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Mulher, 44 anos, com quadro de febre alta, mialgia
intensa e urina de coloração escurecida, iniciados após
quadro gripal. Ao exame físico, pressão arterial de 92 x
54 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência
respiratória em 22 ipm. Exames laboratoriais com CK
15.800 U/L, potássio 6,2, fósforo 5,2, creatinina 4,9
(basal 0,8), ureia 152, acidose metabólica com pH 7,21 e
bicarbonato de 13. Evolui com anúria nas últimas 6 horas
e piora do edema periférico. Realizado ultrassom a beira
leito demonstrando veia cava inferior de 24 mm, com
colapsabilidade inspiratória menor de 50%, pulmões com
linhas-B difusas. Qual a melhor conduta inicial?
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Homem, 42 anos, acompanhamento prévio por diabetes
mellitus insulino-dependente, apresenta-se ao pronto
atendimento com quadro de vômitos, dor abdominal,
relato de aumento da frequência urinária. Pressão
arterial de 98 x 60 mmHg, frequência cardíaca 124 bpm,
frequência respiratória 32 ipm. Gasometria venosa com
acidose metabólica, com pH de 7,1, HCO3 8,
hemoglicoteste de 420 mg/dL, cetona sérica positiva,
potássio sérico de 3,2mEq/l e sódio sérico de 130mEq/l.
Osmolaridade plasmática de 300. Qual a primeira
medida antes do início de insulina em bomba de infusão
contínua?
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Mulher, 68 anos, IMC 35, hipertensa, chega à
emergência com dispneia, ortopneia e oligúria há 48
horas. Ao exame físico, pressão arterial de 94 x 60
mmhg, frequência cardíaca 118bpm, frequência
respiratória 30 ipm, saturação de oxigênio de 86% em ar
ambiente, pele fria, extremidades cianóticas, turgência
jugular e estertores em bases bilateralmente. Realizado
ecocardiograma que demonstrou veia cava inferior
dilatada e com colapsabilidade inspiratória reduzida,
fração de ejeção estimada em 28%, VTI aórtico de 11
cm, PSAP 55 mmHg. Exames laboratoriais: BNP 88
pg/mL; NT-pro BNP 2600 pg/mL. Gasometria: pH 7,29;
PaCO2 49 mmHg; PaO? 55 mmHg; HCO3-
22. Qual
conduta imediata está correta?
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Homem, 35 anos, previamente hígido, internado em leito
de enfermaria por quadro inicial de febre alta, mialgia,
dor abdominal difusa e vômitos. Ao exame físico,
apresenta dispneia leve e crepitações basais bilaterais
pulmonares. Exames laboratoriais com hematócrito
inicial de 48%, seguido de 42% após hidratação,
plaquetas de 58.000, AST 210, ALT 155 e albumina
2,9g/dL. Radiografia de tórax com infiltrado pulmonar
bilateral leve, sem atelectasias, consolidações ou
derrames. Ausência de sangramento ativo. Qual a
melhor conduta no manejo desse paciente?
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Mulher, 69 anos, é trazida ao pronto atendimento por
familiares que relatam início súbito de afasia e
hemiparesia direita há aproximadamente 110 min.
NIHSS 12. Pressão arterial de 188 x 102 mmHg,
frequência cardíaca de 88 bpm. Exames laboratoriais
com creatinina de 0,9 mg/dL e INR 1,1. Realizou
tomografia computadorizada de crânio sem evidência de
sangramento e angiotomografia com oclusão M1
esquerda. Familiar refere uso de Apixabana 5 mg
12/12h, sendo a última dose há 6 horas. Qual a melhor
conduta preconizada?
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Mulher, 36 anos, com queixa de palpitações intensas e
súbitas e tontura. Admitida na emergência com
frequência cardíaca de 190 bpm, pressão arterial 78 x 46
mmHg, taquipneica leve e pele fria. Ao monitor cardíaco,
taquicardia regular com QRS largo. Histórico de pré
excitação na adolescência. Qual a conduta imediata
preconizada?
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Homem, 63 anos, hipertenso e diabético, com queixa de
dor torácica intensa irradiando para mandíbula há 1 hora
e 20 minutos. Sinais vitais: pressão arterial 84 x 58
mmHg, frequência cardíaca de 116 bpm, frequência
respiratória 24 ipm, saturação de oxigênio de 92% em ar
ambiente. Realizado eletrocardiograma que evidenciou
supra desnivelamento de segmento ST nas derivações
DII, DIII e aVF e infra desnivelamento de segmento ST
em V2 e V3. Ecocardiograma a beira-leito demonstrando
hipocinesia inferior extensa, fração de ejeção estimada
em 35%, pressão de enchimento elevada. Gasometria
venosa com pH 7,31; PaCO2 42 mmHg; PaO2 71 mmHg;
HCO3
- 21 mEq/L; lactato 3,2 mmol/L. Histórico de uso
recente de Sildenafil (há 6h). Qual conduta imediata é
mais adequada?
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Idoso, 78 anos, acompanha com cardiologista devido
fibrilação atrial permanente em uso de Rivaroxabana 20
mg/dia. Admitido em emergência com quadro de
hematêmese volumosa, pressão arterial na admissão de
84 x 48 mmhg, pele fria. Hemoglobina de 7,4g/dl,
plaquetas 165.000, INR 12, tempo de tromboplastina
parcial ativada 33 segundos; fibrinogênio 290mg/dL.
Solicitado endoscopia digestiva alta imediata. Qual a
conduta hemostática correta antes do procedimento?
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Homem, 70 anos, tabagista 30 maços/ano, DPOC GOLD
D. Apresenta-se à emergência com quadro de dispneia
intensa, uso de musculatura acessória e cianose. Sinais
vitais: frequência respiratória em 34 ipm, frequência
cardíaca de 118 bpm, pressão arterial 138 x 86 mmHg e
saturação de oxigênio de 77% em ar ambiente.
Realizada gasometria venosa com paciente com oferta
de oxigênio via cateter nasal a 2 L/min: pH 7,27; PaCO2
68; PaO2 59; HCO3 -
30. Dosagem de eletrólitos: K? 4,2;
Mg2+ 1,5; Na 135. Radiografia de tórax com
hiperinsuflação pulmonar, sem áreas de opacidades,
consolidações ou atelectasias, seios costofrênicos livres
e área cardíaca normal. Qual a conduta inicial mais
adequada?
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Homem, 67 anos, previamente hígido, admitido em
hospital com relato de dor abdominal difusa, febre e
vômitos iniciados há 24 horas. Ao exame físico, pressão
arterial 86 x 54 mmHg, frequência cardíaca 122 bpm,
frequência respiratória 30 ipm, saturação de oxigênio em
ar ambiente de 92%, temperatura axilar 38,8ºC.
Realizado 30ml/kg de cristaloide endovenoso e iniciado
Noradrenalina a 0,18 µg/kg/min, mantendo pressão
arterial média de 68 mmHg. Débito urinário desde
admissão em 0,3ml/kg/h, lactato inicial 1,8 mmol/L,
seguido de 2,9 mmol/L. Realizado POCUS evidenciando
veia cava inferior dilatada, VTI aórtico de 10 cm,
ventrículo esquerdo dilatado, pulmões com linhas B.
Qual a melhor conduta a seguir?
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