infância, precisaria reviver tudo novamente, alterando o que quisesse, refazendo o que lhe conviesse. Cansado da morbidez do agora, decidiu enfrentar a viagem. Fechou os olhos, e quando os abriu, estava num corpo franzino, pés descalços, canela perebenta. No meio da casa. A casa de sua infância. Ofegante. O corpo ardendo. Gosto de sangue. Um corpo que arde. Viu-se com o rosto banhado em lágrimas. Tudo doía. Tudo. O pai, monstruoso e bêbado, de pé em sua frente, cinta em mãos. Ergueu o braço para golpeá-lo novamente. Péssima época ele escolheu para retornar. Não tinha um registro de tudo o que lhe acontecera. Se tivesse, evitaria voltar em épocas traumatizantes como esta. Antes que o violento golpe do pai lhe fosse desferido outra vez, quis fugir de tudo aquilo. Fechou os olhos e desejou voltar muito, muito, muito tempo antes disso.
Tempo demais.
Acabou voltando para quando ainda nem tinha nascido. Fechou os olhos. E não mais os abriu. Inconsistente. Inconsciente. Jazendo na infinita escuridão.
Ainda levaria 50 anos para que seu pequenino corpo voltasse a deixar o ventre de sua mãe para ser finalmente reapresentado à luz.
(Disponível em: https://corrosiva.com.br/cronicas-pequenas/viagem-tempo. Acesso em: setembro de 2024.)
No trecho “Fechou os olhos, e quando os abriu, estava num corpo franzino, [...]” (7º§), a função gramatical da expressão “e quando os abriu” (7º§) é:
 

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3440675 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
Texto para respondeu à questão.
Viagem no tempo
Tinha um dom único: viajar no tempo. Sem máquina, maquinaria, apetrechos ou afins. Um deslocar-se assustadoramente unidirecional: voltava no tempo. Jamais podia avançar no futuro. Descobriu o dom assim, do nada. Na juventude, 12 ou 13 anos, perdido entre lâminas afiadas do arrependimento, desejou voltar atrás e refazer tudo. Fechou os olhos, e de repente… estava lá. O mesmo corpo. A mesma cena. Um minuto antes. Tempo suficiente para desfazer a bobagem. Ou melhor ainda, nem sequer cometê-la.
Atordoado, passou dias dominado pelo terror. Demorou anos para reunir coragem e realizar o feito, novamente. Foi aos 18 anos. Quando disse para a mulher que amava que ela era a pior coisa que lhe tinha acontecido. O momento de irreflexão. A raiva aflorando na pele ressequida, descontentamento. O desejo de fazer outrem se sentir tão pesaroso quanto si próprio. A palavra desferida. Os olhos dela marejando lágrimas. O arrependimento lhe rasgando artéria pulmonar e aorta. Ventrículo despedaçado. Arrependeu-se. Então, fechou os olhos e conseguiu: 20 segundos antes. Já estava com a boca aberta para desferir irreflexão mordaz, quando a fechou, respirou fundo, repensou palavras e sentimentos, e arrematou:
– Odeio quando brigamos. Eu preciso do seu sorriso. Me deixe lutar por ele.
Namoro rompido salvo pela viagem no tempo. Um corpo que sangra, agora, estancado. Idílio no lugar do choro arrependido.
Achou que deveria explorar o dom. O medo circulava em suas veias entupidas. Sangue coagulado. Mas precisava enfrentá-lo. Começou aos poucos. Voltou dois minutos em um dia. Cinco, em outro. Dez, no seguinte. Aos poucos, conquistou coragem. Sua confiança rompendo vasos. O sangue ganhando espaço. 200 km por hora. Que tal um salto maior? Cansou-se dos minutos. Desta vez, voltaria um ano. Fechou os olhos, e conseguiu.
Aos 27 anos, descontente com os rumos que sua vida tomara, suspirou. Vida amorosa, profissão, vida social. Refaria tudo se pudesse. Refaria. Se pudesse. Mas podia. E faria.
Sentiu falta dos tempos de infância. Sabia que era uma loucura. A viagem era unilateral. Se voltasse para sua infância, precisaria reviver tudo novamente, alterando o que quisesse, refazendo o que lhe conviesse. Cansado da morbidez do agora, decidiu enfrentar a viagem. Fechou os olhos, e quando os abriu, estava num corpo franzino, pés descalços, canela perebenta. No meio da casa. A casa de sua infância. Ofegante. O corpo ardendo. Gosto de sangue. Um corpo que arde. Viu-se com o rosto banhado em lágrimas. Tudo doía. Tudo. O pai, monstruoso e bêbado, de pé em sua frente, cinta em mãos. Ergueu o braço para golpeá-lo novamente. Péssima época ele escolheu para retornar. Não tinha um registro de tudo o que lhe acontecera. Se tivesse, evitaria voltar em épocas traumatizantes como esta. Antes que o violento golpe do pai lhe fosse desferido outra vez, quis fugir de tudo aquilo. Fechou os olhos e desejou voltar muito, muito, muito tempo antes disso.
Tempo demais.
Acabou voltando para quando ainda nem tinha nascido. Fechou os olhos. E não mais os abriu. Inconsistente. Inconsciente. Jazendo na infinita escuridão.
Ainda levaria 50 anos para que seu pequenino corpo voltasse a deixar o ventre de sua mãe para ser finalmente reapresentado à luz.
(Disponível em: https://corrosiva.com.br/cronicas-pequenas/viagem-tempo. Acesso em: setembro de 2024.)
No contexto do texto, a expressão “Fechou os olhos e de repente… estava lá.” (1º§) é um exemplo de informalidade na língua porque:
 

