Foram encontradas 40 questões.
Café
A palavra “café” vem do árabe qahhwah e significa “vinho”. Foi cultivado pela primeira vez pelo povo
muçulmano, sendo por isso conhecido também como vinho da Arábia. As sensações de vigor e ânimo que o
fruto proporciona foram descobertas pelo pastor etíope Caldi, que, após perceber que suas cabras andavam
agitadas, viu que elas se alimentavam de folhas e grãos de um arbusto específico.
Os monges que viviam na região colheram os frutos e prepararam um chá. A partir daí, passaram a
consumir frequentemente a bebida para ficarem mais acordados nas noites de vigília e oração.
Seu cultivo tornou-se tão importante para o povo árabe, que era terminantemente proibido que seus grãos
deixassem a região. Todo café negociado era previamente fervido para que não pudesse mais germinar.
Apenas no século XVIII a planta ganhou a Europa, sendo cultivada na Holanda.
Disponível em: http://www.muraljoia.com.br.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Café
A palavra “café” vem do árabe qahhwah e significa “vinho”. Foi cultivado pela primeira vez pelo povo
muçulmano, sendo por isso conhecido também como vinho da Arábia. As sensações de vigor e ânimo que o
fruto proporciona foram descobertas pelo pastor etíope Caldi, que, após perceber que suas cabras andavam
agitadas, viu que elas se alimentavam de folhas e grãos de um arbusto específico.
Os monges que viviam na região colheram os frutos e prepararam um chá. A partir daí, passaram a
consumir frequentemente a bebida para ficarem mais acordados nas noites de vigília e oração.
Seu cultivo tornou-se tão importante para o povo árabe, que era terminantemente proibido que seus grãos
deixassem a região. Todo café negociado era previamente fervido para que não pudesse mais germinar.
Apenas no século XVIII a planta ganhou a Europa, sendo cultivada na Holanda.
Disponível em: http://www.muraljoia.com.br.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atente para o texto a seguir e responda a questão.
Capoeira
Gustavo Pereira Côrtes
Dança, luta ou jogo de origem negra, foi introduzida no Brasil pelos escravos bantos de Angola, tendo-se
difundido com grande intensidade no Nordeste do Brasil, especialmente nas capitanias da Bahia e de
Pernambuco, durante o período colonial. Marcada por movimentos que imitavam animais, era utilizada como
instrumento de defesa pessoal. Seu nome se refere às antigas roças, conhecidas por capoeiras, onde os
negros realizavam seus treinos. Após a abolição, a capoeira foi marginalizada, sendo reprimida pela polícia da
época.
Em Recife e também no Rio de Janeiro, não há um estilo sincronizado, sendo considerada um jogo de rua,
uma malandragem. Na Bahia, assume um caráter especial, uma vez que é marcada pala presença de cantigas
de roda e pelo uso de berimbaus e pandeiros, o que lhe confere um aspecto amigável e menos ofensivo.
Atualmente, vulgarizou-se e pode ser encontrada em todo o país, relacionada a atividades ligadas ao
esporte e à educação. A indumentária é simples, com calças largas e cordões amarrados na cintura, que
indicam o estágio no qual o participante se insere.
Dança, Brasil: festas e danças populares. Belo Horizonte: Leitura, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atente para o texto a seguir e responda a questão.
Capoeira
Gustavo Pereira Côrtes
Dança, luta ou jogo de origem negra, foi introduzida no Brasil pelos escravos bantos de Angola, tendo-se
difundido com grande intensidade no Nordeste do Brasil, especialmente nas capitanias da Bahia e de
Pernambuco, durante o período colonial. Marcada por movimentos que imitavam animais, era utilizada como
instrumento de defesa pessoal. Seu nome se refere às antigas roças, conhecidas por capoeiras, onde os
negros realizavam seus treinos. Após a abolição, a capoeira foi marginalizada, sendo reprimida pela polícia da
época.
Em Recife e também no Rio de Janeiro, não há um estilo sincronizado, sendo considerada um jogo de rua,
uma malandragem. Na Bahia, assume um caráter especial, uma vez que é marcada pala presença de cantigas
de roda e pelo uso de berimbaus e pandeiros, o que lhe confere um aspecto amigável e menos ofensivo.
Atualmente, vulgarizou-se e pode ser encontrada em todo o país, relacionada a atividades ligadas ao
esporte e à educação. A indumentária é simples, com calças largas e cordões amarrados na cintura, que
indicam o estágio no qual o participante se insere.
Dança, Brasil: festas e danças populares. Belo Horizonte: Leitura, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atente para o texto a seguir e responda a questão.
