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Foram encontradas 800 questões.

2759020 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

“Aqui a fonte da dificuldade é a entrada do sujeito no texto, o modo como leva em conta e implica o outro no texto, a indexação adequada das diferentes instâncias responsáveis pela enunciação e, de modo mais geral, a gestão dialógica e polifônica do texto.”

(Dolz, Gagnon e Decândio, 2010).

No texto, ao tratarem da escrita, os autores definem as fontes das dificuldades

 

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2759019 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 49 a 53.

Um rato na rede

Transcrevo um encontro com um rato, ocorrido numa aldeia dos nativos Apinayé, nos anos 60.

“Insone, senti um tremor nas cordas da rede. Com a lanterna, vi um rato saindo dos meus pés. O velhaco me olhou, passou velozmente pelo punho da rede e entrou na palha do telhado. Sentado, examinei trêmulo cada dedo. Foi um exercício de ioga ver o meu pé; no esforço, derrubei a lanterna. Conformado, vi no dedão do pé direito um arranhão sangrento. Era o presente do rato de merda que fez meu dedão de queijo...

Eu volto desconfiado para a rede, só que nela entro com um pé calçado de meias e botas. Numa das mãos, empunho a lanterna; na outra, o revólver. Cubro-me parcialmente com o lençol e espero atento pelo rato.

Esmiúço com a lanterna o teto e ouço apenas as batidas do meu coração. O rato sumiu e no seu lugar sinto minha perna direita ficar dormente. Tenho a certeza de que estou envenenado. Pulo da rede, abro minha caixa de primeiros socorros, tiro dela um bisturi (para casos de emergências) e me preparo para cortar o dedo no local da mordida para que o sangue renovado expulse o veneno. Agarro meu próprio pé, dobro a perna direita sobre o joelho esquerdo, meço com cautela o lugar onde farei a incisão que vi muitas vezes no cinema os mocinhos fazendo em si próprios sem o menor problema, derramo na “área” a ser cortada o mercúrio cromo, que escorre pelo pé, mas quando encosto no dedo a lâmina fria, falta-me a coragem, o tutano, a força dos verdadeiros heróis. Contento-me em fazer um bom e útil curativo.

Afinal, justifico, os ratos do sertão não são venenosos como os seus irmãos urbanos. Desisto da caçada do roedor por incompetência e da autocirurgia por covardia.

Deprimido, desfaço-me do aparato de cirurgião e, insone e com medo da volta do rato, volto ao balanço da rede onde acabo dormindo com saudade de tempos normais.”

(Roberto DaMatta. Em: https://www.estadao.com.br/, 02.11.2022. Adaptado)

O texto de Roberto DaMatta começa com a frase “Transcrevo um encontro com um rato, ocorrido numa aldeia dos nativos Apinayé, nos anos 60.” Com base em Koch & Elias (2011), a expressão destacada é um recurso de coesão textual que funciona no texto como

 

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2759018 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 49 a 53.

Um rato na rede

Transcrevo um encontro com um rato, ocorrido numa aldeia dos nativos Apinayé, nos anos 60.

“Insone, senti um tremor nas cordas da rede. Com a lanterna, vi um rato saindo dos meus pés. O velhaco me olhou, passou velozmente pelo punho da rede e entrou na palha do telhado. Sentado, examinei trêmulo cada dedo. Foi um exercício de ioga ver o meu pé; no esforço, derrubei a lanterna. Conformado, vi no dedão do pé direito um arranhão sangrento. Era o presente do rato de merda que fez meu dedão de queijo...

Eu volto desconfiado para a rede, só que nela entro com um pé calçado de meias e botas. Numa das mãos, empunho a lanterna; na outra, o revólver. Cubro-me parcialmente com o lençol e espero atento pelo rato.

Esmiúço com a lanterna o teto e ouço apenas as batidas do meu coração. O rato sumiu e no seu lugar sinto minha perna direita ficar dormente. Tenho a certeza de que estou envenenado. Pulo da rede, abro minha caixa de primeiros socorros, tiro dela um bisturi (para casos de emergências) e me preparo para cortar o dedo no local da mordida para que o sangue renovado expulse o veneno. Agarro meu próprio pé, dobro a perna direita sobre o joelho esquerdo, meço com cautela o lugar onde farei a incisão que vi muitas vezes no cinema os mocinhos fazendo em si próprios sem o menor problema, derramo na “área” a ser cortada o mercúrio cromo, que escorre pelo pé, mas quando encosto no dedo a lâmina fria, falta-me a coragem, o tutano, a força dos verdadeiros heróis. Contento-me em fazer um bom e útil curativo.

