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A escola é a instituição que tem como função a socialização do saber sistematizado, ou seja, do conhecimento elaborado e da cultura erudita. De acordo com Saviani (2005), a escola se relaciona com a ciência e não com o senso comum, e existe para proporcionar a aquisição de instrumentos que possibilitam o acesso ao saber elaborado (ciência) e aos rudimentos (bases) deste saber. A contribuição da escola para o desenvolvimento do sujeito é específica à aquisição do saber culturalmente organizado e às áreas distintas de conhecimento. No que diz respeito à família, “um dos seus papéis principais é a socialização da criança, isto é, sua inclusão no mundo cultural mediante o ensino da língua materna, dos símbolos e regras de convivência em grupo, englobando a educação geral e parte da formal, em colaboração com a escola”.
(Polonia & Dessen, 2005, p. 304. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ estpsi/a/CM3Hj6VLtm7ZMxD33pRyhkn/?lang=pt.)
Sobre a relação entre escola e família, analise as afirmativas a seguir.
I. Escola e família têm suas especificidades e suas complementariedades, embora não se possa supô-las como instituições completamente independentes, não se pode perder de vista suas fronteiras institucionais, ou seja, o domínio do objeto que as sustenta como instituições.
II. O vínculo escola-família prevê o respeito mútuo, o que significa tornar paralelos os papéis de pais e professores, para que os pais garantam as possibilidades de explorarem suas opiniões, ouvirem os professores sem receio de serem avaliados, criticados, trocarem pontos de vista, na busca por objetivos e estratégias comuns.
III. Estes dois sistemas têm objetivos divergentes que não se interpenetram, uma vez que há uma distinção entre a educação escolar e a educação que ocorre fora da escola. Cabendo, portanto, à escola promover e assegurar tão somente o desenvolvimento de capacidades mais importantes para preparar as crianças e os jovens para a participação produtiva na sociedade.
Está correto o que se afirma em
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O Projeto Político-Pedagógico (PPP), nomeado na Lei de Diretrizes e Bases como proposta ou projeto pedagógico, representa mais do que um documento. É um dos meios de viabilizar a escola democrática e autônoma para todos, com qualidade social. Autonomia pressupõe liberdade e capacidade de decidir a partir de regras relacionais. O exercício da autonomia administrativa e pedagógica da escola pode ser traduzido como a capacidade de governar a si mesmo, por meio de normas próprias.
(Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. 2013.)
Um Projeto Político-Pedagógico (PPP) com uma proposta autônoma deve, EXCETO:
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[...] Embora já venha se instituindo historicamente, ancorado nos movimentos sociais desde a década de 70, o colegiado escolar passou a ter maior importância a partir de meados da década de 90, quando o MEC passou a transferir recursos financeiros diretamente para as unidades escolares, de acordo com o princípio da escola autônoma, estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996. É um órgão coletivo, consultivo e fiscalizador que atua nas questões técnicas, pedagógicas, administrativas e financeiras da unidade escolar.
(Disponível em: https://www.educabrasil.com.br/colegiado-escolar. Adaptado.)
Considere uma ação colegiada na qual seus membros deverão apoiar, promover e estimular a comunidade escolar e local em busca da melhoria da qualidade do ensino e do acesso à escola. Podemos afirmar que trata-se de uma função:
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A Resolução CNE/CP nº 2/2017 e seu Anexo instituem a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos no âmbito da Educação Básica escolar, e orientam sua implementação pelos sistemas de ensino das diferentes instâncias federativas, bem como pelas instituições ou redes escolares. No âmbito da BNCC, competência é definida como a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores, para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Para os efeitos desta Resolução, com fundamento no caput do Art. 35-A e no §1º do Art. 36 da LDB, a expressão “competências e habilidades” deve ser considerada como correspondente ao termo:
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Não existe cultura que seja considerada plena, única, homogênea ou universal. Diferentes culturas existem em diferentes sociedades, cada uma com características particulares ou singulares. Devido às concepções distintas, a cultura torna-se um campo e terreno de luta.
(MOREIRA; TADEU, 2013. p. 35.)
O currículo é um local no qual o docente e os aprendizes têm a oportunidade de examinar, de forma renovada, aqueles significados da vida cotidiana que se acostumaram a ver como dados naturais.
(SILVA, 2009, p. 40-41 apud MALANCHEN, 2016, p. 60.)
