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2077961
Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Santa Vitória-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Santa Vitória-MG
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Quanto às licitações públicas, assinale a alternativa
incorreta.
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Uma empresa de reciclagem faz o levantamento das
quantidades por tipo de material que coleta por mês e
organiza esses dados em gráficos de barras. O gráfico
a seguir apresenta o registro da coleta realizada no mês
de fevereiro de 2020.

Analisando o gráfico, é possível afirmar que:

Analisando o gráfico, é possível afirmar que:
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Uma sala de espera de um laboratório de análises
clínicas tem 8 metros de comprimento por 6 metros de
largura.
Qual é o máximo de pessoas que caberiam nessa sala,
considerando-se um espaço de 6 m2
para o atendente e
1,5 m2 por pessoa?
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Com relação ao documento denominado contrato,
é incorreto apontar como uma de suas características
ou funções:
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- Gestão de Documentos
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Automático, Mnemônico, Soundex, Rôneo e Variadex
são métodos padronizados de
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.
TEXTO I
Texto truncado
Falta de coesão prejudica o fluxo da frase
Um jornal brasileiro publicou um texto sobre o conflito no
Oriente Médio. Nele, este trecho de dolorida incoesão:
“Mesmo assim, um clima perigoso está surgindo em
Washington, que os últimos eventos tendem apenas a
alimentar mais.” É óbvia a má colocação das palavras,
e desagradável o resultado. O bloco “que os últimos
eventos tendem apenas a alimentar mais” está ligado
a “clima perigoso”, mas distante dele. O pronome “que”
parece referir-se a ”Washington”. Pode-se à primeira
vista crer que “os últimos eventos tendem apenas a
alimentar Washington”. Coisa feia e sem sentido. O autor
poderia ter usado um dos recursos seguintes para dizer
o que queria.
Primeira possibilidade: “Mesmo assim, um clima perigoso,
que os últimos eventos tendem apenas a alimentar
mais, está surgindo em Washington.” Assim, a oração
explicativa (“que os últimos eventos tendem apenas
a alimentar mais”) ficaria perto do termo que modifica
e a que está ligada. Mas o resultado não é bom, pois
resulta em intercalação longa, que arromba a oração e
distancia demais o sujeito (clima perigoso) do predicado
verbal (está surgindo). Coisa que se deve evitar porque
as grandes orações intercaladas atrapalham a leitura,
encaroçam o texto e dificultam o entendimento. Nesse
caso, uma espécie de pedra no caminho do leitor, sem a
graça da pedra do poeta Drummond.
Segunda possibilidade: “Mesmo assim, está surgindo em
Washington um clima perigoso, que os últimos eventos
tendem apenas a alimentar mais.” [...]
Revista Língua Portuguesa. Editora Segmento.
Dezembro de 2010, p. 48.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.
TEXTO I
Texto truncado
Falta de coesão prejudica o fluxo da frase
Um jornal brasileiro publicou um texto sobre o conflito no
Oriente Médio. Nele, este trecho de dolorida incoesão:
“Mesmo assim, um clima perigoso está surgindo em
Washington, que os últimos eventos tendem apenas a
alimentar mais.” É óbvia a má colocação das palavras,
e desagradável o resultado. O bloco “que os últimos
eventos tendem apenas a alimentar mais” está ligado
a “clima perigoso”, mas distante dele. O pronome “que”
parece referir-se a ”Washington”. Pode-se à primeira
vista crer que “os últimos eventos tendem apenas a
alimentar Washington”. Coisa feia e sem sentido. O autor
poderia ter usado um dos recursos seguintes para dizer
o que queria.
Primeira possibilidade: “Mesmo assim, um clima perigoso,
que os últimos eventos tendem apenas a alimentar
mais, está surgindo em Washington.” Assim, a oração
explicativa (“que os últimos eventos tendem apenas
a alimentar mais”) ficaria perto do termo que modifica
e a que está ligada. Mas o resultado não é bom, pois
resulta em intercalação longa, que arromba a oração e
distancia demais o sujeito (clima perigoso) do predicado
verbal (está surgindo). Coisa que se deve evitar porque
as grandes orações intercaladas atrapalham a leitura,
encaroçam o texto e dificultam o entendimento. Nesse
caso, uma espécie de pedra no caminho do leitor, sem a
graça da pedra do poeta Drummond.
Segunda possibilidade: “Mesmo assim, está surgindo em
Washington um clima perigoso, que os últimos eventos
tendem apenas a alimentar mais.” [...]
Revista Língua Portuguesa. Editora Segmento.
Dezembro de 2010, p. 48.
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INSTRUÇÃO: Leia os textos II e III a seguir, que são
editoriais do Jornal Folha de S. Paulo, para responder à questão.
TEXTO II
Segurança pública
A despeito do crescimento contínuo da população
carcerária, os índices de criminalidade continuam em alta
na maior parte do país, sendo particularmente alarmantes
no Nordeste. Os dados mostram a necessidade de uma
reorientação das políticas de segurança. A superlotação
das prisões acaba por proporcionar mais quadros e
influência ao crime organizado.