Afinal, justifico, os ratos do sertão não são venenosos como os seus irmãos urbanos. Desisto da caçada do roedor por incompetência e da autocirurgia por covardia.

Deprimido, desfaço-me do aparato de cirurgião e, insone e com medo da volta do rato, volto ao balanço da rede onde acabo dormindo com saudade de tempos normais.”

(Roberto DaMatta. Em: https://www.estadao.com.br/, 02.11.2022. Adaptado)

Usando-se o emprego de preposições no texto para a prática de análise linguística, é correto afirmar que, na passagem,

 

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2759017 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 49 a 53.

Um rato na rede

Transcrevo um encontro com um rato, ocorrido numa aldeia dos nativos Apinayé, nos anos 60.

“Insone, senti um tremor nas cordas da rede. Com a lanterna, vi um rato saindo dos meus pés. O velhaco me olhou, passou velozmente pelo punho da rede e entrou na palha do telhado. Sentado, examinei trêmulo cada dedo. Foi um exercício de ioga ver o meu pé; no esforço, derrubei a lanterna. Conformado, vi no dedão do pé direito um arranhão sangrento. Era o presente do rato de merda que fez meu dedão de queijo...

Eu volto desconfiado para a rede, só que nela entro com um pé calçado de meias e botas. Numa das mãos, empunho a lanterna; na outra, o revólver. Cubro-me parcialmente com o lençol e espero atento pelo rato.

Esmiúço com a lanterna o teto e ouço apenas as batidas do meu coração. O rato sumiu e no seu lugar sinto minha perna direita ficar dormente. Tenho a certeza de que estou envenenado. Pulo da rede, abro minha caixa de primeiros socorros, tiro dela um bisturi (para casos de emergências) e me preparo para cortar o dedo no local da mordida para que o sangue renovado expulse o veneno. Agarro meu próprio pé, dobro a perna direita sobre o joelho esquerdo, meço com cautela o lugar onde farei a incisão que vi muitas vezes no cinema os mocinhos fazendo em si próprios sem o menor problema, derramo na “área” a ser cortada o mercúrio cromo, que escorre pelo pé, mas quando encosto no dedo a lâmina fria, falta-me a coragem, o tutano, a força dos verdadeiros heróis. Contento-me em fazer um bom e útil curativo.

Afinal, justifico, os ratos do sertão não são venenosos como os seus irmãos urbanos. Desisto da caçada do roedor por incompetência e da autocirurgia por covardia.

Deprimido, desfaço-me do aparato de cirurgião e, insone e com medo da volta do rato, volto ao balanço da rede onde acabo dormindo com saudade de tempos normais.”

(Roberto DaMatta. Em: https://www.estadao.com.br/, 02.11.2022. Adaptado)

Na análise da organização dos períodos do texto, o trabalho em sala de aula deverá assinalar que se encontra oração substantiva em relação à oração principal em:

 

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2759016 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 49 a 53.

Um rato na rede

Transcrevo um encontro com um rato, ocorrido numa aldeia dos nativos Apinayé, nos anos 60.

“Insone, senti um tremor nas cordas da rede. Com a lanterna, vi um rato saindo dos meus pés. O velhaco me olhou, passou velozmente pelo punho da rede e entrou na palha do telhado. Sentado, examinei trêmulo cada dedo. Foi um exercício de ioga ver o meu pé; no esforço, derrubei a lanterna. Conformado, vi no dedão do pé direito um arranhão sangrento. Era o presente do rato de merda que fez meu dedão de queijo...

Eu volto desconfiado para a rede, só que nela entro com um pé calçado de meias e botas. Numa das mãos, empunho a lanterna; na outra, o revólver. Cubro-me parcialmente com o lençol e espero atento pelo rato.

