Foram encontradas 40 questões.
“Foi exatamente em documentos do século XIX que
encontramos os primeiros vestígios de (ocupação) nas
terras da futura Santa Vitória. [...]”
Revista Digital: História e Identidades Culturais do Município, Edição nº 01, Santa Vitória, MG, 2020, p. 6.
Dados encontrados nos “mapas de população da região do Sertão da Farinha Podre” indicam que os primeiros habitantes da região que viria a ser a cidade de Santa Vitória, entre aproximadamente 1820 e 1950, eram:
Revista Digital: História e Identidades Culturais do Município, Edição nº 01, Santa Vitória, MG, 2020, p. 6.
Dados encontrados nos “mapas de população da região do Sertão da Farinha Podre” indicam que os primeiros habitantes da região que viria a ser a cidade de Santa Vitória, entre aproximadamente 1820 e 1950, eram:
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Analise os seguintes dados sobre o município de Santa
Vitória.
A mortalidade infantil (mortalidade de crianças com menos de um ano de idade) no município passou de 22,4 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 12,6 óbitos por mil nascidos vivos, em 2010. Em 1991, a taxa era de 28,2. Já na UF, a taxa era de 15,1, em 2010, de 27,8, em 2000 e 35,4, em 1991. Entre 2000 e 2010, a taxa de mortalidade infantil no país caiu de 30,6 óbitos por mil nascidos vivos para 16,7 óbitos por mil nascidos vivos. Em 1991, essa taxa era de 44,7 óbitos por mil nascidos vivos.
[...]
A esperança de vida ao nascer é o indicador utilizado para compor a dimensão longevidade do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). No município, a esperança de vida ao nascer cresceu 4,7 anos na última década, passando de 72,2 anos, em 2000, para 76,9 anos, em 2010. Em 1991, era de 68,5 anos. No Brasil, a esperança de vida ao nascer é de 73,9 anos, em 2010, de 68,6 anos, em 2000, e de 64,7 anos em 1991.
Disponível em: <http://atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/santa-vitoria_mg>. Acesso em: 13 mar. 2020.
De acordo com os dados divulgados no texto, é correto afirmar que o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) de Santa Vitória apresenta resultados
A mortalidade infantil (mortalidade de crianças com menos de um ano de idade) no município passou de 22,4 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 12,6 óbitos por mil nascidos vivos, em 2010. Em 1991, a taxa era de 28,2. Já na UF, a taxa era de 15,1, em 2010, de 27,8, em 2000 e 35,4, em 1991. Entre 2000 e 2010, a taxa de mortalidade infantil no país caiu de 30,6 óbitos por mil nascidos vivos para 16,7 óbitos por mil nascidos vivos. Em 1991, essa taxa era de 44,7 óbitos por mil nascidos vivos.
[...]
A esperança de vida ao nascer é o indicador utilizado para compor a dimensão longevidade do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). No município, a esperança de vida ao nascer cresceu 4,7 anos na última década, passando de 72,2 anos, em 2000, para 76,9 anos, em 2010. Em 1991, era de 68,5 anos. No Brasil, a esperança de vida ao nascer é de 73,9 anos, em 2010, de 68,6 anos, em 2000, e de 64,7 anos em 1991.
Disponível em: <http://atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/santa-vitoria_mg>. Acesso em: 13 mar. 2020.
De acordo com os dados divulgados no texto, é correto afirmar que o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) de Santa Vitória apresenta resultados
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INSTRUÇÃO: Leia os textos II e III a seguir, que são
editoriais do Jornal Folha de S. Paulo, para responder à questão.
TEXTO II
Segurança pública
A despeito do crescimento contínuo da população
carcerária, os índices de criminalidade continuam em alta
na maior parte do país, sendo particularmente alarmantes
no Nordeste. Os dados mostram a necessidade de uma
reorientação das políticas de segurança. A superlotação
das prisões acaba por proporcionar mais quadros e
influência ao crime organizado.
A polícia deveria ser mais bem treinada e substituir
a lógica do confronto pela prevenção e inteligência.
A Força Nacional de Segurança Pública (formada por
policiais cedidos ao governo federal), não o Exército,
deveria atuar em situações de emergência.