A polícia deveria ser mais bem treinada e substituir
a lógica do confronto pela prevenção e inteligência.
A Força Nacional de Segurança Pública (formada por
policiais cedidos ao governo federal), não o Exército,
deveria atuar em situações de emergência.
O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução
da maioridade penal, mas considera que é necessário
ampliar o prazo de internação possível do adolescente
infrator. Em tese, com o amadurecimento legislativo,
a pena de prisão deveria ser reservada apenas aos
criminosos que representem risco de violência.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
TEXTO III
Combate à corrupção
O país testemunhou consideráveis avanços nessa seara
nos últimos anos. Rompeu-se a proverbial impunidade
de que desfrutavam políticos e grandes empresários.
O jornal passou a apoiar a possibilidade de prisão
após a condenação em segunda instância. Outro
aperfeiçoamento institucional a ser perseguido é a
redução do alcance hoje excessivo do foro privilegiado,
embora o instrumento deva ser mantido para proteger
autoridades da litigância de má-fé.
Devem ser apontados, porém, abusos na ação do aparato
jurídico-policial, como vazamentos de informações
sigilosas, desrespeito do princípio da presunção da
inocência, conduções coercitivas e prisões preventivas
pouco fundamentadas.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
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INSTRUÇÃO: Leia os textos II e III a seguir, que são
editoriais do Jornal Folha de S. Paulo, para responder à questão.
TEXTO II
Segurança pública
A despeito do crescimento contínuo da população
carcerária, os índices de criminalidade continuam em alta
na maior parte do país, sendo particularmente alarmantes
no Nordeste. Os dados mostram a necessidade de uma
reorientação das políticas de segurança. A superlotação
das prisões acaba por proporcionar mais quadros e
influência ao crime organizado.
A polícia deveria ser mais bem treinada e substituir
a lógica do confronto pela prevenção e inteligência.
A Força Nacional de Segurança Pública (formada por
policiais cedidos ao governo federal), não o Exército,
deveria atuar em situações de emergência.
O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução
da maioridade penal, mas considera que é necessário
ampliar o prazo de internação possível do adolescente
infrator. Em tese, com o amadurecimento legislativo,
a pena de prisão deveria ser reservada apenas aos
criminosos que representem risco de violência.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
TEXTO III
Combate à corrupção
O país testemunhou consideráveis avanços nessa seara
nos últimos anos. Rompeu-se a proverbial impunidade
de que desfrutavam políticos e grandes empresários.
O jornal passou a apoiar a possibilidade de prisão
após a condenação em segunda instância. Outro
aperfeiçoamento institucional a ser perseguido é a
redução do alcance hoje excessivo do foro privilegiado,
embora o instrumento deva ser mantido para proteger
autoridades da litigância de má-fé.
Devem ser apontados, porém, abusos na ação do aparato
jurídico-policial, como vazamentos de informações
sigilosas, desrespeito do princípio da presunção da
inocência, conduções coercitivas e prisões preventivas
pouco fundamentadas.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
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INSTRUÇÃO: Leia os textos II e III a seguir, que são
editoriais do Jornal Folha de S. Paulo, para responder à questão.
TEXTO II
Segurança pública
A despeito do crescimento contínuo da população
carcerária, os índices de criminalidade continuam em alta
na maior parte do país, sendo particularmente alarmantes
no Nordeste. Os dados mostram a necessidade de uma
reorientação das políticas de segurança. A superlotação
das prisões acaba por proporcionar mais quadros e
influência ao crime organizado.
A polícia deveria ser mais bem treinada e substituir
a lógica do confronto pela prevenção e inteligência.
A Força Nacional de Segurança Pública (formada por
policiais cedidos ao governo federal), não o Exército,
deveria atuar em situações de emergência.
O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução
da maioridade penal, mas considera que é necessário
ampliar o prazo de internação possível do adolescente
infrator. Em tese, com o amadurecimento legislativo,
a pena de prisão deveria ser reservada apenas aos
criminosos que representem risco de violência.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
TEXTO III
Combate à corrupção
O país testemunhou consideráveis avanços nessa seara
nos últimos anos. Rompeu-se a proverbial impunidade
de que desfrutavam políticos e grandes empresários.
O jornal passou a apoiar a possibilidade de prisão
após a condenação em segunda instância. Outro
aperfeiçoamento institucional a ser perseguido é a
redução do alcance hoje excessivo do foro privilegiado,
embora o instrumento deva ser mantido para proteger
autoridades da litigância de má-fé.
Devem ser apontados, porém, abusos na ação do aparato
jurídico-policial, como vazamentos de informações
sigilosas, desrespeito do princípio da presunção da
inocência, conduções coercitivas e prisões preventivas
pouco fundamentadas.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
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