Foram encontradas 670 questões.
Em uma escola, o número de professores da Educação Infantil somado ao número de professores do Ensino
Fundamental é 44, sendo que os professores da Educação Infantil não trabalham no Ensino Fundamental e os
professores do Ensino Fundamental não trabalham na
Educação Infantil. Se a razão do número de professores
da Educação Infantil para o número de professores do
Ensino Fundamental é 3/8 , então, o número de professores do Ensino Fundamental supera o número de professores da Educação Infantil em
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Determinado dia, em uma sala de aula, somente 5 alunos
estavam usando tênis branco, o que corresponde a 25%
da metade do número total de alunos presentes. Entre os
alunos que não estavam de tênis branco, 40% estavam
com tênis preto e os demais com tênis azul. O número de
alunos com tênis azul, nesse dia, era
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Uma professora dispõe de 630 folhas de papel sulfite
sendo 315 brancas, 180 azuis e as demais amarelas. Todas essas folhas serão separadas em blocos, cada bloco
com o mesmo número de folhas de uma só cor, sendo
esse número o maior possível. Nessas condições, o número de blocos formados com as folhas brancas será
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Um jogo educativo é formado por determinado número
de peças coloridas das quais 2/5 são azuis, 1/3 é vermelha
e 48 são amarelas. O número de peças azuis é
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Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil
O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação
atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como
um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que
demora muitas décadas.
Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o
patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade
em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino
avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram
implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no
tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes
esconde excelentes gestões educacionais que merecem
destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes
casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem
inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”.
Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
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Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil
O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação
atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como
um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que
demora muitas décadas.
Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o
patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade
em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino
avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram
implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no
tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes
esconde excelentes gestões educacionais que merecem
destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes
casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem
inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”.
Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil
O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação
atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como
um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que
demora muitas décadas.
Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o
patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade
em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino
avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram
implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no
tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes
esconde excelentes gestões educacionais que merecem
destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes
casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem
inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”.
Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
• ... abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o patamar mais elevado de aprendizagem...
• ... um conjunto de medidas que, sustentadas no tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
• ... e podem inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil
O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação
atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como
um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que
demora muitas décadas.
Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o
patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade
em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino
avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram
implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no
tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes
esconde excelentes gestões educacionais que merecem
destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes
casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem
inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”.
Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
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Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil
O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação
atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como
um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que
demora muitas décadas.
Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o
patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade
em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino
avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram
implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no
tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.
A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes
esconde excelentes gestões educacionais que merecem
destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes
casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem
inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.
(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”.
Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
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Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
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