Foram encontradas 32 questões.
O tema liderança vem ganhando cada
vez mais destaque nas publicações no
âmbito da Administração. Sobre esse
tema, assinale a alternativa correta.
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Na matemática, a sequência numérica
ou sucessão numérica corresponde a
uma função dentro de um agrupamento
de números. De tal modo, os elementos
agrupados em uma sequência numérica
seguem uma sucessão, ou seja, uma
ordem no conjunto. Usando a implicação
lógica e os seus conhecimentos
sobre sequência, qual é o número que
continua, corretamente, a sequência:
0, 4, 18, 48, ...?
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Considere as seguintes proposições:
P1: “Todos os Tupis são Guaranis”.
P2: “Alguns Tupis são Guaiapós”.
Sabendo que ambas são verdadeiras, é possível concluir que
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Uma entrevista foi realizada com um
grupo de funcionários públicos de um
determinado departamento da prefeitura,
a fim de saber em qual(is) dos feriados
(Natal e Ano novo) eles trabalharam no
último ano. O resultado foi o seguinte:

Com base nessas informações, quantos funcionários participaram dessa pesquisa?

Com base nessas informações, quantos funcionários participaram dessa pesquisa?
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João leu um livro em 4 dias. No 1º dia,
leu 30% do total de páginas do livro. No
2º dia, ele leu 40% do que ficou faltando
após o 1º dia. No 3º dia, João leu 60% do
que faltava após o 2º dia. No 4º dia, ele
leu o restante. Em qual dia João leu o
maior número de páginas?
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Ser de casa
Yuri Al'Hanati
O processo de mudar de cidade se completa
quando a urgência de visitar um lugar novo que
abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação.
Até então o que há é um estranhamento cotidiano
que pede reconhecimento para se desestranhar.
Caminhar por um bairro novo ao qual de repente
se precisa ir – para uma consulta médica ou outra
frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual
o migrante está acostumado. O oximoro parece
inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a
cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar
é um fato que descamba para a banalidade antes
que se perceba. Ainda assim, continua-se um
explorador da própria terra, na esperança de que
possa chamá-la de própria terra o quanto antes.
Alguém que se mude para uma cidade nova
precisará, necessariamente e em primeiro lugar,
encontrar âncoras em ruas desconhecidas.
Lugares de conveniência e refúgio da estranheza,
úteis tanto para fixar a geografia quanto para não
ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar,
um banco, um mercado, uma farmácia, alguns
comércios benfazejos à manutenção da rotina, por
mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais
âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em
seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que
ele descobre idiossincrasias locais, estabelece
relações comerciais duradouras, esboça suas
primeiras conversas fiadas e registra, para os
locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia
parcial para o improvisado parceiro de cerveja,
confessa suas necessidades aos atendentes da
farmácia, passa itens domésticos básicos pelos
caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de
onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos,
experimenta os mesmos caminhos em direção às
mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado.
Ainda não.
É quando, portanto, parte para a situação
descrita no começo do texto que a operação o
acomete. Agora não é mais a cidade que o examina,
partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A
novidade deixa de ser um enfrentamento diário e
passa a ser um acontecimento a ser celebrado,
um fenômeno buscado voluntariamente por quem
já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de
urbe o suficiente, inclusive, para experimentar
um lugar novo como uma novidade de fato, e
não apenas como mais um dos tantos ainda não
visitados. Vivencia o novo de forma coletiva,
junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser
examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao
fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio
que exige notícia, a avaliação que o torna parte
do conclave tácito de cidadãos.
Disponível em: <http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri-al-hanati/serde-casa/>. Acesso em: 16 jul. 2019.
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Ser de casa
Yuri Al'Hanati
O processo de mudar de cidade se completa
quando a urgência de visitar um lugar novo que
abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação.
Até então o que há é um estranhamento cotidiano
que pede reconhecimento para se desestranhar.
Caminhar por um bairro novo ao qual de repente
se precisa ir – para uma consulta médica ou outra
frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual
o migrante está acostumado. O oximoro parece
inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a
cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar
é um fato que descamba para a banalidade antes
que se perceba. Ainda assim, continua-se um
explorador da própria terra, na esperança de que
possa chamá-la de própria terra o quanto antes.
Alguém que se mude para uma cidade nova
precisará, necessariamente e em primeiro lugar,
encontrar âncoras em ruas desconhecidas.
