Foram encontradas 35 questões.
De acordo com que se relata na história do Município de
São João do Oeste/SC, como deveriam ser os
colonizadores em acordo com que previam as normas do
Volksverein:
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2789601
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
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O Art. 7º da Lei Orgânica do município de São João do
Oeste/SC, dispondo que:
I.Os únicos símbolos oficiais do município de São João do Oeste/SC são sua bandeira, hino e brasão, não podendo ser criados outros símbolos.
II.É possível que outros símbolos além da bandeira, hino e brasão sejam criados através de uma Lei específica.
III.A lei orgânica do município não define nenhum símbolo oficial. IV.São símbolos do Município sua bandeira, seu hino e seu brasão.
Das afirmativas acima está CORRETO:
I.Os únicos símbolos oficiais do município de São João do Oeste/SC são sua bandeira, hino e brasão, não podendo ser criados outros símbolos.
II.É possível que outros símbolos além da bandeira, hino e brasão sejam criados através de uma Lei específica.
III.A lei orgânica do município não define nenhum símbolo oficial. IV.São símbolos do Município sua bandeira, seu hino e seu brasão.
Das afirmativas acima está CORRETO:
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O estado de Santa Catarina, conta hoje em seu espaço
territorial com:
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Das opções de alternativas abaixo marque a que
descreve o papel dos direitos humanos na sociedade:
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2789598
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
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De acordo com o Art. 16 da Lei Orgânica do Município
de São João do Oeste/SC, qual é a disposição aplicada
aos servidores públicos em qualquer caso que exija o
afastamento para o exercício de mandato eletivo:
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Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral
Um estudo, que envolveu a colaboração internacional
entre pesquisadores no Japão, Itália, Alemanha, Ucrânia
e Suíça, foi publicado online na revista Current Biology.
Esse estudo é um passo crítico para descobrir como os
cérebros dos polvos controlam seu comportamento e
fornece pistas para os princípios comuns necessários à
ocorrência de inteligência e cognição.
"Se quisermos entender como o cérebro funciona, os
polvos são o animal perfeito para estudar em
comparação com os mamíferos. Eles têm um cérebro
grande, um corpo incrivelmente único e habilidades
cognitivas avançadas que se desenvolveram de forma
completamente diferente das dos vertebrados", disse a
doutora Tamar Gutnick, primeira autora e
ex-pesquisadora de pós-doutorado na Unidade de Física
e Biologia do Instituto de Ciências e Tecnologia de
Okinawa, no Japão.
Mas medir as ondas cerebrais dos polvos provou ser um
verdadeiro desafio técnico. Ao contrário dos vertebrados,
os polvos têm corpo mole, portanto não têm crânio para
ancorar o equipamento de gravação, a fim de evitar que
ele seja removido.
"Os polvos têm oito braços poderosos e ultraflexíveis,
que podem alcançar absolutamente qualquer parte do
corpo", disse a doutora Gutnick. "Se tentássemos
conectar fios a eles, eles os arrancariam imediatamente,
então precisávamos de uma maneira de deixar o
equipamento completamente fora de seu alcance,
colocando-o sob a pele."
Os pesquisadores escolheram registradores de dados
pequenos e leves como solução, originariamente
projetados para rastrear a atividade cerebral dos
pássaros durante o voo. A equipe adaptou os
dispositivos para torná-los à prova d'água, mas ainda pequenos o suficiente para caber facilmente dentro dos
polvos. As baterias, que precisavam funcionar em um
ambiente com pouco ar, permitiam até 12 horas de
gravação contínua.
Os pesquisadores escolheram o Octopus cyanea, mais
conhecido como polvo diurno, como animal modelo,
devido ao seu tamanho maior. Eles anestesiaram três
polvos e implantaram um registrador de dados em uma
cavidade na parede muscular do manto, uma dobra de
tecido que recobre a massa visceral. Os cientistas
implantaram os eletrodos em uma área do cérebro do
polvo chamada de lobo vertical e lobo frontal medial
superior, que é a área mais acessível. Essa região do
cérebro também é importante para o aprendizado visual
e a memória, processos cerebrais que a doutora Gutnick
tem particular interesse em entender.
Concluída a cirurgia, os polvos foram devolvidos ao seu
tanque doméstico e monitorados por vídeo. Após cinco
minutos, recuperaram-se e passaram as 12 horas
seguintes dormindo, comendo e se movimentando pelo
tanque, enquanto sua atividade cerebral era registrada.
O registrador e os eletrodos foram removidos dos polvos
e os dados foram sincronizados com o vídeo.
