Foram encontradas 1.625 questões.
A senhas bancárias utilizadas nas máquinas de
cartões são formadas exclusivamente por números
de 0 a 9. Considere que um banco utiliza senhas de
4 dígitos e restringe a senha ao uso de números
diferentes. Assinale a alternativa que apresenta o
número de senhas possíveis para cada cartão.
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2077099
Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-RN
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-RN
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Uma pessoa procura argumentar listando as
premissas.
P1: Toda autoridade pública ao cometer crime deve ser afastada. P2: Essa autoridade pública cometeu crime.
De P1 e P2 a pessoa extrai a conclusão adotando um tipo de raciocínio lógico - C: “Logo, essa autoridade deve ser afastada”. Essa frase é, então, formulada pela pessoa na forma de uma proposição, formulada com o conectivo lógico condicional:
“Se a autoridade cometeu esse crime, então a autoridade deve ser afastada.”
Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo de raciocínio lógico envolvido na construção da conclusão C do argumento, e uma afirmação equivalente à proposição condicional formulada acima.
P1: Toda autoridade pública ao cometer crime deve ser afastada. P2: Essa autoridade pública cometeu crime.
De P1 e P2 a pessoa extrai a conclusão adotando um tipo de raciocínio lógico - C: “Logo, essa autoridade deve ser afastada”. Essa frase é, então, formulada pela pessoa na forma de uma proposição, formulada com o conectivo lógico condicional:
“Se a autoridade cometeu esse crime, então a autoridade deve ser afastada.”
Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo de raciocínio lógico envolvido na construção da conclusão C do argumento, e uma afirmação equivalente à proposição condicional formulada acima.
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Um jogador de sinuca repara que a cada 5
bolas que joga ele 'mata' 2 (derruba na caçapa),
a partir disso ele estima a sua probabilidade
média de acerto. Ao derrubar uma bola ele
realiza outra tacada. Admitindo essa
probabilidade estimada de acerto, e que as
jogadas em sequência são eventos
independentes, assinale a alternativa que
apresenta a probabilidade deste jogador
derrubar 3 bolas seguidas.
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Em um processo de seleção de emprego há 10
pessoas com formação em ciências exatas e 15
pessoas com formação em ciências humanas.
Pretende-se contratar 4 pessoas, sendo que 2
devem ter formação em ciências humanas e 2
devem ter formação em ciências exatas.
Assinale a quantidade de grupos diferentes
que podem ser contratados neste processo.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Guerra de narrativas (adaptado)
Quando o sol parte e ficamos entretidos ao
redor da fogueira ou de frente à telinha, passamos a
uma dimensão em que é tênue a fronteira entre o real
e o imaginário, o território dos mitos, as sutis
engrenagens do nosso modelo social. Esse ritual
repete-se há pelo menos 50 mil anos. E, como é da
natureza do que é fundamental, histórias são simples.
Todas têm começo, meio e fim; personagens e
protagonistas; um cenário e um tempo. E mais: toda
trama possui um narrador, alguém que escolhe que
causo contar, onde o enredo começa e onde termina, o
que entra e o que sai. Esse narrador nem sempre é
visível, não há como apontar o autor de um mito ou do
que entendemos como senso comum.
Repetimos a balela do descobrimento da
América sem pensar que aqui já viviam pessoas antes
da invasão europeia. Se o uso da linguagem amplifica
a capacidade de colaboração, histórias determinam e
influenciam o comportamento social. Se repetimos a
narrativa de opressão, perpetuamos sua essência.
A habilidade narrativa determina quem tem voz.
A tensão entre grupos em disputa pela narrativa é tão
velha quanto a linguagem. Religiões e impérios sempre
espalharam suas falas e disputaram a atenção.
Identificar essas narrativas e a quem servem é o
caminho para delimitar quem nos fala e inferir o que nos
isola ou ajuda a colaborar.
Não existe narrador isento. Por mais cuidadoso
que seja, cada um carrega seu conjunto de valores e é
perpassado pelos julgamentos e assunções que vêm
com a cultura do grupo. Mesmo que não tenha
mensagem específica, o contador de histórias sempre
parte de sua visão de mundo.
https://vidasimples.co/conviver/guerra-de-narrativas/
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaPronomesPronomes Interrogativos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- MorfologiaSubstantivos
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Guerra de narrativas (adaptado)
Quando o sol parte e ficamos entretidos ao
redor da fogueira ou de frente à telinha, passamos a
uma dimensão em que é tênue a fronteira entre o real
e o imaginário, o território dos mitos, as sutis
engrenagens do nosso modelo social. Esse ritual
repete-se há pelo menos 50 mil anos. E, como é da
natureza do que é fundamental, histórias são simples.