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3440674 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Fé Sul-SP
Texto para respondeu à questão.
Viagem no tempo
Tinha um dom único: viajar no tempo. Sem máquina, maquinaria, apetrechos ou afins. Um deslocar-se assustadoramente unidirecional: voltava no tempo. Jamais podia avançar no futuro. Descobriu o dom assim, do nada. Na juventude, 12 ou 13 anos, perdido entre lâminas afiadas do arrependimento, desejou voltar atrás e refazer tudo. Fechou os olhos, e de repente… estava lá. O mesmo corpo. A mesma cena. Um minuto antes. Tempo suficiente para desfazer a bobagem. Ou melhor ainda, nem sequer cometê-la.
Atordoado, passou dias dominado pelo terror. Demorou anos para reunir coragem e realizar o feito, novamente. Foi aos 18 anos. Quando disse para a mulher que amava que ela era a pior coisa que lhe tinha acontecido. O momento de irreflexão. A raiva aflorando na pele ressequida, descontentamento. O desejo de fazer outrem se sentir tão pesaroso quanto si próprio. A palavra desferida. Os olhos dela marejando lágrimas. O arrependimento lhe rasgando artéria pulmonar e aorta. Ventrículo despedaçado. Arrependeu-se. Então, fechou os olhos e conseguiu: 20 segundos antes. Já estava com a boca aberta para desferir irreflexão mordaz, quando a fechou, respirou fundo, repensou palavras e sentimentos, e arrematou:
– Odeio quando brigamos. Eu preciso do seu sorriso. Me deixe lutar por ele.
Namoro rompido salvo pela viagem no tempo. Um corpo que sangra, agora, estancado. Idílio no lugar do choro arrependido.
Achou que deveria explorar o dom. O medo circulava em suas veias entupidas. Sangue coagulado. Mas precisava enfrentá-lo. Começou aos poucos. Voltou dois minutos em um dia. Cinco, em outro. Dez, no seguinte. Aos poucos, conquistou coragem. Sua confiança rompendo vasos. O sangue ganhando espaço. 200 km por hora. Que tal um salto maior? Cansou-se dos minutos. Desta vez, voltaria um ano. Fechou os olhos, e conseguiu.
Aos 27 anos, descontente com os rumos que sua vida tomara, suspirou. Vida amorosa, profissão, vida social. Refaria tudo se pudesse. Refaria. Se pudesse. Mas podia. E faria.
Sentiu falta dos tempos de infância. Sabia que era uma loucura. A viagem era unilateral. Se voltasse para sua infância, precisaria reviver tudo novamente, alterando o que quisesse, refazendo o que lhe conviesse. Cansado da morbidez do agora, decidiu enfrentar a viagem. Fechou os olhos, e quando os abriu, estava num corpo franzino, pés descalços, canela perebenta. No meio da casa. A casa de sua infância. Ofegante. O corpo ardendo. Gosto de sangue. Um corpo que arde. Viu-se com o rosto banhado em lágrimas. Tudo doía. Tudo. O pai, monstruoso e bêbado, de pé em sua frente, cinta em mãos. Ergueu o braço para golpeá-lo novamente. Péssima época ele escolheu para retornar. Não tinha um registro de tudo o que lhe acontecera. Se tivesse, evitaria voltar em épocas traumatizantes como esta. Antes que o violento golpe do pai lhe fosse desferido outra vez, quis fugir de tudo aquilo. Fechou os olhos e desejou voltar muito, muito, muito tempo antes disso.
Tempo demais.
Acabou voltando para quando ainda nem tinha nascido. Fechou os olhos. E não mais os abriu. Inconsistente. Inconsciente. Jazendo na infinita escuridão.
Ainda levaria 50 anos para que seu pequenino corpo voltasse a deixar o ventre de sua mãe para ser finalmente reapresentado à luz.
(Disponível em: https://corrosiva.com.br/cronicas-pequenas/viagem-tempo. Acesso em: setembro de 2024.)
Qual foi o principal motivo que levou o protagonista a usar seu dom de viajar no tempo na sua juventude?
 

