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2164408 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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A Psicologia dos Fatores Humanos é uma especialidade da Psicologia Organizacional, na interface com a Engenharia, que estuda meios de aprimorar o desenho e as funções das máquinas e o ambiente de trabalho para melhor atender às necessidades das pessoas. Entre as contribuições de Frank Gilbreth, está o clássico estudo do assentamento de tijolos. Ele observou que, na construção de uma parede, os pedreiros eram forçados a agachar centenas de vezes por dia para apanhar os tijolos. Resolveu elevar os tijolos ao nível das mãos do pedreiro para que ele não tivesse que se agachar. Somente essa mudança aumentou a produtividade em 200%. Dos estudos desenvolvidos pelo casal Gilbreth, os mais relevantes foram:
 

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2164407 Ano: 2022
Disciplina: Psicologia
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Segundo Robbins (2005, p. 143), “os estudos de Maslow, McGregor e Herzberg abordaram a importância de se entender o próprio trabalho como uma possível fonte de motivação. Pesquisas recentes em planejamento do trabalho oferecem evidências ainda mais fortes de que a maneira como os elementos do trabalho são organizados pode aumentar ou reduzir a motivação”. Essas pesquisas também trazem observações detalhadas sobre o que são esses elementos. O modelo de características do trabalho propõe que todo tipo de trabalho ou função pode ser descrito em termos de cinco dimensões essenciais:
 

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Texto-base para a questão:

Coluna Vozes da Educação

Graduação ou ensino técnico?
Para ajudar jovens nessa escolha, ouvi professores das duas modalidades. Eles ajudam a explicar as diferenças e dão dicas de como escolher que caminho seguir, levando em conta empregabilidade e expectativa salarial.


Vinícius de Andrade
03/02/2022
Graduação ou ensino técnico? Este é um dos maiores dilemas do estudante da rede pública brasileira. É recorrente ouvir falas preconceituosas, simplistas ou irreais sobre alguma das modalidades. E o que mais me preocupa é que isso é causado única e exclusivamente pela falta de informação – algo que pretendo mudar com este texto.
Para falar sobre as diferenças entre o ensino técnico e a graduação e ajudar aqueles que estão na dúvida entre qual modalidade seguir, conversei com três especialistas: Marcelo Botelho da Costa Moraes, professor doutor do Departamento de Contabilidade da FEA-RP há dez anos; e dois docentes que lecionam no ensino técnico, Valquíria de Oliveira Borges, professora de Gestão e Comunicação há 12 anos, e Patrick Silva, professor de Eletroeletrônica há dez.
Bom, a primeira coisa que o estudante precisa saber é que a graduação é voltada para o conhecimento acadêmico, e os conteúdos da área são vistos com maior profundidade. Já o ensino técnico, além de ter uma duração significativamente menor, é voltado para o conhecimento prático e para a aplicabilidade da profissão. Em alguns cursos técnicos, por exemplo, essa prática já se inicia nas primeiras semanas de aula.
Para Botelho, os erros mais comuns de concepção entre as duas modalidades estão associados a acreditar que formações com maior conteúdo prático sejam consideradas técnicas, sem a compreensão das diferenças entre o ensino técnico e o superior.
[...]
Os três especialistas são categóricos ao afirmar que no contexto de diferenciar os dois a palavra “qualidade” não é pertinente. Sobre isso, a professora Borges afirma: “Os objetivos são diferentes. O que vai interferir é a qualidade da instituição onde se fará os cursos. Essa sim é uma questão pertinente. Há instituições qualificadas e outras nem tanto. E isso vale para graduação e ensino profissionalizante. Reforço, quando se compara curso técnico com graduação, comete-se um erro grave, pois não estão equiparados, são caminhos e objetivos diferentes. E um não necessariamente anula o outro. Pode, sim, complementar, mas não anular.”
Botelho acrescenta: “Existe necessidade por parte das empresas de profissionais com habilidades em diferentes níveis, pelos quais as empresas estão dispostas a pagar diferentes remunerações. Nesse sentido, ambos possuem qualidades dentro do que se propõem – e se complementam.”
Fonte:https://www.dw.com/pt-br/gradua%C3%A7%C3%A3o-ou-ensino-t%C3%A9cnico/a60646381?fbclid=IwAR0Cnu8sSVwxEZDC0Bt1NTP7h6z42vxidYnxYKhorP-WQFdPBJ3HxNcSzKk
Assinale a alternativa INCORRETA com relação ao texto.
 