Os pesquisadores identificaram vários padrões distintos
de atividade cerebral, alguns dos quais eram
semelhantes em tamanho e forma aos observados em
mamíferos, enquanto outros eram oscilações lentas e de
longa duração que não haviam sido descritas antes.
Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral (msn.com).
Adaptado.
Sintaticamente, o termo destacado trata-se de núcleo do:
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Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral
Um estudo, que envolveu a colaboração internacional
entre pesquisadores no Japão, Itália, Alemanha, Ucrânia
e Suíça, foi publicado online na revista Current Biology.
Esse estudo é um passo crítico para descobrir como os
cérebros dos polvos controlam seu comportamento e
fornece pistas para os princípios comuns necessários à
ocorrência de inteligência e cognição.
"Se quisermos entender como o cérebro funciona, os
polvos são o animal perfeito para estudar em
comparação com os mamíferos. Eles têm um cérebro
grande, um corpo incrivelmente único e habilidades
cognitivas avançadas que se desenvolveram de forma
completamente diferente das dos vertebrados", disse a
doutora Tamar Gutnick, primeira autora e
ex-pesquisadora de pós-doutorado na Unidade de Física
e Biologia do Instituto de Ciências e Tecnologia de
Okinawa, no Japão.
Mas medir as ondas cerebrais dos polvos provou ser um
verdadeiro desafio técnico. Ao contrário dos vertebrados,
os polvos têm corpo mole, portanto não têm crânio para
ancorar o equipamento de gravação, a fim de evitar que
ele seja removido.
"Os polvos têm oito braços poderosos e ultraflexíveis,
que podem alcançar absolutamente qualquer parte do
corpo", disse a doutora Gutnick. "Se tentássemos
conectar fios a eles, eles os arrancariam imediatamente,
então precisávamos de uma maneira de deixar o
equipamento completamente fora de seu alcance,
colocando-o sob a pele."
Os pesquisadores escolheram registradores de dados
pequenos e leves como solução, originariamente
projetados para rastrear a atividade cerebral dos
pássaros durante o voo. A equipe adaptou os
dispositivos para torná-los à prova d'água, mas ainda pequenos o suficiente para caber facilmente dentro dos
polvos. As baterias, que precisavam funcionar em um
ambiente com pouco ar, permitiam até 12 horas de
gravação contínua.
Os pesquisadores escolheram o Octopus cyanea, mais
conhecido como polvo diurno, como animal modelo,
devido ao seu tamanho maior. Eles anestesiaram três
polvos e implantaram um registrador de dados em uma
cavidade na parede muscular do manto, uma dobra de
tecido que recobre a massa visceral. Os cientistas
implantaram os eletrodos em uma área do cérebro do
polvo chamada de lobo vertical e lobo frontal medial
superior, que é a área mais acessível. Essa região do
cérebro também é importante para o aprendizado visual
e a memória, processos cerebrais que a doutora Gutnick
tem particular interesse em entender.
Concluída a cirurgia, os polvos foram devolvidos ao seu
tanque doméstico e monitorados por vídeo. Após cinco
minutos, recuperaram-se e passaram as 12 horas
seguintes dormindo, comendo e se movimentando pelo
tanque, enquanto sua atividade cerebral era registrada.
O registrador e os eletrodos foram removidos dos polvos
e os dados foram sincronizados com o vídeo.
Os pesquisadores identificaram vários padrões distintos
de atividade cerebral, alguns dos quais eram
semelhantes em tamanho e forma aos observados em
mamíferos, enquanto outros eram oscilações lentas e de
longa duração que não haviam sido descritas antes.
Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral (msn.com).
Adaptado.
Conjugando o verbo destacado no pretérito perfeito do indicativo, tem-se:
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Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral
Um estudo, que envolveu a colaboração internacional
entre pesquisadores no Japão, Itália, Alemanha, Ucrânia
e Suíça, foi publicado online na revista Current Biology.
Esse estudo é um passo crítico para descobrir como os
cérebros dos polvos controlam seu comportamento e
fornece pistas para os princípios comuns necessários à
ocorrência de inteligência e cognição.
"Se quisermos entender como o cérebro funciona, os
polvos são o animal perfeito para estudar em
comparação com os mamíferos. Eles têm um cérebro
grande, um corpo incrivelmente único e habilidades
cognitivas avançadas que se desenvolveram de forma
completamente diferente das dos vertebrados", disse a
doutora Tamar Gutnick, primeira autora e
ex-pesquisadora de pós-doutorado na Unidade de Física
e Biologia do Instituto de Ciências e Tecnologia de
Okinawa, no Japão.