Todas têm começo, meio e fim; personagens e
protagonistas; um cenário e um tempo. E mais: toda
trama possui um narrador, alguém que escolhe que
causo contar, onde o enredo começa e onde termina, o
que entra e o que sai. Esse narrador nem sempre é
visível, não há como apontar o autor de um mito ou do
que entendemos como senso comum.
Repetimos a balela do descobrimento da
América sem pensar que aqui já viviam pessoas antes
da invasão europeia. Se o uso da linguagem amplifica
a capacidade de colaboração, histórias determinam e
influenciam o comportamento social. Se repetimos a
narrativa de opressão, perpetuamos sua essência.
A habilidade narrativa determina quem tem voz.
A tensão entre grupos em disputa pela narrativa é tão
velha quanto a linguagem. Religiões e impérios sempre
espalharam suas falas e disputaram a atenção.
Identificar essas narrativas e a quem servem é o
caminho para delimitar quem nos fala e inferir o que nos
isola ou ajuda a colaborar.
Não existe narrador isento. Por mais cuidadoso
que seja, cada um carrega seu conjunto de valores e é
perpassado pelos julgamentos e assunções que vêm
com a cultura do grupo. Mesmo que não tenha
mensagem específica, o contador de histórias sempre
parte de sua visão de mundo.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Guerra de narrativas (adaptado)
Quando o sol parte e ficamos entretidos ao
redor da fogueira ou de frente à telinha, passamos a
uma dimensão em que é tênue a fronteira entre o real
e o imaginário, o território dos mitos, as sutis
engrenagens do nosso modelo social. Esse ritual
repete-se há pelo menos 50 mil anos. E, como é da
natureza do que é fundamental, histórias são simples.
Todas têm começo, meio e fim; personagens e
protagonistas; um cenário e um tempo. E mais: toda
trama possui um narrador, alguém que escolhe que
causo contar, onde o enredo começa e onde termina, o
que entra e o que sai. Esse narrador nem sempre é
visível, não há como apontar o autor de um mito ou do
que entendemos como senso comum.
Repetimos a balela do descobrimento da
América sem pensar que aqui já viviam pessoas antes
da invasão europeia. Se o uso da linguagem amplifica
a capacidade de colaboração, histórias determinam e
influenciam o comportamento social. Se repetimos a
narrativa de opressão, perpetuamos sua essência.
A habilidade narrativa determina quem tem voz.
A tensão entre grupos em disputa pela narrativa é tão
velha quanto a linguagem. Religiões e impérios sempre
espalharam suas falas e disputaram a atenção.
Identificar essas narrativas e a quem servem é o
caminho para delimitar quem nos fala e inferir o que nos
isola ou ajuda a colaborar.
Não existe narrador isento. Por mais cuidadoso
que seja, cada um carrega seu conjunto de valores e é
perpassado pelos julgamentos e assunções que vêm
com a cultura do grupo. Mesmo que não tenha
mensagem específica, o contador de histórias sempre
parte de sua visão de mundo.
https://vidasimples.co/conviver/guerra-de-narrativas/
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Guerra de narrativas (adaptado)
Quando o sol parte e ficamos entretidos ao
redor da fogueira ou de frente à telinha, passamos a
uma dimensão em que é tênue a fronteira entre o real
e o imaginário, o território dos mitos, as sutis
engrenagens do nosso modelo social. Esse ritual
repete-se há pelo menos 50 mil anos. E, como é da
natureza do que é fundamental, histórias são simples.
Todas têm começo, meio e fim; personagens e
protagonistas; um cenário e um tempo. E mais: toda
trama possui um narrador, alguém que escolhe que
causo contar, onde o enredo começa e onde termina, o
que entra e o que sai. Esse narrador nem sempre é
visível, não há como apontar o autor de um mito ou do
que entendemos como senso comum.
Repetimos a balela do descobrimento da
América sem pensar que aqui já viviam pessoas antes
da invasão europeia. Se o uso da linguagem amplifica
a capacidade de colaboração, histórias determinam e
influenciam o comportamento social. Se repetimos a
narrativa de opressão, perpetuamos sua essência.
A habilidade narrativa determina quem tem voz.
A tensão entre grupos em disputa pela narrativa é tão
velha quanto a linguagem. Religiões e impérios sempre
espalharam suas falas e disputaram a atenção.
Identificar essas narrativas e a quem servem é o
caminho para delimitar quem nos fala e inferir o que nos
isola ou ajuda a colaborar.
Não existe narrador isento. Por mais cuidadoso
que seja, cada um carrega seu conjunto de valores e é
perpassado pelos julgamentos e assunções que vêm
com a cultura do grupo. Mesmo que não tenha
mensagem específica, o contador de histórias sempre
parte de sua visão de mundo.
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Em relação às regras de regência verbal e
nominal, assinale a alternativa incorreta.
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Em relação às regras de colocação pronominal,
segundo a Gramática Normativa da Língua
Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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