Considere o exposto, bem como a necessidade de compreender melhor a teia de relações que se estabelece dentro da escola, e sendo o educador um dos grandes artífices da construção dos currículos que se materializam nas escolas e nas salas de aula. Sobre o seu papel no processo curricular, o professor deve, EXCETO:
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Elaboração do Planejamento de Ensino
O planejamento é o recurso organizacional que proporciona a integração de todos os atores envolvidos na instituição educacional, visando resultados positivos no processo ensino-aprendizagem. Fazer um mapeamento dos rumos, caminhos e possibilidades que a instituição deseja seguir tem o objetivo de evitar situações e/ou decisões improvisadas. Libâneo (1994, p. 222) afirma que: “[...] a ação de planejar, portanto, não se reduz ao simples preenchimento de formulários para controle administrativo; é, antes, a atividade consciente da previsão das ações político-pedagógicas, e tendo como referência permanente às situações didáticas concretas (isto é, a problemática social, econômica, política e cultural), que envolvem a escola, os professores, os alunos, os pais, a comunidade, que integram o processo de ensino”. Considerando os tipos de planejamento essenciais para a prática de ensino, analise as afirmativas a seguir.
I. “Planejamento : é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.”
II. “Planejamento : é o de maior abrangência, correspondendo ao planejamento que é feito em nível nacional, estadual ou municipal. Incorpora e reflete as grandes políticas educacionais.”
III. “Planejamento : é o processo de tomada de decisões sobre a dinâmica da ação escolar. É previsão sistemática e ordenada de toda a vida escolar do aluno, constituindo um instrumento que orienta a ação educativa na escola.”
IV. “Planejamento : é o processo de decisão sobre a atuação concreta dos professores no cotidiano de seu trabalho pedagógico, envolvendo as ações e as situações em constante interação entre professor e alunos e entre os próprios alunos.”
A associação está correta em
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
De acordo com as Diretrizes Curriculares para a Educação Básica, na organização e gestão do currículo, as abordagens disciplinar; pluridisciplinar; interdisciplinar; e, transdisciplinar requerem a atenção criteriosa da instituição escolar, porque revelam a visão de mundo que orienta as práticas pedagógicas dos educadores e organizam o trabalho do estudante. Perpassam todos os aspectos da organização escolar, desde o planejamento do trabalho pedagógico, a gestão administrativo-acadêmica, até a organização do tempo e do espaço físico e a seleção, a disposição e a utilização dos equipamentos e mobiliário da instituição, ou seja, todo o conjunto das atividades que se realizam no espaço escolar, em seus diferentes âmbitos. As abordagens multidisciplinar; pluridisciplinar; e, interdisciplinar fundamentam-se nas mesmas bases, que são as disciplinas, ou seja, o recorte do conhecimento. Para Basarab Nicolescu (2000, p. 17), em seu artigo “Um novo tipo de conhecimento: transdisciplinaridade”, a disciplinaridade, a pluridisciplinaridade, a transdisciplinaridade e a interdisciplinaridade são as quatro flechas de um único e mesmo arco: o do conhecimento.
(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_ docman&view=download&alias=13448-diretrizes-curiculares-nacionais2013-pdf&Itemid=30192.)
Sobre o exposto e considerando a abordagem “interdisciplinar”, assinale a afirmativa correta.
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Sobre as incumbências dos docentes e dos estabelecimentos de ensino, considerando a Lei de Diretrizes e Bases, Lei nº 9.394/1996, analise as afirmativas a seguir.
I. Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas.
II. Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
III. Notificar ao Conselho Tutelar do município a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 30% do percentual permitido em lei.
IV. Promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas.
Assinale a alternativa correta.
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De acordo com Freire (1996, p. 38), “ensinar exige reflexão crítica sobre a prática”. Neste contexto, entendemos que a prática educativa do professor deve partir sempre do ponto de vista da necessidade do educando. A avaliação desta prática deve estar vinculada à essência do conhecimento transmitido pelo professor e/ou que deveria ser assimilado pelo educando. Considerando a avaliação como um dos componentes essenciais para o processo educativo, assinale a afirmativa correta.
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No início de 1960, o Brasil chega ao final de um modelo econômico “substituição de importações” com a implantação de indústrias de grande porte, como as automobilísticas. Isso significou a nossa entrada no mundo capitalista, que, naquela ocasião, era movido pela produção industrial. O bom desempenho alcançado pelas indústrias devia-se, em grande parte, ao avanço tecnológico. Isto levou todos os setores sociais a se tornarem “tecnologizados”, inclusive a Educação, ficando explícita a influência do trabalho fabril no processo educacional, com a adoção pela escola da separação entre o pensar e o fazer. A metodologia sofreu grande sofisticação, pois, agora, ela passou a ser o foco principal do processo ensino-aprendizagem. Segundo LIBÂNEO (1987, p. 30), aprender passou a ser uma questão de modificação do desempenho: o bom ensino depende de organizar eficientemente as condições estimuladoras, de modo que o aluno saia da situação de aprendizagem diferente de como entrou. Sobre o exposto e considerando as tendências pedagógicas na educação brasileira, infere-se que as informações se referem à tendência:
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