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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Ao analisar a sequência numérica abaixo, podemos verificar que a mesma é constituída por um padrão lógico.
Seguindo esse padrão o próximo elemento dessa sequência é:
1, 2, 6, 15, 31, 56, ….
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Se
a + b = c
c + d = g
O valor de ‘d + e’ é igual a:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Observando a figura conseguimos observar um padrão lógico-matemático.
Seguindo esse padrão podemos concluir que o número que preenche corretamente a posição do ? na figura é:

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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
No diagrama abaixo temos que os quadrados maiores representam figuras e os quadrados menores representam uma operação que foi feita nessa figura.

Baseado no padrão lógico das operações observadas, qual a alternativa que apresenta a operação correta
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Qual das alternativas é o equivalente lógico de:
“Se todo mundo está feliz então vamos descansar”
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
Premissa é o fato inicial a partir do qual se inicia um raciocínio ou estudos.
Assumindo as duas premissas abaixo como verdade:
1: Se você gosta de esportes, você joga futebol.
2: Ana não gosta de esportes.
Podemos concluir que:
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Equilíbrio e sensibilidade: assim é uma pessoa altamente sensível
Há alguns anos Antonio Alcón se deparou com um artigo sobre as pessoas altamente sensíveis, com as quais se sentiu identificado, e isso o motivou a pesquisar mais sobre o assunto. Essas pessoas percebem e administram mais informações, o que as leva a viver os estímulos de modo mais intenso.
Isso tem vantagens: as Pessoas Altamente Sensíveis (PAS) têm consciência de detalhes muito sutis em seu entorno. Também são reflexivas, intuitivas, criativas, empáticas e cuidadosas. Mas essa característica, como qualquer outra, também tem seus inconvenientes: essas pessoas podem ser muito precavidas e voltadas demais para seu interior. Às vezes se sentem sobrecarregadas e exaustas pela intensa atividade ao estarem, por exemplo com muita gente em ambientes muito barulhentos.
Embora o rótulo soe estranho, ser altamente sensível não é nenhum transtorno. E é mais comum do que parece. Como escreve Elaine Aron em Use a Sensibilidade a Seu Favor – Pessoas Altamente Sensíveis, publicado em 1996, trata-se de algo normal, “uma característica basicamente neutra”. Ente 15% e 20% da população é altamente sensível, em diferentes graus, e outros 22%, moderadamente sensíveis.
Apesar de esse traço ser associado com frequência com outros, como a introversão e a timidez, Manuela Pérez, presidenta da Associação Espanhola de Profissionais da Alta Sensibilidade, afirma que eles “têm semelhanças, mas são diferentes entre si”, a ponto de 30% das PAS serem extrovertidas.
Uma das coisas que de fato essas três características compartilham é que tendem a ser vistas de forma negativa em nossa sociedade, como se se tratasse de defeitos. São valorizadas as pessoas extrovertidas, sociáveis e despreocupadas, o que é muito bom, mas não se vê com tão bons olhos quem se mostra mais sensível ou precisa de tempo para ficar sozinho, atitudes que costumam ser vistas como se eles tivessem que se “curar”.
Como escreve Aron, “existe essa pressão para fazer o que todos fazem, para serem normais, manter as aparências, fazer amigos, satisfazer as expectativas de todos...”, que se nota especialmente na adolescência e juventude.
Alcón explica que sentiu essa pressão com frequência, já que vivemos em uma cultura “muito extrovertida. Somos da rua e de nos expor”. Isto não é nada ruim, mas faz com que as PAS tenham a sensação de “estar indo contra a corrente porque não gostam do que todo mundo gosta e parece que a cultura não os aceita. Em resumo, “você não consegue se encaixar, por mais que tente”.
(Jornal El País, 06/06/2018. Texto disponível na íntegra em: https://
brasil.elpais.com /brasil/2018/05/29/ciencia/1527595886_993070.html)
Considere a seguinte sentença, retirada dos termos de uso de uma plataforma de streaming: “Se a qualquer momento você cancelar sua assinatura, alterar seu plano de assinatura ou se você não mais uma forma de pagamento válida, perderá o benefício desta oferta promocional.”
Assinale a alternativa que preenche a lacuna adequadamente, segundo a norma culta da língua portuguesa.
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Equilíbrio e sensibilidade: assim é uma pessoa altamente sensível
Há alguns anos Antonio Alcón se deparou com um artigo sobre as pessoas altamente sensíveis, com as quais se sentiu identificado, e isso o motivou a pesquisar mais sobre o assunto. Essas pessoas percebem e administram mais informações, o que as leva a viver os estímulos de modo mais intenso.
