Foram encontradas 465 questões.
1726380
Ano: 2018
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
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A lei 8.069, também conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), dispõe sobre a proteção integral a esse público. Dos direitos fundamentais previstos no ECA, assinale a opção que NÃO constitui um dos desses direitos.
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1726090
Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
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Conside as seguintes informações:
• Despesa Fixada: R$ 550.000,00
• Despesa Liquidada: R$ 340.000,00
• Despesa Paga: R$ 130.000,00
• Despesa Empenhada: R$ 400.000,00
• Despesa Liquidada: R$ 340.000,00
• Despesa Paga: R$ 130.000,00
• Despesa Empenhada: R$ 400.000,00
Com base nesses dados, é correto afirmar que os valores referentes aos Restos a Pagar não processados e Restos a Pagar processados, são, respectivamente:
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A Base Nacional Comum Curricular expressa o objetivo da educação infantil e reforça a necessidade de intensificar aprendizagem e desenvolvimento. Nessa direção, para potencializar as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças são essenciais
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1724813
Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
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Livro obrigatório, principal, cronológico, que deverá ser autenticado no órgão competente de registro do comércio. Nele deverão ser lançadas, em ordem cronológica, com individualização e clareza, todas as operações ocorridas e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais.
A descrição acima refere-se ao livro
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Escritores boleiros
Álvaro Costa e Silva
De 4 em 4 anos, bastar chegar a Copa, ressurge a conversa fiada: o escritor brasileiro não seria bom de bola. Uma tese confusa, que explicaria por que o esporte é tão pouco presente em nossa literatura, aponta a “elite branca” como grande culpada, a qual sente desprezo pelas “coisas do povo”. Como o argumento é difícil de sustentar, apela-se para a frase de Nelson Rodrigues: “Nossos escritores não sabem cobrar 5 um reles lateral”.
Curioso é que o próprio Nelson desmente a sua blague. Pois não há no mundo quem tenha usado tão bem o futebol para falar dos mistérios da vida —um deles descobrir e valorizar, entre as camadas mais pobres da população, os verdadeiros heróis da pátria, aqueles que usavam chuteiras com solado de madeira e travas presas com pregos.
Um pessoal enche a boca para afirmar que não existe o grande romance brasileiro sobre futebol. OK, mas cadê o grande romance italiano ou inglês sobre o tema? O alemão? O espanhol, o argentino, o francês? Provavelmente ele deve ter sido escrito na Indonésia, onde os autores não pertencem à elite branca e sabem cobrar até escanteios em curva. Se você não tiver paciência de esperar que essa maravilha seja enfim descoberta e traduzida do javanês, passe na livraria mais próxima e peça “O Drible”, de Sérgio Rodrigues.
Que tal as ficções de Alcântara Machado, Rachel de Queiroz, João Ubaldo, Moacyr Scliar, Rubem Fonseca, João Antônio, Loyola Brandão, Hilda Hilst, todas reunidas na antologia “22 Contistas em Campo”, organizada por Flávio Moreira da Costa? Sem esquecer uma obra-prima de Sérgio Sant’Anna, a novela “Páginas sem Glória”, na qual se narra uma pequena tragédia vivida por um craque suburbano.
O futebol é em si mesmo uma usina de narrativas, com conflitos, mitologias, superstições, anedotas. Quando vão a campo para contá-lo e interpretá-lo, os autores brazucas têm batido um bolão.
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 16 jun. 2018.
O texto é representativo do gênero
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Obesidade atinge um em cada cinco adultos no país, diz
Ministério da Saúde
Ministério da Saúde
A epidemia de obesidade no Brasil começa a dar sinais de estagnação. Dados inéditos do Ministério da Saúde obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo" mostram que a explosão de casos assistida na última década perdeu ritmo nos dois últimos anos. "Os indicadores apontam para uma tendência de estabilização entre a população das capitais", afirma a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho de Souza.
Os números, no entanto, estão longe de ser tranquilizadores. "Os patamares ainda são muito elevados. Mais do que nunca é preciso reforçar a prevenção", constata. Entre as medidas consideradas cruciais, estão mudanças nas regras de rótulos de alimentos, para que a população possa fazer escolhas mais conscientes, e políticas que permitam maior acesso a frutas e hortaliças.
