Foram encontradas 125 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Governo federal atualiza regras para ampliar
contratação de mulheres em situação de violência
doméstica
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços
Públicos (MGI) aperfeiçoou alguns pontos da Política de
Cotas para Mulheres em Situação de Violência
Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a
iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº
12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no
Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa
mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres
em situação de violência doméstica correspondem ao
percentual mínimo exigido nos contratos de serviços
terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a
critério do órgão contratante.
Dessa forma, as mudanças estimulam que mais
mulheres em situação de violência doméstica possam
ser incluídas nos contratos. A atualização no texto
reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada
em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com
25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é
obrigatória. Em contratos com quantidade menor de
empregados, é admitida a previsão de percentual inferior
a 8%.
"O Governo federal incentiva a aplicação da política em
qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova
redação é deixar isso mais claro para os órgãos e
entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária
executiva do MGI.
O foco da política está na promoção da empregabilidade
e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação
de violência doméstica por meio da reserva de vagas em
contratos terceirizados celebrados com a Administração
Pública Federal. A política é executada com base em
parcerias interfederativas, principalmente na seleção e
acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17
unidades da federação aderiram à política. Com as
novas medidas, a expectativa do governo federal é
ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda
maior de mulheres em situação de violência doméstica
em todo o país.
Entre as atualizações também está a adoção do Acordo
de Adesão como instrumento jurídico para a
implementação da política com os entes federativos, em
substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que
vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade
no trâmite do processo de formalização das parcerias, o
que deve contribuir para o aumento do número de
estados interessados em aderir à iniciativa do governo
federal.
O novo decreto reforça a proteção da privacidade e
dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas
formas:
1) proíbe que as empresas exijam diretamente das
mulheres documentação que comprove a sua situação
de violência;
2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas
pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento
às mulheres em situação de violência podem ser
selecionadas. Essas instituições são os chamados
Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como
as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios.
"Isso previne constrangimentos e possíveis impactos
emocionais negativos", complementa a secretária.
As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa
são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará,
Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul e Tocantins.
https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/governo-f
ederal-atualiza-regras-para-ampliar-contratacao-de-mulheres-em-situac
ao-de-violencia-domestica
I. Cheguei na sua casa ontem à noite.
II. Eles não confirmaram-me isso.
III. A rúbrica no canto do contrato confirma que o cliente leu todas as cláusulas.
IV. Ficamos anciosos com a demora da resposta.
Quanto ao vício de linguagem presente nos trechos, identifique a alternativa CORRETA.
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Governo federal atualiza regras para ampliar
contratação de mulheres em situação de violência
doméstica
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços
Públicos (MGI) aperfeiçoou alguns pontos da Política de
Cotas para Mulheres em Situação de Violência
Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a
iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº
12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no
Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa
mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres
em situação de violência doméstica correspondem ao
percentual mínimo exigido nos contratos de serviços
terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a
critério do órgão contratante.
Dessa forma, as mudanças estimulam que mais
mulheres em situação de violência doméstica possam
ser incluídas nos contratos. A atualização no texto
reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada
em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com
25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é
obrigatória. Em contratos com quantidade menor de
empregados, é admitida a previsão de percentual inferior
a 8%.
"O Governo federal incentiva a aplicação da política em
qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova
redação é deixar isso mais claro para os órgãos e
entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária
executiva do MGI.
O foco da política está na promoção da empregabilidade
e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação
de violência doméstica por meio da reserva de vagas em
contratos terceirizados celebrados com a Administração
Pública Federal. A política é executada com base em
parcerias interfederativas, principalmente na seleção e
acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17
unidades da federação aderiram à política. Com as
novas medidas, a expectativa do governo federal é
ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda
maior de mulheres em situação de violência doméstica
em todo o país.
Entre as atualizações também está a adoção do Acordo
de Adesão como instrumento jurídico para a
implementação da política com os entes federativos, em
substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que
vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade
no trâmite do processo de formalização das parcerias, o
que deve contribuir para o aumento do número de
estados interessados em aderir à iniciativa do governo
federal.