Mas medir as ondas cerebrais dos polvos provou ser um
verdadeiro desafio técnico. Ao contrário dos vertebrados,
os polvos têm corpo mole, portanto não têm crânio para
ancorar o equipamento de gravação, a fim de evitar que
ele seja removido.
"Os polvos têm oito braços poderosos e ultraflexíveis,
que podem alcançar absolutamente qualquer parte do
corpo", disse a doutora Gutnick. "Se tentássemos
conectar fios a eles, eles os arrancariam imediatamente,
então precisávamos de uma maneira de deixar o
equipamento completamente fora de seu alcance,
colocando-o sob a pele."
Os pesquisadores escolheram registradores de dados
pequenos e leves como solução, originariamente
projetados para rastrear a atividade cerebral dos
pássaros durante o voo. A equipe adaptou os
dispositivos para torná-los à prova d'água, mas ainda pequenos o suficiente para caber facilmente dentro dos
polvos. As baterias, que precisavam funcionar em um
ambiente com pouco ar, permitiam até 12 horas de
gravação contínua.
Os pesquisadores escolheram o Octopus cyanea, mais
conhecido como polvo diurno, como animal modelo,
devido ao seu tamanho maior. Eles anestesiaram três
polvos e implantaram um registrador de dados em uma
cavidade na parede muscular do manto, uma dobra de
tecido que recobre a massa visceral. Os cientistas
implantaram os eletrodos em uma área do cérebro do
polvo chamada de lobo vertical e lobo frontal medial
superior, que é a área mais acessível. Essa região do
cérebro também é importante para o aprendizado visual
e a memória, processos cerebrais que a doutora Gutnick
tem particular interesse em entender.
Concluída a cirurgia, os polvos foram devolvidos ao seu
tanque doméstico e monitorados por vídeo. Após cinco
minutos, recuperaram-se e passaram as 12 horas
seguintes dormindo, comendo e se movimentando pelo
tanque, enquanto sua atividade cerebral era registrada.
O registrador e os eletrodos foram removidos dos polvos
e os dados foram sincronizados com o vídeo.
Os pesquisadores identificaram vários padrões distintos
de atividade cerebral, alguns dos quais eram
semelhantes em tamanho e forma aos observados em
mamíferos, enquanto outros eram oscilações lentas e de
longa duração que não haviam sido descritas antes.
Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral (msn.com).
Adaptado.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
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Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral
Um estudo, que envolveu a colaboração internacional
entre pesquisadores no Japão, Itália, Alemanha, Ucrânia
e Suíça, foi publicado online na revista Current Biology.
Esse estudo é um passo crítico para descobrir como os
cérebros dos polvos controlam seu comportamento e
fornece pistas para os princípios comuns necessários à
ocorrência de inteligência e cognição.
"Se quisermos entender como o cérebro funciona, os
polvos são o animal perfeito para estudar em
comparação com os mamíferos. Eles têm um cérebro
grande, um corpo incrivelmente único e habilidades
cognitivas avançadas que se desenvolveram de forma
completamente diferente das dos vertebrados", disse a
doutora Tamar Gutnick, primeira autora e
ex-pesquisadora de pós-doutorado na Unidade de Física
e Biologia do Instituto de Ciências e Tecnologia de
Okinawa, no Japão.
Mas medir as ondas cerebrais dos polvos provou ser um
verdadeiro desafio técnico. Ao contrário dos vertebrados,
os polvos têm corpo mole, portanto não têm crânio para
ancorar o equipamento de gravação, a fim de evitar que
ele seja removido.
"Os polvos têm oito braços poderosos e ultraflexíveis,
que podem alcançar absolutamente qualquer parte do
corpo", disse a doutora Gutnick. "Se tentássemos
conectar fios a eles, eles os arrancariam imediatamente,
então precisávamos de uma maneira de deixar o
equipamento completamente fora de seu alcance,
colocando-o sob a pele."
Os pesquisadores escolheram registradores de dados
pequenos e leves como solução, originariamente
projetados para rastrear a atividade cerebral dos
pássaros durante o voo. A equipe adaptou os
dispositivos para torná-los à prova d'água, mas ainda pequenos o suficiente para caber facilmente dentro dos
polvos. As baterias, que precisavam funcionar em um
ambiente com pouco ar, permitiam até 12 horas de
gravação contínua.