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2164117 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização, expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 29-31.
O tema central do texto selecionado está relacionado à
 

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2164116 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:
A periodização da história jamais é um ato neutro ou inocente: a evolução da imagem da Idade Média na época moderna e contemporânea comprova isso. Por meio da periodização, expressa-se uma apreciação das sequências assim definidas, um julgamento de valor, mesmo que seja coletivo. Aliás, a imagem de um período histórico pode mudar com o tempo.
A periodização, obra do homem, é portanto ao mesmo tempo artificial e provisória. Ela evolui com a própria história. Em relação a isso, ela tem uma dupla utilidade: permite melhor controlar o tempo passado, mas também sublinha a fragilidade desse instrumento do saber humano que é a história.
O termo “Idade Média”, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no século XV, principalmente em Florença: aí está a razão pela qual essa cidade se torna o centro do humanismo. O próprio termo “humanismo” não existe antes do século XIX: em torno de 1840, ele designa a doutrina que coloca o homem no centro do pensamento e da sociedade. Parece que ele é primeiramente encontrado na Alemanha, e depois em Pierre Joseph Proudhon, em 1846. Vemos que o termo “Renascimento” levou tempo para impor-se diante do termo “Idade Média”. [...]
Se agora nos voltarmos para trás, a cronologia não é mais clara, nem mais precoce. Na Idade Média, a noção de “Antiguidade” é reservada a Grécia e Roma pelos eruditos. A ideia de uma Antiguidade da qual, de alguma forma, sairia a Idade Média – dado que esse período dito antigo parece ter sido o modelo e a nostalgia da maior parte dos clérigos medievais – não aparece antes do século XVI, e ainda assim de maneira fluida. [...]
Durante muito tempo se fez corresponder o fim da Antiguidade com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo (Édito de Milão, 313) ou com a remissão ao imperador de Bizâncio das insígnias imperiais ocidentais (476). Porém, vários historiadores enfatizaram que a transformação de uma época a outra foi longa, progressiva, cheia de sobreposições.
Fonte: LE GOFF, J. A história deve ser dividida em pedaços?. Trad. Nícia Adan Bonatti. São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 29-31.
Assinale a alternativa CORRETA com relação ao uso das vírgulas no seguinte trecho: “O termo ‘Idade Média’, que expressa a ideia de que a humanidade sai de um período brilhante esperando, sem dúvida, entrar num período tão radioso quanto, é difundido, diz-se, no século XV, principalmente em Florença [...].”
 

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2163637 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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Considerando o papel do território para analisar a constituição das políticas públicas, remete à apreensão de que o território é muito mais do que um simples espaço geográfico; ele apresenta uma dinâmica de relações humanas, é alvo de ações políticas, é permeado por redes e movimentos. Há toda uma dinâmica que comporta atores sociais que, nele, (re)constroem seus territórios, exercendo relações de poder, gestão e identidade. Segundo Marcelo José Lopes de Souza, para analisar o território, “[...] é imperioso que saibamos despi-lo do manto de imponência com o qual se encontra, via de regra, adornado.”
Com base nos estudos de Souza, sobre território, qual concepção o pesquisador defende? Assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O território é um campo de forças, uma teia ou rede de relações sociais que, a par de sua complexidade interna, define, ao mesmo tempo, um limite, uma diferença entre os membros da coletividade.
( ) Todo território se define a partir de dois ingredientes, o espaço e o poder.
( ) Todo território pressupõe um espaço social, nem todo espaço social é um território.
( ) Um espaço pode ser reduzido a espaço natural, enquanto território, de fato, torna-se, automaticamente, quase sinônimo de espaço social.
( ) Territórios são, antes, relações sociais projetadas no espaço concreto, podem formar-se e dissolver-se, construir-se e dissipar-se de modo relativamente rápido.
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA de cima para baixo:
 

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2163636 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro 1996, estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Considerando que, no decorrer dos tempos, surgem necessidades de inclusão e exclusão de alguns artigos previstos nas leis, a LDB/1996 incluiu alterações em seu texto, no ano de 2021, quando da aprovação das Leis de nº 14.164, de 10 de junho de 2021, e de nº 14.191, de 03 de agosto de 2021.
Tomando a LDB/1996 e as Leis aprovadas em 2021 como referência, é CORRETO afirmar que tais Leis contêm as seguintes ementas:
 

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2163629 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), Lei nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993, dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências. No Capítulo IV, trata dos Benefícios, dos Serviços, dos Programas e dos Projetos de Assistência Social, constituindo as seguintes seções: Seção I – Do Benefício da Prestação Continuada; Seção II – Dos Benefícios Eventuais; Seção III – Dos Serviços; Seção IV – Dos Programas de Assistência Social; e Seção V – Dos Projetos de Enfrentamento da Pobreza.
Considerando o que está disposto no Capítulo IV da LOAS, na especificidade das seções III, IV e V, identifique as alternativas:
1 – para identificar o que a LOAS conceitua como Serviços.
2 – para identificar o que a LOAS conceitua como Programas de Assistência Social.
3 – para identificar o que a LOAS conceitua como Projetos de Enfrentamento da Pobreza.
( ) compreendem ações integradas e complementares com objetivos, tempo e área de abrangência definidos para qualificar, incentivar e melhorar os benefícios e os serviços assistenciais.
( ) atividades continuadas que visem à melhoria de vida da população e cujas ações, voltadas para as necessidades básicas, observados os objetivos, princípios e diretrizes estabelecidas nesta lei.
( ) compreendem a instituição de investimento econômico-social nos grupos populares, buscando subsidiar, financeira e tecnicamente, iniciativas que lhes garantam meios, capacidade produtiva e de gestão para melhoria das condições gerais de subsistência, elevação do padrão da qualidade de vida, a preservação do meio-ambiente e sua organização social.
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA de cima para baixo:
 

