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O PPP é um documento e deve ser concebido sob uma perspectiva . Isso significa que deverá haver o envolvimento de todas as . Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Mentoria reversa e empatia nos tempos de pandemia
Por Marcos Ueda
Nos tempos de confinamento, os ambientes de educação precisaram se reinventar numa velocidade jamais solicitada. E muito daquilo que parecia difícil de implementar por falta de interesse, por permanência voluntária em sua zona de conforto e por falta de tempo teve que acontecer por força circunstancial. A comunicação na distância é resolvida pela tecnologia, e percebemos que não sabemos o suficiente sobre as plataformas de comunicação e ensino.
Na mentoria reversa, onde gerações mais novas tutoriam outras assim chamadas mais experientes, temos ganhos importantes de atitude: os mais jovens percebem os desafios de se ver como tutor como aquele que capacita, e como ganho vem a musculatura para ensinar gerações de imigrantes digitais e por que não falar dos analfabetos digitais.
E os mais velhos, fragilizados, descem de torres de marfim, de seminários solenes e percebem como essa relação de poder é frágil. O exercício da empatia é inevitável!
Um corpo de jovens professores se destaca como frente de treinamento e capacitação de colegas de quem receberam capacitação em metodologia e didática, por exemplo.
O treinamento reverso socializa os desafios, faz dele uma necessidade do coletivo pela sua sobrevivência.
E não tem como não pensar na economia colaborativa, onde a linearidade incômoda da hierarquia de poder se opõe à forma de rede, essa sim mais resistente, mais elástica, mais resiliente.
O “novo normal” (usando a terminologia da mídia) inclui esse ganho que espero se perpetuar: o aprendizado horizontal em oposição ao vertical, aprender com meus pares, ensinar quem precisa, num ato que momentaneamente é um caso de sobrevivência de nossas escolas, mas que no futuro se trataria do crescimento coletivo como possibilidade de inovação em si.
As temidas observações de aulas como demonstração de poder se dissolvem nessa massa crítica de solidariedade pelo bem comum.
Uma instituição que responde aos seus desafios em rede tem um diferencial no mercado.
(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/06/19 - texto especialmente adaptado para esta prova.)
Na conversão da frase: “O treinamento reverso socializa os desafios” (l. 14) para a voz passiva analítica, o verbo assume a forma:
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No planejamento pedagógico, é essencial analisar dois aspectos da realidade escolar. Com base nessa informação, relacione a Coluna 1 à Coluna 2 no que se refere a esses aspectos.
Coluna 1
1. Realidade interna.
2. Realidade externa.
Coluna 2
( ) Reflete os objetivos pedagógicos a serem atingidos.
( ) Reflete o relacionamento da escola com a família dos estudantes e com a comunidade na qual está inserida.
( ) Reflete as dificuldades enfrentadas pela gestão.
( ) Reflete o cumprimento com as exigências do Governo e do mercado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos princípios gerais da Educação Ambiental.
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O que faz um bom orientador educacional
Regulamentado por decreto federal, o cargo de orientador educacional costuma ser desempenhado por um pedagogo especializado em lidar diretamente com os alunos, ajudando-os em seu desenvolvimento pessoal e cognitivo e fazendo um elo entre eles e os professores. Muito embora na rede pública essa figura esteja perdendo força, no ensino particular observa-se movimento contrário: suas funções estão sendo cada vez .............., no sentido de melhor atender as demandas cotidianas da rotina escolar e “desafogar” a agenda do coordenador pedagógico.
O orientador é considerado um dos membros da equipe gestora de uma escola, trabalhando em parceria com o diretor e com o coordenador pedagógico. Sua atuação se dá no sentido de amparar os alunos, não apenas para acompanhar seu rendimento escolar, mas também para melhorar a qualidade das suas relações com colegas e professores, agindo em todas __ questões que dizem respeito __ sensação de ............ e crescimento. Seu objetivo não é punir, advertir ou castigar, mas conhecer as necessidades dos estudantes e oferecer __ eles condições para que se desenvolvam de maneira plena em todos os aspectos, do intelectual ao ..................... Desta forma, ele ajuda a escola não apenas organizar sua proposta pedagógica, mas especialmente a colocá-la em prática.
Atuação conjunta
Para que o coordenador pedagógico consiga desempenhar seu papel é fundamental que ele trabalhe em parceria com os demais agentes educacionais. Ao lado do professor, por exemplo, o orientador é a figura que atua para compreender o comportamento dos alunos. Ele é quem ouve tanto docentes quanto estudantes, dialoga, dá orientações e procura a melhor forma de agir diante dos desafios da relação professor-aluno.
