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Silêncio, por favor
O ambiente é tenso. Hád muitas vozes, sons artificiais, timbres monótonos, ruídos irritantes. Hád barulhos e alertas. Também há o estrondo das redes sociais. Estamos imersos no caos sonoro. E mesmo quando procuramos lugares “silenciosos”e, levamos o barulho conosco. Aliásb, quem hoje sai de casa sem celular? Quem caminha no parque sem fones de ouvido?
Se acaso você sec entristeceu com esse cenário,a você pode estar pouco acompanhado. Há um contingente enorme de pessoas que prefere assim. Para esses o silêncio não é fácil. Precisam da confusão e do barulho, precisam falar e ouvir permanentemente, são prisioneiros do ruído físico e mental. E quem não aprecia esse cenário está na contramão. Tudo evolui no sentido contrário ao silêncio. Como se não bastasse o acesso fácil a todas as músicas do mundo, agora há os podcasts. A introspecção e a quietude necessária para ler um livro está perdendo terreno para os audiobooks. Hoje o silêncio é cada vez mais raro, uma espécie de luxo.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/silencio-por-favor/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Slow content: por um conteúdo desacelerado
[...] A pressa entrou por uma porta e o prazer saiu pela outra. Não há tempo para elaborar, nem para usufruir verdadeiramente. Usufruir, palavra linda, de origem latina que nasce da combinação de desfrutar e uso. Pela necessidade de sermos rápidos, na maioria das vezes, apenas usamos e deixamos de desfrutar, tirar real proveito. A velocidade mata o que valorizamos na essência.
Tudo isso também diz respeito à produção de conteúdo. As receitas que dizem o quanto você deve publicar por dia, a multiplicação dos posts, as regras impostas por algoritmos não podem ser maiores que o seu prazer de criar e de partilhar. Como quem prepara um almoço de domingo, sabendo que não é sobre o horário que a comida estará na mesa e sim sobre sua felicidade em prepará-la e a oportunidade de oferecê-la às pessoas que se reúnem ao redor dela. Faça no seu tempo e apenas garanta que o que você produz está alinhado com o que você quer realmente fazer e oferecer. Importa menos a velocidade e mais a direção [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/transformar/page/2/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Considerando o trecho “Como quem prepara um almoço de domingo [...]”, o elemento que o autor compara metaforicamente a “um almoço de domingo” é
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Da afirmativa da autora “A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro.”, infere-se que o ato de ficar em casa representa:
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muitoa – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamosb, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimosc, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemose. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gatod.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
A alternativa que apresenta uma ressalva da autora em relação a uma afirmativa que ela própria faz é:
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Uma das opções de restauração de arquivos disponíveis no Windows 10 é lista de versões anteriores disponíveis do arquivo ou pasta. A lista incluirá os arquivos salvos em um backup (se você está usando o Backup do Windows para fazer backup de seus arquivos), bem como os pontos de restauração, se ambos estiverem disponíveis.

https://support.content.office.net/pt-br/media/a4cb8a5f-8bc1-4988-a546-4e0de6c0de7c.jpg
Sobre os procedimentos de restauração das versões anteriores de arquivo, marque a alternativa CORRETA.
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Você pode utilizar a barra de tarefas de forma a personalizá-la de várias maneiras: alterar a cor e o tamanho, fixar seus aplicativos favoritos nele, movê-lo em sua tela e reorganizar ou reorganizar botões da barra de tarefas. Entre os vários itens padrão disponíveis para personalização da barra de tarefas do Windows 10, marque a alternativa CORRETA.
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Sobre a legislação aplicada à enfermagem, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A Lei n.º 2.604, de 17 de setembro de 1955, regulamenta o exercício da enfermagem no Brasil, tanto para o enfermeiro, quanto para o técnico/auxiliar de enfermagem e parteiro.
( ) O exercício da atividade de Enfermagem, observadas as disposições da Lei n.º 7.498/1986 e respeitados os graus de habilitação, é privativo ao enfermeiro, técnico de enfermagem, auxiliar de enfermagem e parteiro e só é permitido ao profissional inscrito no Conselho Regional de Enfermagem da respectiva região.
( ) Ao titular do diploma ou certificado de parteiro, ou equivalente, conferido por escola ou curso estrangeiro, segundo as referidas Leis, registrado em virtude de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil, até 26 de junho de 1988, é permitido o exercício da profissão.
( ) Aos profissionais titulares de diploma ou certificados de obstetriz ou de enfermeiro obstétrico é atribuída também a realização de ultrassonografia e emissão de laudo.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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As estratégias para a detecção precoce do câncer de colo uterino são o diagnóstico precoce e o rastreamento. Analise as afirmativas a seguir.
I - Os exames de Prevenção de Câncer do Colo Uterino (PCCU) devem ser realizados de 2 em 2 anos, após o primeiro exame.
II - A infecção por HPV está relacionada ao surgimento de novos casos.
III - Os exames de PCCU devem ser realizados somente em mulheres com vida sexual ativa.
IV - As lesões de colo uterino somente podem ser tratadas através de cirurgia de alta frequência.
V - O PCCU deve ser coletado de 3 em 3 anos, após a realização de dois exames consecutivos sem alteração, com intervalo mínimo de 6 meses, sendo orientado o rastreamento em mulheres entre 25 e 64 anos.
Está(ão) CORRETA(S) apenas as afirmativas
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Na afirmativa “Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.”, a expressão “o pulo do gato” foi usada em sentido figurado. Quando se consultam dicionários da Língua Portuguesa, verifica-se que há vários significados dados para essa expressão. Tendo em vista as ideias apresentadas no texto, a expressão “o pulo do gato” pode ser adequadamente entendida como
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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