Lugares de conveniência e refúgio da estranheza,
úteis tanto para fixar a geografia quanto para não
ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar,
um banco, um mercado, uma farmácia, alguns
comércios benfazejos à manutenção da rotina, por
mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais
âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em
seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que
ele descobre idiossincrasias locais, estabelece
relações comerciais duradouras, esboça suas
primeiras conversas fiadas e registra, para os
locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia
parcial para o improvisado parceiro de cerveja,
confessa suas necessidades aos atendentes da
farmácia, passa itens domésticos básicos pelos
caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de
onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos,
experimenta os mesmos caminhos em direção às
mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado.
Ainda não.
É quando, portanto, parte para a situação
descrita no começo do texto que a operação o
acomete. Agora não é mais a cidade que o examina,
partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A
novidade deixa de ser um enfrentamento diário e
passa a ser um acontecimento a ser celebrado,
um fenômeno buscado voluntariamente por quem
já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de
urbe o suficiente, inclusive, para experimentar
um lugar novo como uma novidade de fato, e
não apenas como mais um dos tantos ainda não
visitados. Vivencia o novo de forma coletiva,
junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser
examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao
fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio
que exige notícia, a avaliação que o torna parte
do conclave tácito de cidadãos.
Disponível em: <http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri-al-hanati/serde-casa/>. Acesso em: 16 jul. 2019.
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Questão presente nas seguintes provas
Ser de casa
Yuri Al'Hanati
O processo de mudar de cidade se completa
quando a urgência de visitar um lugar novo que
abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação.
Até então o que há é um estranhamento cotidiano
que pede reconhecimento para se desestranhar.
Caminhar por um bairro novo ao qual de repente
se precisa ir – para uma consulta médica ou outra
frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual
o migrante está acostumado. O oximoro parece
inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a
cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar
é um fato que descamba para a banalidade antes
que se perceba. Ainda assim, continua-se um
explorador da própria terra, na esperança de que
possa chamá-la de própria terra o quanto antes.
Alguém que se mude para uma cidade nova
precisará, necessariamente e em primeiro lugar,
encontrar âncoras em ruas desconhecidas.
Lugares de conveniência e refúgio da estranheza,
úteis tanto para fixar a geografia quanto para não
ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar,
um banco, um mercado, uma farmácia, alguns
comércios benfazejos à manutenção da rotina, por
mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais
âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em
seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que
ele descobre idiossincrasias locais, estabelece
relações comerciais duradouras, esboça suas
primeiras conversas fiadas e registra, para os
locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia
parcial para o improvisado parceiro de cerveja,
confessa suas necessidades aos atendentes da
farmácia, passa itens domésticos básicos pelos
caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de
onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos,
experimenta os mesmos caminhos em direção às
mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado.
Ainda não.
É quando, portanto, parte para a situação
descrita no começo do texto que a operação o
acomete. Agora não é mais a cidade que o examina,
partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A
novidade deixa de ser um enfrentamento diário e
passa a ser um acontecimento a ser celebrado,
um fenômeno buscado voluntariamente por quem
já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de
urbe o suficiente, inclusive, para experimentar
um lugar novo como uma novidade de fato, e
não apenas como mais um dos tantos ainda não
visitados. Vivencia o novo de forma coletiva,
junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser
examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao
fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio
que exige notícia, a avaliação que o torna parte
do conclave tácito de cidadãos.
Disponível em: <http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri-al-hanati/serde-casa/>. Acesso em: 16 jul. 2019.
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Questão presente nas seguintes provas
Ser de casa
Yuri Al'Hanati
O processo de mudar de cidade se completa
quando a urgência de visitar um lugar novo que
abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação.
Até então o que há é um estranhamento cotidiano
que pede reconhecimento para se desestranhar.
Caminhar por um bairro novo ao qual de repente
se precisa ir – para uma consulta médica ou outra
frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual
o migrante está acostumado. O oximoro parece
inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a
cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar
é um fato que descamba para a banalidade antes
que se perceba. Ainda assim, continua-se um
explorador da própria terra, na esperança de que
possa chamá-la de própria terra o quanto antes.
Alguém que se mude para uma cidade nova
precisará, necessariamente e em primeiro lugar,
encontrar âncoras em ruas desconhecidas.