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2163628 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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A professora Regina Célia Mioto tem uma vasta produção científica sobre a concepção e o papel da família na história da humanidade e na esfera da proteção social. Considerando seus estudos sobre os temas: Concepção de família; Requisições para o trabalho com família; Família e política social, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A família não é apenas uma construção privada, mas também pública, e tem um papel importante na estruturação da sociedade em seus aspectos sociais, políticos e econômicos. E, nesse contexto, pode-se dizer que é a família que cobre as insuficiências das políticas públicas, ou seja, longe de ser um refúgio num mundo sem coração, é atravessada pela questão social.
( ) Pensar a família no campo da proteção social implica reconhecer que a família, na sua dimensão simbólica, na sua multiplicidade, na sua organização, é importante à medida que subsidia a compreensão sobre o lugar que lhe é atribuído na configuração da proteção social de uma sociedade, em determinado momento histórico.
( ) O fracasso das famílias é entendido como resultado da incapacidade de gerirem e otimizarem seus recursos, de desenvolverem adequadas estratégias de sobrevivência e de convivência, de mudar comportamentos e estilos de vida, de se articularem em redes de solidariedade e, também, de serem incapazes de se capacitarem para cumprir com as obrigações familiares.
( ) Defende a ideia de tratar a família a partir de determinada estrutura, tomada como ideal (casal com seus filhos) e com papéis pré-definidos.
( ) Analisa a família numa perspectiva relacional. Ou seja, que as relações familiares estão circunscritas apenas às relações estabelecidas na família, seja no âmbito de seu domicílio, seja na sua rede social primária.
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA de cima para baixo:
 

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2163627 Ano: 2022
Disciplina: Serviço Social
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Santo Antonio Platina-PR
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No texto “Avaliação de Políticas, Programas e Projetos Sociais”, Boschetti (2009) desenvolve um estudo problematizando o surgimento, desenvolvimento e as funções das políticas sociais, e realiza uma crítica a algumas perspectivas presentes na avaliação de políticas sociais. Ao discorrer sobre a avaliação das políticas sociais, caracteriza alguns aspectos que devem estar presentes no sentido de buscar analisar a política em sua totalidade, incorporando os principais aspectos que a constituem; de revelar o caráter contraditório existente entre as determinações legais e as operacionais da política social; e articular os determinantes estruturais, as forças sociais e políticas que agem na sua formulação e execução. Para tanto, sinaliza alguns aspectos e indicadores que se constituem como elementos empíricos de análise da política ou programa social avaliado: Aspecto 1 – Configuração e abrangência dos direitos e benefícios: objetivo de delinear um quadro de direitos e/ou benefícios previstos e/ou implementados pelas políticas e/ou programas sociais, de modo a chegar o mais próximo possível do estabelecimento de suas características essenciais; Aspecto 2 – Configuração do financiamento e gastos: objetivo de análise e avaliação das fontes dos recursos para verificar se possui caráter regressivo ou progressivo e quais são as implicações na abrangência e concepção dos direitos; Aspecto 3 – Gestão e controle social democrático: tem o objetivo de demonstrar como está estruturada a organização e gestão da política e/ou programa avaliado, tendo como parâmetro os princípios contemporâneos de gestão federada estabelecidos na Constituição Federal e como ocorre a participação e controle popular.
Considerando o texto acima, referente aos objetivos dos Aspectos, identifique as alternativas que representam os indicadores:
1 – para identificar o que constitui ASPECTO 1.
2 – para identificar o que constitui ASPECTO 2.
3 – para identificar o que constitui ASPECTO 3.
( ) Indicadores – Natureza e tipo dos direitos e benefícios previstos e/ou implementados; Abrangência.
( ) Indicadores – Relação entre as esferas governamentais; Relação entre estado e organizações não governamentais.
( ) Indicador – Participação e controle democrático.
( ) Indicadores – Fontes do financiamento; Direção dos gastos; Magnitude dos gastos.
( ) Indicadores – Critérios de acesso e permanência; Formas e mecanismo de articulação com outras políticas sociais.
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA de cima para baixo:
 

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