O novo decreto reforça a proteção da privacidade e
dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas
formas:
1) proíbe que as empresas exijam diretamente das
mulheres documentação que comprove a sua situação
de violência;
2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas
pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento
às mulheres em situação de violência podem ser
selecionadas. Essas instituições são os chamados
Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como
as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios.
"Isso previne constrangimentos e possíveis impactos
emocionais negativos", complementa a secretária.
As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa
são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará,
Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul e Tocantins.
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Analise os verbos presentes no período acima e marque a alternativa que indica corretamente o tipo de predicado presente.
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contratação de mulheres em situação de violência
doméstica
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços
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Cotas para Mulheres em Situação de Violência
Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a
iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº
12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no
Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa
mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres
em situação de violência doméstica correspondem ao
percentual mínimo exigido nos contratos de serviços
terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a
critério do órgão contratante.
Dessa forma, as mudanças estimulam que mais
mulheres em situação de violência doméstica possam
ser incluídas nos contratos. A atualização no texto
reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada
em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com
25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é
obrigatória. Em contratos com quantidade menor de
empregados, é admitida a previsão de percentual inferior
a 8%.
"O Governo federal incentiva a aplicação da política em
qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova
redação é deixar isso mais claro para os órgãos e
entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária
executiva do MGI.
O foco da política está na promoção da empregabilidade
e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação
de violência doméstica por meio da reserva de vagas em
contratos terceirizados celebrados com a Administração
Pública Federal. A política é executada com base em
parcerias interfederativas, principalmente na seleção e
acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17
unidades da federação aderiram à política. Com as
novas medidas, a expectativa do governo federal é
ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda
maior de mulheres em situação de violência doméstica
em todo o país.
Entre as atualizações também está a adoção do Acordo
de Adesão como instrumento jurídico para a
implementação da política com os entes federativos, em
substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que
vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade
no trâmite do processo de formalização das parcerias, o
que deve contribuir para o aumento do número de
estados interessados em aderir à iniciativa do governo
federal.
O novo decreto reforça a proteção da privacidade e
dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas
formas:
1) proíbe que as empresas exijam diretamente das
mulheres documentação que comprove a sua situação
de violência;
2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas
pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento
às mulheres em situação de violência podem ser
selecionadas. Essas instituições são os chamados
Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como
as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios.
"Isso previne constrangimentos e possíveis impactos
emocionais negativos", complementa a secretária.
As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa
são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará,
Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul e Tocantins.
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Com base na análise sintática do período acima, assinale com (V) para as afirmativas verdadeiras ou com (F) para as falsas:
(__) O verbo 'deixar' está acompanhado de um objeto direto e de um predicativo do objeto. Já a expressão 'deixar isso mais claro...' corresponde ao predicativo do sujeito do verbo 'ser'.
(__) A expressão 'Cristina Mori', em relação ao verbo 'explicar', corresponde a um termo essencial da oração, enquanto a expressão 'secretária executiva do MGI' é considerada um termo acessório da oração.
(__) A expressão 'em qualquer contrato de terceirização' é um adjunto adverbial de lugar, sendo considerado termo integrante da oração.
(__) O verbo 'incentivar' apresenta sujeito simples explícito e objeto direto cujo núcleo é completado por um complemento nominal e modificado por um adjunto adnominal.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
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Cotas para Mulheres em Situação de Violência
Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a
iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº
12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no
Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa
mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres
em situação de violência doméstica correspondem ao
percentual mínimo exigido nos contratos de serviços
terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a
critério do órgão contratante.
Dessa forma, as mudanças estimulam que mais
mulheres em situação de violência doméstica possam
ser incluídas nos contratos. A atualização no texto
reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada
em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com
25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é
obrigatória. Em contratos com quantidade menor de
empregados, é admitida a previsão de percentual inferior
a 8%.
"O Governo federal incentiva a aplicação da política em
qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova
redação é deixar isso mais claro para os órgãos e
entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária
executiva do MGI.
O foco da política está na promoção da empregabilidade
e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação
de violência doméstica por meio da reserva de vagas em
contratos terceirizados celebrados com a Administração
Pública Federal. A política é executada com base em
parcerias interfederativas, principalmente na seleção e
acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17
unidades da federação aderiram à política. Com as
novas medidas, a expectativa do governo federal é
ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda
maior de mulheres em situação de violência doméstica
em todo o país.