O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução
da maioridade penal, mas considera que é necessário
ampliar o prazo de internação possível do adolescente
infrator. Em tese, com o amadurecimento legislativo,
a pena de prisão deveria ser reservada apenas aos
criminosos que representem risco de violência.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
TEXTO III
Combate à corrupção
O país testemunhou consideráveis avanços nessa seara
nos últimos anos. Rompeu-se a proverbial impunidade
de que desfrutavam políticos e grandes empresários.
O jornal passou a apoiar a possibilidade de prisão
após a condenação em segunda instância. Outro
aperfeiçoamento institucional a ser perseguido é a
redução do alcance hoje excessivo do foro privilegiado,
embora o instrumento deva ser mantido para proteger
autoridades da litigância de má-fé.
Devem ser apontados, porém, abusos na ação do aparato
jurídico-policial, como vazamentos de informações
sigilosas, desrespeito do princípio da presunção da
inocência, conduções coercitivas e prisões preventivas
pouco fundamentadas.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
Releia o seguinte trecho:
Rompeu-se a proverbial impunidade de que desfrutavam políticos e grandes empresários.
A palavra destacada é sinônima de
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INSTRUÇÃO: Leia os textos II e III a seguir, que são
editoriais do Jornal Folha de S. Paulo, para responder à questão.
TEXTO II
Segurança pública
A despeito do crescimento contínuo da população
carcerária, os índices de criminalidade continuam em alta
na maior parte do país, sendo particularmente alarmantes
no Nordeste. Os dados mostram a necessidade de uma
reorientação das políticas de segurança. A superlotação
das prisões acaba por proporcionar mais quadros e
influência ao crime organizado.
A polícia deveria ser mais bem treinada e substituir
a lógica do confronto pela prevenção e inteligência.
A Força Nacional de Segurança Pública (formada por
policiais cedidos ao governo federal), não o Exército,
deveria atuar em situações de emergência.
O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução
da maioridade penal, mas considera que é necessário
ampliar o prazo de internação possível do adolescente
infrator. Em tese, com o amadurecimento legislativo,
a pena de prisão deveria ser reservada apenas aos
criminosos que representem risco de violência.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
TEXTO III
Combate à corrupção
O país testemunhou consideráveis avanços nessa seara
nos últimos anos. Rompeu-se a proverbial impunidade
de que desfrutavam políticos e grandes empresários.
O jornal passou a apoiar a possibilidade de prisão
após a condenação em segunda instância. Outro
aperfeiçoamento institucional a ser perseguido é a
redução do alcance hoje excessivo do foro privilegiado,
embora o instrumento deva ser mantido para proteger
autoridades da litigância de má-fé.
Devem ser apontados, porém, abusos na ação do aparato
jurídico-policial, como vazamentos de informações
sigilosas, desrespeito do princípio da presunção da
inocência, conduções coercitivas e prisões preventivas
pouco fundamentadas.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.
I. A expressão “nessa seara” retoma, no fluxo informacional do texto, a palavra “corrupção”. II. No segundo parágrafo do texto III, a palavra “instrumento” refere-se a “foro privilegiado”. III. No trecho “O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução da maioridade penal”, os termos destacados são complementos nominais do substantivo “adoção”.
Estão corretas as afirmativas
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- Interpretação de Textos
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.
TEXTO IV
Terra de ninguém
Nos EUA, uma estudante e blogueira ficou surpresa ao
saber que um de seus textos fora publicado numa revista
chamada Cooks Source. Em conversa por e-mail com
a editora da revista, pediu a esta que fosse publicado
um pedido de desculpas (na revista e no Facebook) e
que fossem doados US$ 130 para a Columbia School of
Journalism.
A resposta da editora foi de que a web é domínio público
e ela deveria ter ficado feliz por a terem citado no artigo.
Aestudante ouviu também que deveria pagar pelo serviço
de edição do texto, que o tornou muito melhor e que agora
poderia entrar para o seu portfólio. Se a moda pega...
Revista Língua Portuguesa. Editora Segmento.
Dezembro de 2010, p. 9.
Nos EUA, uma estudante e blogueira ficou surpresa ao saber que um de seus textos fora publicado numa revista chamada Cooks Source.
A forma verbal destacada sugere um acontecimento
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Santa Vitória registrou, no censo de 2010, uma população
de 18.138 pessoas. Em 2019, sua população estimada
era de 19.742 pessoas.
