Foram encontradas 177 questões.
Considerando aspectos geográficos do Município de São
Domingos, analise as assertivas:
I. O relevo do município apresenta superfícies planas, onduladas e montanhosas, formadas por rochas de origem basáltica.
II. A bacia hidrográfica principal é a do Rio Chapecó, que possui como afluentes rios como Bonito, Saudades e Emigra.
III. A vegetação do município é composta exclusivamente por reflorestamentos de eucalipto e pinus.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I. O relevo do município apresenta superfícies planas, onduladas e montanhosas, formadas por rochas de origem basáltica.
II. A bacia hidrográfica principal é a do Rio Chapecó, que possui como afluentes rios como Bonito, Saudades e Emigra.
III. A vegetação do município é composta exclusivamente por reflorestamentos de eucalipto e pinus.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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O clima predominante em São Domingos/SC é classificado
como ______, caracterizado por verões quentes, invernos frios
e temperatura média anual em torno de 18 °C.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
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Durante a instalação de uma rampa de acesso em uma
escola, é necessário medir a altura alcançada pela extremidade
superior da rampa. Sabe-se que a rampa forma um ângulo de
30° com o chão e que seu comprimento total, do chão até o
ponto mais alto, é de 6 metros. Considerando sin30° = 0,5, qual
é a altura alcançada pela extremidade da rampa?
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Em um departamento, o gerente percebeu que o tempo
necessário para finalizar um lote de ofícios depende
diretamente da quantidade de servidores trabalhando. Em um
determinado dia, verificou-se que, quando 6 servidores são
designados para a tarefa, o lote fica pronto em 15 horas.
Considerando que o ritmo de trabalho de todos os servidores é
constante e que o tempo de execução é inversamente
proporcional ao número de servidores, qual seria o tempo
necessário para finalizar o mesmo lote caso houvesse 10
funcionários na tarefa?
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Sabe-se que foi utilizado um número x para que se
obtivesse duas diferentes médias aritméticas. Esse número x
foi primeiramente somado aos números 125, 632, 521, 847,
212, 632, 598, 214 e 154, resultando na média aritmética 420.
Esse número x, então, foi segundamente somado aos números
451, 256, 698, 652, 457, 741, 325, 369 e 789, resultando na
média aritmética 485. A partir dessas informações, qual das
alternativas traz uma afirmação CORRETA?
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Existem dois quadrados de iguais medidas sobre uma
superfície. Ao medir o comprimento de qualquer dos lados de
qualquer dos quadrados, tem-se como resultado, 12
centímetros. Um desses quadrados foi cortado traçando-se
uma linha reta que parte do seu canto superior direito e chega
ao seu canto superior esquerdo. Descartou-se uma dessas duas
partes. A outra parte foi aproximada do quadrado restante,
unindo qualquer dos lados do quadrado ao lado da parte que
surgiu do corte. A união desse quadrado e da parte forma uma
figura plana com área igual a:
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Considere uma das mais simples funções de segundo grau
que se pode obter: f(x) = x2 + x + 1. A partir dessa função,
analise as assertivas:
I. Trata-se de uma função que terá duas raízes, as quais serão reais, assim como serão diferentes entre si.
II. Caso o segundo sinal de adição seja substituído por um de subtração, a quantidade de raízes não-reais da função também se altera.
III. Não se trata de uma função de segundo grau devido os coeficientes serem todos iguais a 1.
Está(ão) CORRETA(S):
I. Trata-se de uma função que terá duas raízes, as quais serão reais, assim como serão diferentes entre si.
II. Caso o segundo sinal de adição seja substituído por um de subtração, a quantidade de raízes não-reais da função também se altera.
III. Não se trata de uma função de segundo grau devido os coeficientes serem todos iguais a 1.
Está(ão) CORRETA(S):
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Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em
medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que
dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas
coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é
infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa
para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente.
Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para
reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser
lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque
envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que
insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas
alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros
nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto,
essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O
autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede
silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a
observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem,
entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada
descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma
convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável,
impede que reconheçamos que todos carregam histórias
desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também
a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se
suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve
responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a
cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição
dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de
viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim
como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção
diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos
conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro.
E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque
deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista
do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em
medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que
dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas
coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é
infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa
para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente.
Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para
reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser
lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque
envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que
insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas
alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros
nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto,
essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O
autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede
silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a
observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem,
entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada
descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma
convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável,
impede que reconheçamos que todos carregam histórias
desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também
a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se
suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve
responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a
cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição
dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de
viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim
como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção
diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos
conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro.
E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque
deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista
do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em
medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que
dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas
coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é
infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa
para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente.
Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para
reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser
lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque
envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que
insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas
alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros
nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto,
essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O
autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede
silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a
observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem,
entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada
descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma
convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável,
impede que reconheçamos que todos carregam histórias
desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também
a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se
suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve
responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a
cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição
dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de
viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim
como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção
diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos
conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro.
E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque
deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista
do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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