Entre as atualizações também está a adoção do Acordo
de Adesão como instrumento jurídico para a
implementação da política com os entes federativos, em
substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que
vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade
no trâmite do processo de formalização das parcerias, o
que deve contribuir para o aumento do número de
estados interessados em aderir à iniciativa do governo
federal.
O novo decreto reforça a proteção da privacidade e
dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas
formas:
1) proíbe que as empresas exijam diretamente das
mulheres documentação que comprove a sua situação
de violência;
2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas
pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento
às mulheres em situação de violência podem ser
selecionadas. Essas instituições são os chamados
Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como
as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios.
"Isso previne constrangimentos e possíveis impactos
emocionais negativos", complementa a secretária.
As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa
são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará,
Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul e Tocantins.
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O uso da crase antes de pronomes obedece a regras específicas. No trecho analisado, o emprego da crase está adequado. A seguir, examine os enunciados e verifique sua correção.
I. Hoje, assisti a uma cena igual à que vi ontem.
II. A moça à qual me referi há pouco está chegando.
III. As pessoas costumam dar atenção somente àquilo que lhes interessa.
IV. Projeto garante proteção à quem usa comércio virtual.
V. A razão do desequilíbrio é o seguro-desemprego à que os artesanais têm direito quando não podem pescar.
O emprego da crase antes dos pronomes está correto em:
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Cotas para Mulheres em Situação de Violência
Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a
iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº
12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no
Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa
mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres
em situação de violência doméstica correspondem ao
percentual mínimo exigido nos contratos de serviços
terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a
critério do órgão contratante.
Dessa forma, as mudanças estimulam que mais
mulheres em situação de violência doméstica possam
ser incluídas nos contratos. A atualização no texto
reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada
em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com
25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é
obrigatória. Em contratos com quantidade menor de
empregados, é admitida a previsão de percentual inferior
a 8%.
"O Governo federal incentiva a aplicação da política em
qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova
redação é deixar isso mais claro para os órgãos e
entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária
executiva do MGI.
O foco da política está na promoção da empregabilidade
e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação
de violência doméstica por meio da reserva de vagas em
contratos terceirizados celebrados com a Administração
Pública Federal. A política é executada com base em
parcerias interfederativas, principalmente na seleção e
acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17
unidades da federação aderiram à política. Com as
novas medidas, a expectativa do governo federal é
ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda
maior de mulheres em situação de violência doméstica
em todo o país.
Entre as atualizações também está a adoção do Acordo
de Adesão como instrumento jurídico para a
implementação da política com os entes federativos, em
substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que
vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade
no trâmite do processo de formalização das parcerias, o
que deve contribuir para o aumento do número de
estados interessados em aderir à iniciativa do governo
federal.
O novo decreto reforça a proteção da privacidade e
dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas
formas:
1) proíbe que as empresas exijam diretamente das
mulheres documentação que comprove a sua situação
de violência;
2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas
pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento
às mulheres em situação de violência podem ser
selecionadas. Essas instituições são os chamados
Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como
as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios.
"Isso previne constrangimentos e possíveis impactos
emocionais negativos", complementa a secretária.
As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa
são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará,
Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul e Tocantins.
https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/governo-f
ederal-atualiza-regras-para-ampliar-contratacao-de-mulheres-em-situac
ao-de-violencia-domestica
O verbo 'estimular' aparece flexionado no plural para estabelecer concordância com o núcleo do sujeito 'mudanças', que também está no plural.
A seguir, analise a flexão dos verbos nos enunciados:
I. Tu e ele levareis a proposta ao professor.
II.A funcionária deixava limpo o escritório e a sala.
III. Pedro, Paulo, José, ninguém ne dirá o que fazer.
IV. A picada, a coceira, o mal-estar deixou-a nervosa.
V.O ministro do trabalho ou da justiça anunciará a nova lei.