Os pesquisadores escolheram o Octopus cyanea, mais
conhecido como polvo diurno, como animal modelo,
devido ao seu tamanho maior. Eles anestesiaram três
polvos e implantaram um registrador de dados em uma
cavidade na parede muscular do manto, uma dobra de
tecido que recobre a massa visceral. Os cientistas
implantaram os eletrodos em uma área do cérebro do
polvo chamada de lobo vertical e lobo frontal medial
superior, que é a área mais acessível. Essa região do
cérebro também é importante para o aprendizado visual
e a memória, processos cerebrais que a doutora Gutnick
tem particular interesse em entender.
Concluída a cirurgia, os polvos foram devolvidos ao seu
tanque doméstico e monitorados por vídeo. Após cinco
minutos, recuperaram-se e passaram as 12 horas
seguintes dormindo, comendo e se movimentando pelo
tanque, enquanto sua atividade cerebral era registrada.
O registrador e os eletrodos foram removidos dos polvos
e os dados foram sincronizados com o vídeo.
Os pesquisadores identificaram vários padrões distintos
de atividade cerebral, alguns dos quais eram
semelhantes em tamanho e forma aos observados em
mamíferos, enquanto outros eram oscilações lentas e de
longa duração que não haviam sido descritas antes.
Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral (msn.com).
Adaptado.
O sujeito da frase em questão é:
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Questão presente nas seguintes provas
Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral
Um estudo, que envolveu a colaboração internacional
entre pesquisadores no Japão, Itália, Alemanha, Ucrânia
e Suíça, foi publicado online na revista Current Biology.
Esse estudo é um passo crítico para descobrir como os
cérebros dos polvos controlam seu comportamento e
fornece pistas para os princípios comuns necessários à
ocorrência de inteligência e cognição.
"Se quisermos entender como o cérebro funciona, os
polvos são o animal perfeito para estudar em
comparação com os mamíferos. Eles têm um cérebro
grande, um corpo incrivelmente único e habilidades
cognitivas avançadas que se desenvolveram de forma
completamente diferente das dos vertebrados", disse a
doutora Tamar Gutnick, primeira autora e
ex-pesquisadora de pós-doutorado na Unidade de Física
e Biologia do Instituto de Ciências e Tecnologia de
Okinawa, no Japão.
Mas medir as ondas cerebrais dos polvos provou ser um
verdadeiro desafio técnico. Ao contrário dos vertebrados,
os polvos têm corpo mole, portanto não têm crânio para
ancorar o equipamento de gravação, a fim de evitar que
ele seja removido.
"Os polvos têm oito braços poderosos e ultraflexíveis,
que podem alcançar absolutamente qualquer parte do
corpo", disse a doutora Gutnick. "Se tentássemos
conectar fios a eles, eles os arrancariam imediatamente,
então precisávamos de uma maneira de deixar o
equipamento completamente fora de seu alcance,
colocando-o sob a pele."
Os pesquisadores escolheram registradores de dados
pequenos e leves como solução, originariamente
projetados para rastrear a atividade cerebral dos
pássaros durante o voo. A equipe adaptou os
dispositivos para torná-los à prova d'água, mas ainda pequenos o suficiente para caber facilmente dentro dos
polvos. As baterias, que precisavam funcionar em um
ambiente com pouco ar, permitiam até 12 horas de
gravação contínua.
Os pesquisadores escolheram o Octopus cyanea, mais
conhecido como polvo diurno, como animal modelo,
devido ao seu tamanho maior. Eles anestesiaram três
polvos e implantaram um registrador de dados em uma
cavidade na parede muscular do manto, uma dobra de
tecido que recobre a massa visceral. Os cientistas
implantaram os eletrodos em uma área do cérebro do
polvo chamada de lobo vertical e lobo frontal medial
superior, que é a área mais acessível. Essa região do
cérebro também é importante para o aprendizado visual
e a memória, processos cerebrais que a doutora Gutnick
tem particular interesse em entender.
Concluída a cirurgia, os polvos foram devolvidos ao seu
tanque doméstico e monitorados por vídeo. Após cinco
minutos, recuperaram-se e passaram as 12 horas
seguintes dormindo, comendo e se movimentando pelo
tanque, enquanto sua atividade cerebral era registrada.
O registrador e os eletrodos foram removidos dos polvos
e os dados foram sincronizados com o vídeo.
Os pesquisadores identificaram vários padrões distintos
de atividade cerebral, alguns dos quais eram
semelhantes em tamanho e forma aos observados em
mamíferos, enquanto outros eram oscilações lentas e de
longa duração que não haviam sido descritas antes.
Descoberto em polvos novo tipo de onda cerebral (msn.com).
Adaptado.
Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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