A pesquisa do Ministério da Saúde mostra que 18,9% da população acima de 18 anos das capitais brasileiras é obesa. O porcentual é 60,2% maior que o obtido na primeira vez que o trabalho foi realizado, em 2006. Naquele ano, 11,8% dos entrevistados estavam com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. Embora bastante elevados, sobretudo quando comparados com outros países da América do Sul, os indicadores são os mesmos obtidos em 2015.
"Daí a indicação de que a velocidade da expansão começa a cair", afirma Maria de Fátima. O mesmo ocorre com o excesso de peso. Em 11 anos, a expansão da população com peso acima do considerado ideal foi de 26,8%. De 2015 para 2017, contudo, os indicadores permaneceram estáveis. Há três anos, 53,9% da população estava acima do peso. No dado mais recente, 54%. Uma nova pesquisa deverá ter início no fim do ano para comprovar esses dados. No novo estudo, voluntários terão seu peso medido pelos entrevistadores.
Os sinais de estabilização de sobrepeso e obesidade nos últimos dois anos vêm acompanhados de mudanças no comportamento do brasileiro. Ele hoje consome menos refrigerante e bebidas adoçadas que na última década e se exercita um pouco mais. Em 10 anos, a queda do consumo de bebidas foi de 52,8%. Em 2007, 30,9% dos moradores das capitais faziam uso regular desses produtos. Agora, o comportamento é citado por 14,6%.
"Houve uma queda importante, mas o consumo no País ainda é muito alto", afirma a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa. Sobretudo entre a população mais jovem. Na faixa entre 18 e 24 anos, 22,8% consomem refrigerantes e bebidas adoçadas regularmente. "Do ponto de vista nutricional, esses produtos não trazem nenhuma vantagem e têm grande concentração de açúcares. O ideal seria reduzir ao máximo o consumo", afirma Michele. A faixa etária mais jovem é a que mais ingere essas bebidas e, ao mesmo tempo, a que apresentou menor redução de consumo no período analisado: 43,17%
O raciocínio vale ainda para a melhora nos indicadores de consumo de frutas e hortaliças. Os números avançaram positivamente, mas ainda não alcançaram a meta ideal. Entre a população de 18 a 24 anos a ingestão recomendada de pelo menos cinco porções por semana desses alimentos subiu 25%. Mesmo assim, apenas 19,63% consomem esses alimentos nessa frequência. Os números vão melhorando com o passar dos anos de vida. Dos entrevistados com mais de 65 anos, 26,9% fazem o consumo desses alimentos na proporção recomendada.
Além da alimentação, os indicadores de atividade física também melhoraram. Houve um aumento de 24% de pessoas que afirmam se exercitar de forma leve ou moderada. "Todos esses indicadores precisam melhorar. O ideal é que toda população coma ao menos cinco porções de frutas e hortaliças por dia. E que se exercite de forma moderada, mas frequente", avalia Maria de Fátima.
A tarefa, no entanto, não é fácil. "Há dificuldades de acesso, sem falar em preços", diz. Batizada de Vigitel, a pesquisa do Ministério da Saúde é feita por telefone, com população acima de 18 anos residente nas capitais do País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Disponível em: <https://www.correiobraziliense.com.br>. Acesso em: 20 jun. 2018.
Nos parágrafos 2 e 4, há a ocorrência de citações do discurso alheio
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Assinale a opção que apresenta apenas vocábulos que sofreram alterações e estão em conformidade com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com vigência obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2016.
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A compreensão do efeito de alavanca e dos vários tipos de alavanca é essencial ao Fisioterapeuta, pois proporciona o entendimento dos movimentos do corpo. O sistema de alavancas pode ser divido em três classes, de acordo com as posições relativas da força, do eixo e da resistência.
Nas alavancas de terceira classe,
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A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus. Atualmente, a vacina é a melhor forma de prevenção da dengue. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em janeiro de 2018, foram registrados menos casos prováveis de dengue em 2017, com 252.054 casos contra 1.483.623 em 2016.
A dengue é transmitida pelo
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Lei a definição a seguir:
| “...É o conjunto de hábitos e crenças, estabelecidos por normas, valores, atitudes e expectativas, compartilhado por todos os membros e distingue uma organização das demais” |
Fonte: CHIAVENATO, 2010
A definição refere-se
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