Lugares de conveniência e refúgio da estranheza,
úteis tanto para fixar a geografia quanto para não
ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar,
um banco, um mercado, uma farmácia, alguns
comércios benfazejos à manutenção da rotina, por
mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais
âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em
seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que
ele descobre idiossincrasias locais, estabelece
relações comerciais duradouras, esboça suas
primeiras conversas fiadas e registra, para os
locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia
parcial para o improvisado parceiro de cerveja,
confessa suas necessidades aos atendentes da
farmácia, passa itens domésticos básicos pelos
caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de
onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos,
experimenta os mesmos caminhos em direção às
mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado.
Ainda não.
É quando, portanto, parte para a situação
descrita no começo do texto que a operação o
acomete. Agora não é mais a cidade que o examina,
partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A
novidade deixa de ser um enfrentamento diário e
passa a ser um acontecimento a ser celebrado,
um fenômeno buscado voluntariamente por quem
já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de
urbe o suficiente, inclusive, para experimentar
um lugar novo como uma novidade de fato, e
não apenas como mais um dos tantos ainda não
visitados. Vivencia o novo de forma coletiva,
junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser
examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao
fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio
que exige notícia, a avaliação que o torna parte
do conclave tácito de cidadãos.
Disponível em: <http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri-al-hanati/serde-casa/>. Acesso em: 16 jul. 2019.
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Yuri Al'Hanati
O processo de mudar de cidade se completa
quando a urgência de visitar um lugar novo que
abriu se impõe sobre o desejo de aclimatação.
Até então o que há é um estranhamento cotidiano
que pede reconhecimento para se desestranhar.
Caminhar por um bairro novo ao qual de repente
se precisa ir – para uma consulta médica ou outra
frivolidade qualquer – é uma novidade ao qual
o migrante está acostumado. O oximoro parece
inadequado, mas o migrante o reconhece. Ter, a
cada dia na nova urbe, algo diferente a se explorar
é um fato que descamba para a banalidade antes
que se perceba. Ainda assim, continua-se um
explorador da própria terra, na esperança de que
possa chamá-la de própria terra o quanto antes.
Alguém que se mude para uma cidade nova
precisará, necessariamente e em primeiro lugar,
encontrar âncoras em ruas desconhecidas.
Lugares de conveniência e refúgio da estranheza,
úteis tanto para fixar a geografia quanto para não
ser soterrado pela indiferença do espaço. Um bar,
um banco, um mercado, uma farmácia, alguns
comércios benfazejos à manutenção da rotina, por
mais aquebrantada que se encontre, enfim. Em tais
âncoras a vida nativa começa a se desenvolver, em
seu gérmen, no interior do migrante. É lá em que
ele descobre idiossincrasias locais, estabelece
relações comerciais duradouras, esboça suas
primeiras conversas fiadas e registra, para os
locais, sua estrangeirice. Afixa sua biografia
parcial para o improvisado parceiro de cerveja,
confessa suas necessidades aos atendentes da
farmácia, passa itens domésticos básicos pelos
caixas do mercado, enfim, diz ao mundo sobre de
onde veio e para onde vai. Arruma alguns amigos,
experimenta os mesmos caminhos em direção às
mesmas instituições e enfim, sente-se aclimatado.
Ainda não.
É quando, portanto, parte para a situação
descrita no começo do texto que a operação o
acomete. Agora não é mais a cidade que o examina,
partícula invasora da mesmice, mas o contrário. A
novidade deixa de ser um enfrentamento diário e
passa a ser um acontecimento a ser celebrado,
um fenômeno buscado voluntariamente por quem
já superou a repetição das gentes, a rigidez do mapa e agora precisa de mais. Tem tempo de
urbe o suficiente, inclusive, para experimentar
um lugar novo como uma novidade de fato, e
não apenas como mais um dos tantos ainda não
visitados. Vivencia o novo de forma coletiva,
junto aos nativos e, ao examinar em vez de ser
examinado, se torna, ele também, um nativo. Ao
fim, eis o que o torna uno com o todo: o tédio
que exige notícia, a avaliação que o torna parte
do conclave tácito de cidadãos.
Disponível em: <http://www.aescotilha.com.br/cronicas/yuri-al-hanati/serde-casa/>. Acesso em: 16 jul. 2019.
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