Isso tem vantagens: as Pessoas Altamente Sensíveis (PAS) têm consciência de detalhes muito sutis em seu entorno. Também são reflexivas, intuitivas, criativas, empáticas e cuidadosas. Mas essa característica, como qualquer outra, também tem seus inconvenientes: essas pessoas podem ser muito precavidas e voltadas demais para seu interior. Às vezes se sentem sobrecarregadas e exaustas pela intensa atividade ao estarem, por exemplo com muita gente em ambientes muito barulhentos.
Embora(I) o rótulo soe estranho, ser altamente sensível não é nenhum transtorno. E é mais comum do que parece. Como escreve Elaine Aron em Use a Sensibilidade a Seu Favor – Pessoas Altamente Sensíveis, publicado em 1996, trata-se de algo normal, “uma característica basicamente neutra”. Ente 15% e 20% da população é altamente sensível, em diferentes graus, e outros 22%, moderadamente sensíveis.
Apesar de esse traço ser associado com frequência com outros, como a introversão e a timidez, Manuela Pérez, presidenta da Associação Espanhola de Profissionais da Alta Sensibilidade, afirma que eles “têm semelhanças, mas(II) são diferentes entre si”, a ponto de 30% das PAS serem extrovertidas.
Uma das coisas que de fato essas três características compartilham é que tendem a ser vistas de forma negativa em nossa sociedade, como se se tratasse de defeitos. São valorizadas as pessoas extrovertidas, sociáveis e despreocupadas, o que é muito bom, mas não se vê com tão bons olhos quem se mostra mais sensível ou precisa de tempo para ficar sozinho, atitudes que costumam ser vistas como se eles tivessem que se “curar”.
Como(III) escreve Aron, “existe essa pressão para fazer o que todos fazem, para serem normais, manter as aparências, fazer amigos, satisfazer as expectativas de todos...”, que se nota especialmente na adolescência e juventude.
Alcón explica que sentiu essa pressão com frequência, já que vivemos em uma cultura “muito extrovertida. Somos da rua e de nos expor”. Isto não é nada ruim, mas faz com que as PAS tenham a sensação de “estar indo contra a corrente porque não gostam do que todo mundo gosta e parece que a cultura não os aceita. Em resumo,(IV) “você não consegue se encaixar, por mais que tente”.
(Jornal El País, 06/06/2018. Texto disponível na íntegra em: https://
brasil.elpais.com /brasil/2018/05/29/ciencia/1527595886_993070.html)
Considere as seguintes afirmações sobre os elementos coesivos do texto.
I. No parágrafo, “Embora” indica uma concessão e poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “Ainda que”.
II. No parágrafo, o emprego de “mas” indica que a diferença entre tímidos/introvertidos e PAS é mais relevante que sua semelhança.
III. No parágrafo, “Como” estabelece uma relação de contraste entre a oração que introduz e o parágrafo anterior.
IV. No parágrafo, “Em resumo” indica finalidade e poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “Em suma”.
Estão corretas apenas as afirmações
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Equilíbrio e sensibilidade: assim é uma pessoa altamente sensível
Há alguns anos Antonio Alcón se deparou com um artigo sobre as pessoas altamente sensíveis, com as quais se sentiu identificado, e isso(a) o motivou a pesquisar mais sobre o assunto. Essas pessoas percebem e administram mais informações, o que as leva a viver os estímulos de modo mais intenso.
Isso(c) tem vantagens: as Pessoas Altamente Sensíveis (PAS) têm consciência de detalhes muito sutis em seu entorno. Também são reflexivas, intuitivas, criativas, empáticas e cuidadosas. Mas essa(b) característica, como qualquer outra, também tem seus inconvenientes: essas pessoas podem ser muito precavidas e voltadas demais para seu interior. Às vezes se sentem sobrecarregadas e exaustas pela intensa atividade ao estarem, por exemplo com muita gente em ambientes muito barulhentos.
Embora o rótulo soe estranho, ser altamente sensível não é nenhum transtorno. E é mais comum do que parece. Como escreve Elaine Aron em Use a Sensibilidade a Seu Favor – Pessoas Altamente Sensíveis, publicado em 1996, trata-se de algo normal, “uma característica basicamente neutra”. Ente 15% e 20% da população é altamente sensível, em diferentes graus, e outros 22%, moderadamente sensíveis.