Quanto à concordância, estão corretas as alternativas:
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Questão presente nas seguintes provas
A avaliação audiológica é um processo complexo que
envolve a aplicação de diversos testes, a interpretação
de laudos e a elaboração de diagnósticos e prognósticos
precisos. Os testes complementares são cruciais para a
diferenciação entre as diversas topografias de lesão
auditiva e para a conduta clínica adequada.
Considerando os princípios da avaliação audiológica e a interpretação de seus testes complementares, acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__) As Emissões Otoacústicas Evocadas por Estímulo Transiente (EOAET) são testes eletrofisiológicos que avaliam a função das células ciliadas internas da cóclea, sendo altamente sensíveis para detectar perdas auditivas condutivas leves e moderadas.
(__) A Imitanciometria, composta pela timpanometria e pelos reflexos acústicos, é fundamental para avaliar a integridade da orelha média e a função do nervo facial, auxiliando no diagnóstico diferencial entre perdas auditivas condutivas e sensorioneurais, além de topodiagnóstico de lesões retrococleares.
(__) O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) avalia a integridade das vias auditivas até o tronco encefálico, sendo utilizado para estimar limiares auditivos em neonatos e pacientes não colaboradores, e para identificar alterações retrococleares, como tumores do nervo auditivo.
(__) O Teste de Schwabach, embora seja uma prova diapasônica antiga, permanece um teste complementar de rotina essencial na audiometria tonal liminar moderna, pois oferece informações detalhadas sobre a reserva coclear e a presença de recrutamento em perdas sensorioneurais severas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Considerando os princípios da avaliação audiológica e a interpretação de seus testes complementares, acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__) As Emissões Otoacústicas Evocadas por Estímulo Transiente (EOAET) são testes eletrofisiológicos que avaliam a função das células ciliadas internas da cóclea, sendo altamente sensíveis para detectar perdas auditivas condutivas leves e moderadas.
(__) A Imitanciometria, composta pela timpanometria e pelos reflexos acústicos, é fundamental para avaliar a integridade da orelha média e a função do nervo facial, auxiliando no diagnóstico diferencial entre perdas auditivas condutivas e sensorioneurais, além de topodiagnóstico de lesões retrococleares.
(__) O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) avalia a integridade das vias auditivas até o tronco encefálico, sendo utilizado para estimar limiares auditivos em neonatos e pacientes não colaboradores, e para identificar alterações retrococleares, como tumores do nervo auditivo.
(__) O Teste de Schwabach, embora seja uma prova diapasônica antiga, permanece um teste complementar de rotina essencial na audiometria tonal liminar moderna, pois oferece informações detalhadas sobre a reserva coclear e a presença de recrutamento em perdas sensorioneurais severas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
As patologias fonoaudiológicas abrangem uma vasta
gama de condições que afetam a comunicação humana
e a deglutição, exigindo do profissional a capacidade de
compreender suas etiologias e os princípios que guiam o
tratamento. A disfonia, por exemplo, é uma alteração
vocal comum, cujas causas e abordagens terapêuticas
variam significativamente. Sobre a disfonia de tensão
muscular (DTM), uma das patologias vocais funcionais
mais frequentes, analise as afirmativas a seguir.
I. A disfonia de tensão muscular primária é caracterizada pela presença de lesões orgânicas nas pregas vocais, como nódulos ou pólipos, que surgem como resultado direto do uso vocal inadequado e da tensão excessiva na musculatura laríngea extrínseca.
II. O tratamento fonoaudiológico da disfonia de tensão muscular foca na reeducação do comportamento vocal, incluindo exercícios de relaxamento da musculatura extrínseca da laringe, ajuste da produção vocal e coordenação pneumofonoarticulatória, visando à eliminação da tensão e à produção de voz equilibrada.
III. Na disfonia de tensão muscular, a inspeção laríngea por videolaringoscopia tipicamente revela ausência de fechamento glótico posterior durante a fonação, indicando uma compensação excessiva da musculatura intrínseca da laringe para evitar a produção de voz sussurrada.
Está correto o que se afirma em
I. A disfonia de tensão muscular primária é caracterizada pela presença de lesões orgânicas nas pregas vocais, como nódulos ou pólipos, que surgem como resultado direto do uso vocal inadequado e da tensão excessiva na musculatura laríngea extrínseca.