Assim, à medida que o docente se ocupa em cumprir o currículo disciplinar, o orientador educacional tem um olhar mais apurado para as atitudes, ou seja, ele se preocupa com o aprendizado “oculto” das ações cotidianas: práticas, comportamentos, .......... e percepções que vigoram no meio escolar e que influenciam diretamente o papel das instituições de ensino na formação de valores e na construção de relações interpessoais.
Desta forma, para ter sucesso em seu trabalho, o orientador educacional precisa construir uma relação de confiança com os alunos, além de ter a habilidade de negociar e de prever ações e a sensibilidade para identificar __ “temperatura” do colégio. E estar disposto __ circular pelos diversos ambientes da escola é uma das formas mais eficientes para isso. Afinal, trancado em sua sala, dificilmente o orientador será capaz de ver, ouvir e sentir estudantes e docentes e, assim, tanto saber o que está acontecendo, como detectar onde é preciso agir.
(Disponível em: https://escolasexponenciais.com.br/inovacao-e-gestao/o-que-faz-o-orientador-educacional/ - texto especialmente adaptado para esta prova.)
Considere as afirmações que seguem:
I. O nexo “mas” (linha 13) poderia ser substituído por “e sim”, sem que isso provocasse alteração de significado no texto.
II. O articulador “para que” (linha 14) poderia ser substituído por “a fim de que”, sem que isso acarretasse alteração de sentido no texto.
III. O nexo “à medida que” (linha 23) poderia ser substituído por “ao passo que”, sem que isso acarretasse alteração de sentido no texto.
Quais estão corretas?
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Sobre a Orientação Educacional, analise as assertivas abaixo em relação aos períodos passados no Brasil.
I. Período Implementar: compreende o período de 1920 a 1941 e está associado à Orientação Profissional, preponderando a seleção e escolha profissional.
II. Período Institucional: de 1942 a 1961, é caracterizado pela exigência legal da Orientação Educacional nos estabelecimentos de ensino e nos cursos de formação dos orientadores educacionais; nesse período, há a divisão funcional e institucional; surge a Escola Pública.
III. Período Transformador: de 1961 a 1970, pela Lei nº 4.024/1961, a Orientação Educacional é caracterizada como educativa, ressaltando a formação do Orientador e fixando as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
IV. Período Disciplinador: de 1971 a 1980, conforme a Lei nº 5.692/1971, a Orientação Educacional é obrigatória nas escolas, incluindo o aconselhamento educacional. O Decreto nº 72.846/1973, regulamentando a Lei nº 5.564/1968, sobre o exercício da profissão de Orientador Educacional, disciplina os passos a serem seguidos.
V. Período Questionador: de 1980 a 1990, o Orientador discute suas práticas, seus valores, a questão do aluno trabalhador, enfim, a sua realidade no meio social; a prática da orientação volta-se para a concepção de educação como ato político.
VI. Período Orientador: a partir de 1990, a orientação volta-se para a "construção" do cidadão comprometido com seu tempo e sua gente, trabalhando a subjetividade e a intersubjetividade, obtidas através do diálogo.
Quais estão corretas?
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Mentoria reversa e empatia nos tempos de pandemia
Por Marcos Ueda
Nos tempos de confinamento, os ambientes de educação precisaram se reinventar numa velocidade jamais solicitada. E muito daquilo que parecia difícil de implementar por falta de interesse, por permanência voluntária em sua zona de conforto e por falta de tempo teve que acontecer por força circunstancial. A comunicação na distância é resolvida pela tecnologia, e percebemos que não sabemos o suficiente sobre as plataformas de comunicação e ensino.
Na mentoria reversa, onde gerações mais novas tutoriam outras assim chamadas mais experientes, temos ganhos importantes de atitude: os mais jovens percebem os desafios de se ver como tutor como aquele que capacita, e como ganho vem a musculatura para ensinar gerações de imigrantes digitais e por que não falar dos analfabetos digitais.
E os mais velhos, fragilizados, descem de torres de marfim, de seminários solenes e percebem como essa relação de poder é frágil. O exercício da empatia é inevitável!
Um corpo de jovens professores se destaca como frente de treinamento e capacitação de colegas de quem receberam capacitação em metodologia e didática, por exemplo.
O treinamento reverso socializa os desafios, faz dele uma necessidade do coletivo pela sua sobrevivência.
E não tem como não pensar na economia colaborativa, onde a linearidade incômoda da hierarquia de poder se opõe à forma de rede, essa sim mais resistente, mais elástica, mais resiliente.