Capoeira
Gustavo Pereira Côrtes
Dança, luta ou jogo de origem negra, foi introduzida no Brasil pelos escravos bantos de Angola, tendo-se
difundido com grande intensidade no Nordeste do Brasil, especialmente nas capitanias da Bahia e de
Pernambuco, durante o período colonial. Marcada por movimentos que imitavam animais, era utilizada como
instrumento de defesa pessoal. Seu nome se refere às antigas roças, conhecidas por capoeiras, onde os
negros realizavam seus treinos. Após a abolição, a capoeira foi marginalizada, sendo reprimida pela polícia da
época.
Em Recife e também no Rio de Janeiro, não há um estilo sincronizado, sendo considerada um jogo de rua,
uma malandragem. Na Bahia, assume um caráter especial, uma vez que é marcada pala presença de cantigas
de roda e pelo uso de berimbaus e pandeiros, o que lhe confere um aspecto amigável e menos ofensivo.
Atualmente, vulgarizou-se e pode ser encontrada em todo o país, relacionada a atividades ligadas ao
esporte e à educação. A indumentária é simples, com calças largas e cordões amarrados na cintura, que
indicam o estágio no qual o participante se insere.
Dança, Brasil: festas e danças populares. Belo Horizonte: Leitura, 2000.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com as regras de acentuação, houve emprego INDEVIDO do acento agudo em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Na literatura, nas telas do cinema deparamos com suposições futurísticas que chegamos a duvidar ou
até criticar.” As palavras destacadas, são respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Neste particular, a minha imaginação era uma grande égua ibera; a menor brisa lhe dava um potro, que
saía logo cavalo de Alexandre; mas deixemos de metáforas atrevidas e impróprias dos meus quinze anos.
Digamos o caso simplesmente.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia este trecho de crônica e responda à questão.
Meio-dia e meia
Acho muito simpática a maneira de a Rádio Nacional anunciar a hora: "onze e meia" no lugar de "vinte
e três e trinta" [...]. Mas confesso minha implicância com aquele "meio-dia e meia".
Sei que "meio-dia e meio" está errado; "meio" se refere a hora e tem de ficar no feminino. Sim, "meiodia e meia". Mas a língua é como a mulher de César: não lhe basta ser honesta, convém que o pareça. Aquele
"meia" me dá ideia de teste de colégio para pegar estudante distraído. Para que fazer da nossa língua um
alçapão?
Lembrando um conselho que me deu certa vez um amigo boêmio quando lhe perguntei se certa frase
estava certa ("Olhe, Rubem, faça como eu, não tope parada com a gramática: dê uma voltinha e diga a mesma
coisa de outro jeito") [...] Aliás, a língua da gente não tem apenas regras: tem um espírito, um jeito, uma
pequena alma que aquele "meio-dia e meia" faz sofrer. E, ainda que seja errado, gosto da moça que diz: "Estou
meia triste..." Aí, sim, pelo gênio da língua, o "meia" está certo.
BRAGA, Rubem. Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 58.
I. “Depois do jantar, restaram sobre a mesa duas meias garrafas de vinho e bastantes frutas e doces”.
II. “Este ano a viagem foi bem tranquila; tinha menas pessoas nos ônibus, porque quase ninguém viajou no feriado”.
III. “A velhinha segurou o pacote que o rapaz estava lhe dando e disse: " — Muito obrigado, moço; deixei cair porque estava muito pesado".”
Entre os itens que estão redigidos, há aqueles que não estão de acordo com as regras da variedade padrão, mas sim conforme "o espírito, a pequena alma da língua". Esse(s) indício(s) de oralidade ocorre(m) em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia este trecho de crônica e responda à questão.
Meio-dia e meia
Acho muito simpática a maneira de a Rádio Nacional anunciar a hora: "onze e meia" no lugar de "vinte
e três e trinta" [...]. Mas confesso minha implicância com aquele "meio-dia e meia".
Sei que "meio-dia e meio" está errado; "meio" se refere a hora e tem de ficar no feminino. Sim, "meiodia e meia". Mas a língua é como a mulher de César: não lhe basta ser honesta, convém que o pareça. Aquele
"meia" me dá ideia de teste de colégio para pegar estudante distraído. Para que fazer da nossa língua um
alçapão?
Lembrando um conselho que me deu certa vez um amigo boêmio quando lhe perguntei se certa frase
estava certa ("Olhe, Rubem, faça como eu, não tope parada com a gramática: dê uma voltinha e diga a mesma
coisa de outro jeito") [...] Aliás, a língua da gente não tem apenas regras: tem um espírito, um jeito, uma
pequena alma que aquele "meio-dia e meia" faz sofrer. E, ainda que seja errado, gosto da moça que diz: "Estou
meia triste..." Aí, sim, pelo gênio da língua, o "meia" está certo.
BRAGA, Rubem. Recado de primavera. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 58.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container