Apesar de esse(d) traço ser associado com frequência com outros, como a introversão e a timidez, Manuela Pérez, presidenta da Associação Espanhola de Profissionais da Alta Sensibilidade, afirma que eles “têm semelhanças, mas são diferentes entre si”, a ponto de 30% das PAS serem extrovertidas.
Uma das coisas que de fato essas três características compartilham é que tendem a ser vistas de forma negativa em nossa sociedade, como se se tratasse de defeitos. São valorizadas as pessoas extrovertidas, sociáveis e despreocupadas, o que é muito bom, mas não se vê com tão bons olhos quem se mostra mais sensível ou precisa de tempo para ficar sozinho, atitudes que costumam ser vistas como se eles tivessem que se “curar”.
Como escreve Aron, “existe essa pressão para fazer o que todos fazem, para serem normais, manter as aparências, fazer amigos, satisfazer as expectativas de todos...”, que se nota especialmente na adolescência e juventude.
Alcón explica que sentiu essa pressão com frequência, já que vivemos em uma cultura “muito extrovertida. Somos da rua e de nos expor”. Isto não é nada ruim, mas faz com que as PAS tenham a sensação de “estar indo contra a corrente porque não gostam do que todo mundo gosta e parece que a cultura não os aceita. Em resumo, “você não consegue se encaixar, por mais que tente”.
(Jornal El País, 06/06/2018. Texto disponível na íntegra em: https://
brasil.elpais.com /brasil/2018/05/29/ciencia/1527595886_993070.html)
Quanto ao uso dos pronomes demonstrativos na construção do texto é correto afirmar:
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Equilíbrio e sensibilidade: assim é uma pessoa altamente sensível
Há alguns anos Antonio Alcón se deparou com um artigo sobre as pessoas altamente sensíveis, com as quais se sentiu identificado, e isso o motivou a pesquisar mais sobre o assunto. Essas pessoas percebem e administram mais informações, o que as leva a viver os estímulos de modo mais intenso.
Isso tem vantagens: as Pessoas Altamente Sensíveis (PAS) têm consciência de detalhes muito sutis em seu entorno. Também são reflexivas, intuitivas, criativas, empáticas e cuidadosas. Mas essa característica, como qualquer outra, também tem seus inconvenientes: essas pessoas podem ser muito precavidas e voltadas demais para seu interior. Às vezes se sentem sobrecarregadas e exaustas pela intensa atividade ao estarem, por exemplo com muita gente em ambientes muito barulhentos.
Embora o rótulo soe estranho, ser altamente sensível não é nenhum transtorno. E é mais comum do que parece. Como escreve Elaine Aron em Use a Sensibilidade a Seu Favor – Pessoas Altamente Sensíveis, publicado em 1996, trata-se de algo normal, “uma característica basicamente neutra”. Ente 15% e 20% da população é altamente sensível, em diferentes graus, e outros 22%, moderadamente sensíveis.
Apesar de esse traço ser associado com frequência com outros, como a introversão e a timidez, Manuela Pérez, presidenta da Associação Espanhola de Profissionais da Alta Sensibilidade, afirma que eles “têm semelhanças, mas são diferentes entre si”, a ponto de 30% das PAS serem extrovertidas.
Uma das coisas que de fato essas três características compartilham é que tendem a ser vistas de forma negativa em nossa sociedade, como se se tratasse de defeitos. São valorizadas as pessoas extrovertidas, sociáveis e despreocupadas, o que é muito bom, mas não se vê com tão bons olhos quem se mostra mais sensível ou precisa de tempo para ficar sozinho, atitudes que costumam ser vistas como se eles tivessem que se “curar”.
Como escreve Aron, “existe essa pressão para fazer o que todos fazem, para serem normais, manter as aparências, fazer amigos, satisfazer as expectativas de todos...”, que se nota especialmente na adolescência e juventude.
Alcón explica que sentiu essa pressão com frequência, já que vivemos em uma cultura “muito extrovertida. Somos da rua e de nos expor”. Isto não é nada ruim, mas faz com que as PAS tenham a sensação de “estar indo contra a corrente porque não gostam do que todo mundo gosta e parece que a cultura não os aceita. Em resumo, “você não consegue se encaixar, por mais que tente”.
(Jornal El País, 06/06/2018. Texto disponível na íntegra em: https://
brasil.elpais.com /brasil/2018/05/29/ciencia/1527595886_993070.html)
Assinale a alternativa que apresenta a reescrita do trecho “São valorizadas as pessoas extrovertidas, sociáveis e despreocupadas” seguindo a norma culta da língua portuguesa e sem alterar o sentido original.
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