O “novo normal” (usando a terminologia da mídia) inclui esse ganho que espero se perpetuar: o aprendizado horizontal em oposição ao vertical, aprender com meus pares, ensinar quem precisa, num ato que momentaneamente é um caso de sobrevivência de nossas escolas, mas que no futuro se trataria do crescimento coletivo como possibilidade de inovação em si.
As temidas observações de aulas como demonstração de poder se dissolvem nessa massa crítica de solidariedade pelo bem comum.
Uma instituição que responde aos seus desafios em rede tem um diferencial no mercado.
(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/06/19 - texto especialmente adaptado para esta prova.)
Caso, na linha 10, o vocábulo “velhos” fosse passado para o singular, quantas outras palavras deveriam ser alteradas para fins de concordância no período?
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Mentoria reversa e empatia nos tempos de pandemia
Por Marcos Ueda
Nos tempos de confinamento, os ambientes de educação precisaram se reinventar numa velocidade jamais solicitada. E muito daquilo que parecia difícil de implementar por falta de interesse, por permanência voluntária em sua zona de conforto e por falta de tempo teve que acontecer por força circunstancial. A comunicação na distância é resolvida pela tecnologia, e percebemos que não sabemos o suficiente sobre as plataformas de comunicação e ensino.
Na mentoria reversa, onde gerações mais novas tutoriam outras assim chamadas mais experientes, temos ganhos importantes de atitude: os mais jovens percebem os desafios de se ver como tutor como aquele que capacita, e como ganho vem a musculatura para ensinar gerações de imigrantes digitais e por que não falar dos analfabetos digitais.
E os mais velhos, fragilizados, descem de torres de marfim, de seminários solenes e percebem como essa relação de poder é frágil. O exercício da empatia é inevitável!
Um corpo de jovens professores se destaca como frente de treinamento e capacitação de colegas de quem receberam capacitação em metodologia e didática, por exemplo.
O treinamento reverso socializa os desafios, faz dele uma necessidade do coletivo pela sua sobrevivência.
E não tem como não pensar na economia colaborativa, onde a linearidade incômoda da hierarquia de poder se opõe à forma de rede, essa sim mais resistente, mais elástica, mais resiliente.
O “novo normal” (usando a terminologia da mídia) inclui esse ganho que espero se perpetuar: o aprendizado horizontal em oposição ao vertical, aprender com meus pares, ensinar quem precisa, num ato que momentaneamente é um caso de sobrevivência de nossas escolas, mas que no futuro se trataria do crescimento coletivo como possibilidade de inovação em si.
As temidas observações de aulas como demonstração de poder se dissolvem nessa massa crítica de solidariedade pelo bem comum.
Uma instituição que responde aos seus desafios em rede tem um diferencial no mercado.
(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/06/19 - texto especialmente adaptado para esta prova.)
Avalie as seguintes propostas de substituição de partes do texto:
I. de educação (l. 01) – educacionais.
II. circunstancial (l. 04) – de circunstância.
III. de imigrantes (l. 09) – imigrantista.
IV. de nossas escolas (l. 21) – escolares.
Quais das propostas manteriam a correção e o sentido da frase original?
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Dentre as competências reservadas exclusivamente à Assembleia Legislativa, de acordo com a Constituição Estadual do Rio Grande do Sul, está a de apreciar os relatórios do governador, no que se refere à execução dos planos de governo, e também apreciar:
I. Projetos de expatriação e repatriação municipal.
II. Decreto de intervenção nos Municípios.
III. Vetos.
Quais estão INCORRETAS?
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A evasão escolar é o ato de deixar de frequentar as aulas, ou seja, abandonar o ensino em decorrência de qualquer motivo. Esse problema social que, infelizmente, é comum no Brasil, afeta principalmente os alunos do Ensino Médio. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo:

Charge de Ivan Cabral mostra o problema da evasão escolar
I. Nos primeiros anos (ensino fundamental), a distância da escola associada à falta de transporte escolar, ou de quem possa levar e buscar a criança, é a principal causa.
II. No ensino médio, a falta de interesse é que passa a ser uma das principais causas, a qual resulta do fato de, além do conteúdo ser exagerado, ser descontextualizado, opinião que é partilhada não só por alunos como também pelos professores.
III. A situação econômica é outro fator que influencia fortemente o abandono escolar. Para ajudar os pais, que às vezes até proíbem os filhos de continuar os estudos, ou mesmo para terem certa autonomia financeira, os estudantes começam a trabalhar sem ter concluído os estudos.
IV. O aspecto social tem o seu peso nessa questão. A dificuldade para chegar à escola torna iminente a desistência de continuar os estudos. Isso é mais evidente nas zonas rurais.
Quais estão corretas?
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