Esmiúço com a lanterna o teto e ouço apenas as batidas do meu coração. O rato sumiu e no seu lugar sinto minha perna direita ficar dormente. Tenho a certeza de que estou envenenado. Pulo da rede, abro minha caixa de primeiros socorros, tiro dela um bisturi (para casos de emergências) e me preparo para cortar o dedo no local da mordida para que o sangue renovado expulse o veneno. Agarro meu próprio pé, dobro a perna direita sobre o joelho esquerdo, meço com cautela o lugar onde farei a incisão que vi muitas vezes no cinema os mocinhos fazendo em si próprios sem o menor problema, derramo na “área” a ser cortada o mercúrio cromo, que escorre pelo pé, mas quando encosto no dedo a lâmina fria, falta-me a coragem, o tutano, a força dos verdadeiros heróis. Contento-me em fazer um bom e útil curativo.

Afinal, justifico, os ratos do sertão não são venenosos como os seus irmãos urbanos. Desisto da caçada do roedor por incompetência e da autocirurgia por covardia.

Deprimido, desfaço-me do aparato de cirurgião e, insone e com medo da volta do rato, volto ao balanço da rede onde acabo dormindo com saudade de tempos normais.”

(Roberto DaMatta. Em: https://www.estadao.com.br/, 02.11.2022. Adaptado)

Ensinando-se a gramática da língua por meio da metalinguagem, espera-se que os alunos identifiquem que o termo integrante predicativo do sujeito, destacado na oração “... examinei trêmulo cada dedo.”, também ocorre no seguinte enunciado:

 

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2759015 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia o texto para responder às questões de números 49 a 53.

Um rato na rede

Transcrevo um encontro com um rato, ocorrido numa aldeia dos nativos Apinayé, nos anos 60.

“Insone, senti um tremor nas cordas da rede. Com a lanterna, vi um rato saindo dos meus pés. O velhaco me olhou, passou velozmente pelo punho da rede e entrou na palha do telhado. Sentado, examinei trêmulo cada dedo. Foi um exercício de ioga ver o meu pé; no esforço, derrubei a lanterna. Conformado, vi no dedão do pé direito um arranhão sangrento. Era o presente do rato de merda que fez meu dedão de queijo...

Eu volto desconfiado para a rede, só que nela entro com um pé calçado de meias e botas. Numa das mãos, empunho a lanterna; na outra, o revólver. Cubro-me parcialmente com o lençol e espero atento pelo rato.

Esmiúço com a lanterna o teto e ouço apenas as batidas do meu coração. O rato sumiu e no seu lugar sinto minha perna direita ficar dormente. Tenho a certeza de que estou envenenado. Pulo da rede, abro minha caixa de primeiros socorros, tiro dela um bisturi (para casos de emergências) e me preparo para cortar o dedo no local da mordida para que o sangue renovado expulse o veneno. Agarro meu próprio pé, dobro a perna direita sobre o joelho esquerdo, meço com cautela o lugar onde farei a incisão que vi muitas vezes no cinema os mocinhos fazendo em si próprios sem o menor problema, derramo na “área” a ser cortada o mercúrio cromo, que escorre pelo pé, mas quando encosto no dedo a lâmina fria, falta-me a coragem, o tutano, a força dos verdadeiros heróis. Contento-me em fazer um bom e útil curativo.

Afinal, justifico, os ratos do sertão não são venenosos como os seus irmãos urbanos. Desisto da caçada do roedor por incompetência e da autocirurgia por covardia.

Deprimido, desfaço-me do aparato de cirurgião e, insone e com medo da volta do rato, volto ao balanço da rede onde acabo dormindo com saudade de tempos normais.”

(Roberto DaMatta. Em: https://www.estadao.com.br/, 02.11.2022. Adaptado)

Com base na tabela de aspectos tipológicos proposta por Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), o texto, conforme o recorte apresentado, serviria em sala de aula como exemplo do gênero

 

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2759014 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Na BNCC, assume a centralidade como unidade de trabalho no ensino de língua portuguesa:

 

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2759013 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

“O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão.”

(Marcos Bagno, 2007)

Um dos argumentos apresentado pelo autor para desfazer a confusão assinalada por ele consiste na ideia de que

 

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2759012 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia a tira para responder às questões de números 45 e 46.

Enunciado 3543433-1

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 03.11.2022)

Com base em Koch & Elias (2011), as formas “Eu”, “hoje”, “aqui” e “Agora” são elementos textuais denominados

 

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2759011 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP

Leia a tira para responder às questões de números 45 e 46.

Enunciado 3543432-1

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 03.11.2022)

Supondo-se que um professor opte por explorar a construção da narrativa na tira, espera-se que os alunos consigam identificar, quanto ao emprego das formas verbais:

 

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