II. O tratamento fonoaudiológico da disfonia de tensão muscular foca na reeducação do comportamento vocal, incluindo exercícios de relaxamento da musculatura extrínseca da laringe, ajuste da produção vocal e coordenação pneumofonoarticulatória, visando à eliminação da tensão e à produção de voz equilibrada.
III. Na disfonia de tensão muscular, a inspeção laríngea por videolaringoscopia tipicamente revela ausência de fechamento glótico posterior durante a fonação, indicando uma compensação excessiva da musculatura intrínseca da laringe para evitar a produção de voz sussurrada.
Está correto o que se afirma em
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Questão presente nas seguintes provas
A linguagem humana, em suas diversas modalidades de
fala, voz e compreensão, é resultado de uma complexa
rede de estruturas e processos neurológicos
interconectados. A compreensão desses circuitos
cerebrais é essencial para o fonoaudiólogo que atua no
diagnóstico e reabilitação de transtornos neurológicos.
Em particular, as vias auditivas e suas conexões corticais
desempenham um papel crucial na percepção e
processamento da informação sonora e linguística.
Sobre as principais estruturas do sistema nervoso central
envolvidas no processamento auditivo e de linguagem,
relacione corretamente os termos da Coluna A com as
descrições da Coluna B.
Coluna A (Termos):
1-Córtex Auditivo Primário (A1)
2-Corpo Geniculado Medial (CGM)
3-Área de Wernicke
Coluna B (Descrições):
(__) Núcleo talâmico que serve como estação de retransmissão e processamento inicial de informações auditivas, projetando-as para o córtex cerebral, sendo crucial para a integração auditiva antes do processamento cortical avançado.
(__) Região do lobo temporal superior esquerdo classicamente associada à compreensão da linguagem oral e escrita, onde ocorre a análise semântica e a interpretação do significado das palavras e sentenças.
(__) Área localizada no giro temporal superior, responsável pela análise inicial das características físicas do som, como frequência e intensidade, e pela organização tonotópica da informação auditiva, sem, contudo, realizar a compreensão linguística complexa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
Coluna A (Termos):
1-Córtex Auditivo Primário (A1)
2-Corpo Geniculado Medial (CGM)
3-Área de Wernicke
Coluna B (Descrições):
(__) Núcleo talâmico que serve como estação de retransmissão e processamento inicial de informações auditivas, projetando-as para o córtex cerebral, sendo crucial para a integração auditiva antes do processamento cortical avançado.
(__) Região do lobo temporal superior esquerdo classicamente associada à compreensão da linguagem oral e escrita, onde ocorre a análise semântica e a interpretação do significado das palavras e sentenças.
(__) Área localizada no giro temporal superior, responsável pela análise inicial das características físicas do som, como frequência e intensidade, e pela organização tonotópica da informação auditiva, sem, contudo, realizar a compreensão linguística complexa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
A complexidade dos sistemas de comunicação humana
reside na orquestração de diversos órgãos e processos
fisiológicos. A produção da voz, em particular, envolve a
interação dinâmica entre a fonte sonora (laringe) e o filtro
ressonancial (trato vocal), que molda o som produzido.
Um conhecimento aprofundado da Teoria Fonte-Filtro da
Produção da Fala é essencial para compreender como
as características anatômicas e fisiológicas do aparelho
fonador influenciam a qualidade vocal e articulatória.
Considerando os componentes e a função do sistema de
ressonância vocal, qual das seguintes afirmativas
descreve corretamente um aspecto técnico avançado?
Assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
No campo da fonoaudiologia, a compreensão
aprofundada dos mecanismos físicos da comunicação
oral é crucial para a otimização da voz. A modulação
ressonantal envolve mais do que ajustes anatômicos,
abrangendo a interação complexa das propriedades
acústicas do trato vocal. Considerando a calibração de
impedâncias acústicas para maximizar a propagação da
onda sonora e a inteligibilidade da fala, assinale a
alternativa que apresenta um entendimento técnico
avançado sobre este processo.
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Questão presente nas seguintes provas
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