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3458238
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Se as proposições A e B NÃO são equivalentes, é correto afirmar que B
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3458237
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Adonis, Benito e Celso estão posicionados ao longo de uma rua reta. A distância entre Adonis e Celso é de 50 metros, enquanto a distância entre Benito e Celso é de 8 metros. Se Benito está posicionado entre Adonis e Celso, a distância entre Adonis e Benito é de
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3458236
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Considere a proposição A: ¬p ∨ ¬q.
Para que a proposição A seja falsa,
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Assinale a alternativa cujos termos entre parêntesis
substituam as palavras destacadas, em conformidade com
a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
“Ontem de noite, vivenciando uma ‘potente’ imersão no ‘pujante’ polo de produção intelectual chamado caixinha do chaveiro”.
“Mas é aquele negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, ‘convém’ escovar os dentes”.
Assinale a alternativa cujas palavras substituam, respectivamente, os termos destacados, conservando o mesmo sentido.
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
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Ontem de noite, vivenciando uma potente imersão no
pujante polo de produção intelectual chamado caixinha do
chaveiro, me dei conta de uma questão linguística pouco
discutida: número só muda o gênero até o dois. Um, uma, dois,
duas. Três, tresa? Quatro, quatra? Cinca? Seisa? Seta? Oita?
Nova? Nada.
Por alguma razão para além dos estreitos limites da minha
têmpera intelectual, uma laranja e um limão merecem ser
tratados no feminino e no masculino. Mas se trouxerem pra roda
família e amigos, possivelmente terão de se contentar com o
genérico masculino. Por que será que o povo, este “inventa
línguas”, acha importante tratar duas rebimbocas da parafuseta
como moças e vinte e sete na indefinição?
Tá, é verdade. Num país em que falta comida, justiça,
caráter e tantos outros itens de primeira necessidade, a escassez
mais grave certamente não é a de palavras. Mas é aquele
negócio: mesmo numa guerra, tendo um tempinho, convém
escovar os dentes. De modo que seguirei aqui tentando adubar
a nossa querida flor do Lácio.
(PRATA, Antonio. Tresa, quatra, cinca. Folha
de São Paulo, 28.11. 2021. Adaptado).
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