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Na avaliação escolar, como em qualquer outro tipo de avaliação, é necessário estabelecer critérios, senão não temos como perceber se o aluno está ou não se aproximando ao que dele se espera. Os critérios representam o que é julgado essencial em uma determinada área de conhecimento e tornam claras as referências utilizadas para a avaliação, servindo de base para a construção de fontes mais seguras de informações sobre o ponto que está a aprendizagem avaliada e o que falta para chegar ao desejado. Acerca dos critérios de avaliação, analise as afirmativas a seguir.
I. A clareza e a compreensão dos critérios de avaliação pelos alunos são fundamentais para a construção da autonomia intelectual, pois permitem que eles direcionem seus estudos e compreendam o que se espera deles.
II. A participação dos alunos na construção e discussão dos critérios de avaliação promove uma relação mais democrática e colaborativa entre professor e alunos, além de favorecer a aprendizagem significativa.
III. A flexibilidade dos critérios de avaliação é fundamental para garantir que o processo avaliativo seja adaptado às necessidades e particularidades de cada turma e de cada aluno.
IV. A utilização de instrumentos de avaliação que não se alinham aos critérios estabelecidos compromete a validade e a confiabilidade do processo avaliativo.
V. Os alunos podem sugerir modificações nos critérios de avaliação, o que significa deixar de levar em conta os objetivos que os originaram.

Está correto o que se afirma em
 

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A sala de aula é um complexo, é um mundo, digamos, é a alma da escola, onde as coisas acontecem, ou não. Ao tratar daquilo que normalmente mais ocupa o docente, a questão do conteúdo, da metodologia, da construção do conhecimento, sentimos necessidade de situar a reflexão no contexto maior da sala de aula, justamente para não reduzir a complexidade da atividade docente. O trabalho com o conhecimento, embora nuclear, não esgota o trabalho do professor. Existem outras duas dimensões que devem ser agregadas quando pensamos na gestão da sala de aula: relacionamento interpessoal e organização da coletividade de sala de aula. Sobre o relacionamento interpessoal entre professor e alunos, analise as afirmativas a seguir.
I. É fundamental para a construção do conhecimento e o desenvolvimento humano do estudante, mas não interfere diretamente no processo de ensino-aprendizagem.
II. A capacidade do professor de conhecer cada aluno individualmente é essencial para uma prática pedagógica eficaz, independentemente das condições de trabalho e da complexidade das turmas.
III. A construção de um vínculo positivo entre professor e aluno é crucial para a criação de um ambiente de aprendizagem seguro e colaborativo, onde os estudantes se sintam motivados a aprender e a superar desafios.
IV. O amor à profissão e o compromisso com a aprendizagem de todos os alunos são elementos fundamentais para o sucesso da prática pedagógica e para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
V. O professor deve priorizar a individualidade de cada aluno, desconsiderando as características e as necessidades do grupo como um todo.

Está correto o que se afirma apenas em
 

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