Considerando o tamanho da população, Santa Vitória pode ser classificada como uma cidade
Considerando o tamanho da população, Santa Vitória pode ser classificada como uma cidade
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Uma empresa de reciclagem faz o levantamento das
quantidades por tipo de material que coleta por mês e
organiza esses dados em gráficos de barras. O gráfico
a seguir apresenta o registro da coleta realizada no mês
de fevereiro de 2020.

Analisando o gráfico, é possível afirmar que:

Analisando o gráfico, é possível afirmar que:
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Uma sala de espera de um laboratório de análises
clínicas tem 8 metros de comprimento por 6 metros de
largura.
Qual é o máximo de pessoas que caberiam nessa sala,
considerando-se um espaço de 6 m2
para o atendente e
1,5 m2 por pessoa?
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.
TEXTO I
Texto truncado
Falta de coesão prejudica o fluxo da frase
Um jornal brasileiro publicou um texto sobre o conflito no
Oriente Médio. Nele, este trecho de dolorida incoesão:
“Mesmo assim, um clima perigoso está surgindo em
Washington, que os últimos eventos tendem apenas a
alimentar mais.” É óbvia a má colocação das palavras,
e desagradável o resultado. O bloco “que os últimos
eventos tendem apenas a alimentar mais” está ligado
a “clima perigoso”, mas distante dele. O pronome “que”
parece referir-se a ”Washington”. Pode-se à primeira
vista crer que “os últimos eventos tendem apenas a
alimentar Washington”. Coisa feia e sem sentido. O autor
poderia ter usado um dos recursos seguintes para dizer
o que queria.
Primeira possibilidade: “Mesmo assim, um clima perigoso,
que os últimos eventos tendem apenas a alimentar
mais, está surgindo em Washington.” Assim, a oração
explicativa (“que os últimos eventos tendem apenas
a alimentar mais”) ficaria perto do termo que modifica
e a que está ligada. Mas o resultado não é bom, pois
resulta em intercalação longa, que arromba a oração e
distancia demais o sujeito (clima perigoso) do predicado
verbal (está surgindo). Coisa que se deve evitar porque
as grandes orações intercaladas atrapalham a leitura,
encaroçam o texto e dificultam o entendimento. Nesse
caso, uma espécie de pedra no caminho do leitor, sem a
graça da pedra do poeta Drummond.
Segunda possibilidade: “Mesmo assim, está surgindo em
Washington um clima perigoso, que os últimos eventos
tendem apenas a alimentar mais.” [...]
Revista Língua Portuguesa. Editora Segmento.
Dezembro de 2010, p. 48.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.
TEXTO I
Texto truncado
Falta de coesão prejudica o fluxo da frase
Um jornal brasileiro publicou um texto sobre o conflito no
Oriente Médio. Nele, este trecho de dolorida incoesão:
“Mesmo assim, um clima perigoso está surgindo em
Washington, que os últimos eventos tendem apenas a
alimentar mais.” É óbvia a má colocação das palavras,
e desagradável o resultado. O bloco “que os últimos
eventos tendem apenas a alimentar mais” está ligado
a “clima perigoso”, mas distante dele. O pronome “que”
parece referir-se a ”Washington”. Pode-se à primeira
vista crer que “os últimos eventos tendem apenas a
alimentar Washington”. Coisa feia e sem sentido. O autor
poderia ter usado um dos recursos seguintes para dizer
o que queria.
Primeira possibilidade: “Mesmo assim, um clima perigoso,
que os últimos eventos tendem apenas a alimentar
mais, está surgindo em Washington.” Assim, a oração
explicativa (“que os últimos eventos tendem apenas
a alimentar mais”) ficaria perto do termo que modifica
e a que está ligada. Mas o resultado não é bom, pois
resulta em intercalação longa, que arromba a oração e
distancia demais o sujeito (clima perigoso) do predicado
verbal (está surgindo). Coisa que se deve evitar porque
as grandes orações intercaladas atrapalham a leitura,
encaroçam o texto e dificultam o entendimento. Nesse
caso, uma espécie de pedra no caminho do leitor, sem a
graça da pedra do poeta Drummond.
Segunda possibilidade: “Mesmo assim, está surgindo em
Washington um clima perigoso, que os últimos eventos
tendem apenas a alimentar mais.” [...]
Revista Língua Portuguesa. Editora Segmento.
Dezembro de 2010, p. 48.
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